Com início das vedações eleitorais, redes sociais pessoais passam a ser prioridade na comunicação política, avalia 2SMKT

Com o avanço do calendário eleitoral e o início das vedações à comunicação institucional dos órgãos públicos, gestores e agentes políticos precisam redirecionar suas estratégias de comunicação. Para a 2SMKT, especializada em marketing político, este é o momento em que as redes sociais pessoais assumem protagonismo na construção da imagem pública e no relacionamento com a população, sempre respeitando os limites da legislação eleitoral.

Segundo o estrategista político Stênio Muniz, CEO da 2SMKT, a mudança exige planejamento e reforça a importância de uma presença digital construída de forma contínua, e não apenas durante o período eleitoral.

“Com as restrições à comunicação institucional, o protagonismo passa para os perfis pessoais do agente político. Quem investiu na construção de uma audiência, de uma narrativa e de uma comunicação autêntica chega mais preparado para este momento. A presença digital não pode começar quando as vedações entram em vigor”, afirma.

Para Stênio, a estratégia deve priorizar conteúdos que aproximem o agente político da população, valorizando sua trajetória, posicionamentos, rotina de trabalho e interação com a sociedade.

“O eleitor quer conhecer quem está por trás do mandato. As redes sociais deixaram de ser apenas um canal de divulgação e se tornaram o principal espaço para fortalecer credibilidade, conexão e confiança. Esse trabalho precisa ser permanente e planejado”, destaca.

Na avaliação da 2SMKT, o período de vedações reforça uma tendência observada nas últimas eleições: campanhas competitivas começam muito antes do calendário oficial. O fortalecimento da imagem pública, a produção de conteúdo estratégico e o posicionamento consistente nas redes sociais são diferenciais para quem pretende disputar as eleições de 2026.

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