Uma voz feminina na linha de frente da cannabis medicinal no Brasil

Da dor crônica à liderança em um mercado em transformação, Michele Farran potencializa empreendedorismo, informação e ativismo em prol dos pacientes

Curitiba, março de 2026 – Aos 22 anos, Michele Farran recebeu um diagnóstico que mudou o rumo da sua vida: artrite reumatoide. Jovem, criativa, estudante universitária e cheia de planos, ela passou a conviver com dores diárias, inflamações persistentes e limitações que não combinavam com sua energia inquieta. A rotina deixou de ser apenas produtiva — tornou-se também um exercício constante de resistência.

Vieram os tratamentos convencionais, as consultas, as medicações e as tentativas sucessivas de estabilizar a doença. Vieram, também, as frustrações. Viver com uma condição autoimune significava adaptar sonhos, reorganizar o corpo e aceitar que nem sempre o protocolo médico entregaria qualidade de vida. A virada começou quando Michele conheceu o canabidiol como alternativa terapêutica. “Não foi uma decisão impulsiva, mas fruto de pesquisa, orientação e necessidade. Aos poucos, os efeitos apareceram: redução das dores, melhora da mobilidade, mais disposição. Pela primeira vez em muito tempo, senti que recuperava o protagonismo sobre a minha própria história”, destaca Michelle.

A experiência pessoal despertou uma inquietação maior. Se o tratamento havia transformado sua qualidade de vida, por que ainda era tão difícil acessá-lo? Entre burocracias, desinformação e estigmas, Michele percebeu que o caminho para a cannabis medicinal no Brasil ainda é complexo — especialmente para pacientes em situação de vulnerabilidade. Foi dessa constatação que nasceu a Cannabis Company, em Curitiba (PR). “Mais do que um empreendimento, o negócio carrega um propósito claro: ampliar o acesso, oferecer informação responsável e acolher pacientes que chegam fragilizados, muitas vezes depois de uma longa jornada de tentativas frustradas”, destaca a empreendedora.

A Cannabis Company é uma farmácia que trabalha exclusivamente com cannabis medicinal, criada com o propósito de ampliar o acesso seguro, regulamentado e responsável a tratamentos à base de canabinoides. Com produtos à pronta entrega e atuação alinhada às normas sanitárias brasileiras, oferece orientação, informação qualificada e suporte aos pacientes que buscam alternativas terapêuticas com prescrição médica. Mais do que um ponto de venda, a Cannabis Company se posiciona como um espaço de acolhimento e educação, contribuindo para desmistificar o tema e fortalecer o uso consciente e científico da cannabis medicinal no país.

Hoje, aos 37 anos, Michele é sócia da farmácia e também uma voz ativa nas discussões sobre regulamentação e regulação da cannabis medicinal no Brasil. Acompanha o cenário legislativo, participa de debates e defende políticas públicas que garantam segurança jurídica, qualidade dos produtos e acesso mais democrático ao tratamento. No Brasil, a cannabis medicinal é permitida, mas ainda enfrenta regras restritivas. Com a nova regulamentação da Anvisa em 2026, o país passou a ter normas mais claras para cultivo, produção e comercialização, ampliando a oferta nacional, reduzindo a dependência de importados e garantindo mais segurança jurídica, além de incentivar pesquisa e ampliar o acesso dos pacientes aos tratamentos. “Essas mudanças fortalecem a base técnica e sanitária do setor, possibilitando maior acesso terapêutico, incentivo à pesquisa e desenvolvimento nacional, e contribuindo para que tratamentos com canabinoides sejam mais acessíveis”, explica Michele.

Formada em Cinema, Design de Moda e Design Gráfico, e fundadora da Agência de Design Cidadã, Michele destaca que sempre buscou profundidade em seus projetos, e isso torna-se ainda mais intenso quando a vida de outras pessoas está em discussão. “A ideia de transformar narrativas superficiais em experiências com intenção agora se reflete na forma como conduzo um negócio na área da saúde. Escuta, responsabilidade e base científica são tópicos indispensáveis”, reflete Michele.

Neurodivergente e convivendo há cerca de uma década com doenças autoimunes, Michele conhece de perto a vulnerabilidade que acompanha um diagnóstico crônico. “Essa vivência moldou minha forma de empreender. Cada decisão carrega a memória da jovem que buscava respostas para a própria dor, e que hoje trabalha para que outras pessoas encontrem caminhos mais curtos, mais seguros e mais humanos”, destaca a especialista. Entre desafios pessoais e barreiras regulatórias, Michele Farran construiu mais do que uma empresa; ela construiu uma ponte entre informação e acesso, entre ciência e acolhimento e transformou sua própria batalha em movimento coletivo. “Tenho muito orgulho em minha história refletida em um trabalho que pode beneficiar a vida de milhões de brasileiros”, completa Michelle.

CIADI lança campanha “Meias Coloridas” para promover inclusão e celebrar a diversidade

O Centro Inclusivo para Atendimento e Desenvolvimento Infantil (CIADI) lançou ontem, 02, a campanha “DOE um par de meias coloridas” — ação simbólica que incentiva a aceitação, o respeito e a inclusão das pessoas com Trissomia do Cromossomo 21 (T21). A iniciativa parte da crença do CIADI em um mundo cheio de cores, formas e tamanhos, onde ser diferente é natural e a inclusão pode começar por um gesto simples: um par de meias.

O lançamento ocorreu por meio da divulgação de um vídeo da primeira-dama da Assembleia, Tainah Marinho Aldigueri, nas redes socias e no site da Casa. A campanha recebe doações de meias — grandes, pequenas ou enfeitadas — durante o período de 02 a 13 de março. As doações podem ser entregues nos caixotes que estão disponibilizados nas recepções da Alece.

Nos dias 17 e 18 de março, a mobilização ganhará os corredores da Assembleia, quando os servidores serão convidados a calçar meias descombinadas e caminhar juntos, fortalecendo a mensagem: “Meias diferentes, juntos por um mundo melhor”.

“Acreditamos que a inclusão começa em gestos visíveis e cotidianos. Doar um par de meias é mais que um ato simbólico: é assumir compromisso com o respeito, a dignidade e a celebração das singularidades de cada pessoa com T21. Venha se juntar a nós — cada par conta”, afirma Aryadna Rocha, coordenadora do CIADI.

Sobre o Dia Internacional da Síndrome de Down

O Dia Internacional da Síndrome de Down é celebrado em 21 de março, data que representa a trissomia do cromossomo 21. A data tem como objetivo conscientizar sobre inclusão, promover o respeito, combater preconceitos e aumentar a visibilidade das pessoas com Down, defendendo direitos e incentivando sua inclusão na educação e no mercado de trabalho. A campanha das meias descombinadas é um símbolo amplamente usado para representar a diversidade e a beleza da singularidade.

Serviço
Período de arrecadação: 02 a 13 de março
Caminhada com meias descombinadas: 17 e 18 de março nos corredores da Alece

Estrutura de custos e margens: onde as empresas perdem lucro sem perceber?

Análise da estrutura de custos e das margens é uma ferramenta estratégica imprescindível para garantir sustentabilidade financeira e crescimento saudável de empresas.

Em um cenário de margens cada vez mais pressionadas, aumento de custos operacionais e concorrência acirrada, muitas empresas enfrentam um problema silencioso: a perda gradual de rentabilidade sem que isso seja percebido de forma clara na rotina da gestão. A análise da estrutura de custos e das margens se torna, portanto, uma ferramenta estratégica para garantir sustentabilidade financeira e crescimento saudável.

De acordo com a especialista Victoria Bouzas, sócia e especialista em gestão econômica e financeira da ABAX Consultoria, é comum que empresários acreditem que o faturamento é o principal indicador de sucesso, quando, na prática, a margem é o que determina a saúde real do negócio.

“Crescer faturamento sem controle de custos pode gerar uma falsa sensação de prosperidade. Muitas empresas vendem mais e, ainda assim, lucram menos. Isso acontece porque a estrutura de custos não está sendo analisada com profundidade”, explica Victória.

Exemplos

Entre os principais pontos de perda de margem estão custos indiretos mal alocados, despesas fixas que crescem acima da receita e precificação equivocada. “Muitas empresas calculam o preço apenas com base no mercado ou aplicam um percentual padrão sobre o custo do produto, sem considerar despesas administrativas, comerciais, tributárias e financeiras. Isso corrói a margem ao longo do tempo”, detalhou a especialista em gestão econômica e financeira.

Outro fator crítico é a falta de acompanhamento detalhado dos custos variáveis. Pequenos aumentos em insumos, fretes, taxas ou comissões podem parecer irrelevantes isoladamente, mas, somados, impactam significativamente o resultado final.

Além disso, há casos em que produtos ou serviços aparentemente lucrativos, na verdade, subsidiam outros que operam com margem negativa. Sem uma análise individualizada por linha de produto, canal de venda ou cliente, a empresa pode estar mantendo operações deficitárias sem perceber.

Empresas do varejo, por exemplo, frequentemente oferecem descontos agressivos para ganhar mercado, mas não calculam corretamente o impacto desses descontos na margem líquida. Já no setor de serviços, é comum subestimar o custo da hora técnica, desconsiderando encargos trabalhistas, ociosidade e custos administrativos. “Quando a empresa não sabe exatamente quanto custa produzir ou entregar cada unidade de serviço, ela está tomando decisões no escuro. E decisões no escuro quase sempre reduzem margem”, alerta Victoria.

Há solução?

Segundo Victoria Bouzas, sócia da ABAX Consultoria, a solução começa com um diagnóstico detalhado da estrutura de custos. Isso inclui a separação clara entre custos fixos e variáveis, a correta alocação de despesas e a análise da margem de contribuição por produto ou serviço.

Outra prática recomendada é a implementação de indicadores de desempenho financeiro que permitam monitorar a evolução das margens de forma contínua, e não apenas ao final do exercício. 

“A gestão precisa sair do modo reativo e assumir uma postura estratégica. Analisar margem não é apenas cortar custos, mas entender onde está o verdadeiro valor do negócio e direcionar esforços para as áreas mais rentáveis”, destaca a sócia da ABAX Consultoria.

Por fim, Victoria Bouzas reforça que a cultura organizacional também precisa estar alinhada à eficiência. “Não se trata apenas do financeiro. Compras, comercial, operações e até o marketing impactam diretamente na margem. Quando todos entendem o peso das decisões no resultado final, a empresa passa a operar de forma muito mais inteligente”, finaliza.

Wee Travel leva coletivo feminino para imersão na Ásia

Em parceria entre a Wee Travel e a Viagens Além do Olhar, um grupo de 22 mulheres segue até o próximo dia 14 de março um roteiro especial pela cultura milenar, espiritualidade, natureza e experiências transformadoras no Sudeste Asiático. Conduzida por Natália Abreu e Rebecca Albuquerque, a viagem passará por Vietnã, Camboja e Tailândia.

A jornada de imersão pelo Oriente irá percorrer cidades históricas, templos sagrados, vilarejos tradicionais, rios, baías e ilhas paradisíacas, sempre com acompanhamento especializado. Fruto da união entre duas expertises complementares, a viagem possui toda a parte logística produzida pela Wee Travel, contemplando seleção de hotéis, fornecedores locais, guias licenciados, enquanto a curadoria conceitual leva a assinatura da “Viagens Além do Olhar”, priorizando experiências com significado, encontros humanos e leituras sensíveis dos destinos.

O coletivo feminino passará por Hanói e Hoi An, cidade tombada pela UNESCO, no Vietnã. No Camboja, o destaque é o lado budista de Siem Reap. Já na Tailândia, a capital Bangkok abre o roteiro que segue para as ilhas Phi Phi, encerrando a programação em um cenário de águas cristalinas e paisagens cinematográficas.

Na imagem: Rebecca Albuquerque e Natália Abreu

Instituto Katiana Pena abre 200 vagas gratuitas para novas turmas em 2026

As inscrições presenciais acontecem de 2 a 6 de março para as atividades de Balé, Jiu-Jítsu, Capoeira e Karatê.

O Instituto Katiana Pena (IKP) abre, de 2 a 6 de março, inscrições para 200 vagas gratuitas destinadas a novos alunos em 2026. As matrículas serão realizadas de forma presencial na sede da instituição.

As oportunidades são para as modalidades de Balé, Jiu-Jítsu, Capoeira e Karatê, voltadas a crianças a partir de 5 anos. Para participar, é necessário estar matriculado na escola formal e residir na região do Grande Bom Jardim e bairros adjacentes.

Com atuação voltada ao combate à desigualdade social por meio da dança, da arte, do esporte e da educação, o IKP atende atualmente mais de 700 crianças e jovens em Fortaleza e amplia, a cada ano, o número de beneficiados pelos projetos desenvolvidos na comunidade.

Para efetivar a matrícula, é obrigatória a presença do responsável legal e a apresentação da documentação completa: RG e CPF do aluno e do responsável, comprovante de residência, declaração escolar atualizada, cartão de vacinação, número do NIS e dois contatos ativos.

As inscrições serão realizadas de 9h às 18h, e somente serão confirmadas mediante a entrega de toda a documentação exigida.

Serviço
Inscrições para novas turmas 2026 – Instituto Katiana Pena
Período: 2 a 6 de março
Local: Sede do Instituto
Endereço: R. Mirtes Cordeiro – 3354 (Polo esportivo) – Granja Lisboa
Horário: 9h às 18h
Mais informações: @institutokp

QuintoAndar escolhe Fbiz comosua nova agência de mídia

QuintoAndar, maior plataforma de moradia da América Latina, escolheu a Fbiz para liderar sua mídia no Brasil.

Para Juliana Romano, Head de Mídia do QuintoAndar, “Optamos pela Fbiz por  enxergarmos neles um parceiro estratégico capaz de unir visão de negócio e leitura profunda de dados. O QuintoAndar segue evoluindo a experiência de moradia no Brasil, com o objetivo de ajudar cada vez mais pessoas a amar onde moram e a Fbiz chega com experiência em mídia, estratégia e insights para contribuir com o nosso ritmo acelerado de crescimento e transformação.”

O QuintoAndar atua em aluguel, compra e venda de imóveis residenciais e é reconhecido por transformar a jornada de moradia do brasileiro. Com mais de 15 milhões de acessos mensais, a plataforma usa tecnologia proprietária e dados para oferecer uma experiência mais simples, rápida e segura, com diferenciais como aluguel sem fiadorjornada digital de ponta a ponta e maior previsibilidade e segurança para proprietários, inquilinos, compradores e vendedores.

“Na Fbiz, nosso desafio é transformar as inovações do QuintoAndar em uma comunicação ainda mais relevante, fortalecendo a conexão da marca com as pessoas.”, afirma Fernanda Tedde, CEO da Fbiz.

Plataforma de Hidrogênio Verde do Ceará é finalista em premiação internacional da Esri 

A Plataforma de Hidrogênio Verde do Ceará, desenvolvida pelo Observatório da Indústria Ceará em parceria com o Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CIPP), a Agência de Desenvolvimento do Estado do Ceará (ADECE) e o Governo do Estado do Ceará, foi selecionada como finalista da competição internacional ArcGIS StoryMaps 2025, promovida pela Esri, referência mundial em geotecnologia.

A premiação reúne iniciativas de diferentes países criadas com as ferramentas ArcGIS StoryMaps e Living Atlas, reconhecidas por integrar mapas interativos, dados e análises em experiências digitais dinâmicas. Nesta edição, a competição conta com 34 plataformas finalistas, desenvolvidas por autores de 55 países, distribuídas em três categorias: Meio Ambiente, Pessoas e Infraestrutura. A Plataforma de Hidrogênio Verde do Ceará concorre na categoria Infraestrutura.

A escolha dos vencedores será feita por um júri técnico internacional e também por votação popular, aberta entre 10 de fevereiro e 10 de março, por meio do link bit.ly/premioEsri.

O reconhecimento internacional ocorre após a Plataforma vencer a etapa brasileira da premiação, a EuESRI 2025, na categoria Organização Privada, consolidando o protagonismo do Observatório da Indústria Ceará na produção de inteligência competitiva voltada ao desenvolvimento econômico sustentável.

Sobre a Plataforma de Hidrogênio Verde do Ceará
Lançada em maio de 2025, durante o “World Hydrogen Summit”, em Roterdã (Holanda), a Plataforma reúne dados atualizados, mapas interativos e análises estratégicas sobre o hub de hidrogênio verde em desenvolvimento no Pecém. O conteúdo apresenta informações sobre infraestrutura existente, empreendimentos envolvidos, políticas públicas de incentivo e indicadores relevantes do setor, contribuindo para ampliar a visibilidade do Ceará no cenário internacional e fortalecer o posicionamento do estado como polo estratégico para investimentos em energias renováveis.

A Plataforma de Hidrogênio Verde do Ceará está disponível em português e inglês, nos links https://arcg.is/XyzLi1https://arcg.is/1umKm02.

Sobre o Observatório da Indústria Ceará
Ligado ao Sistema FIEC, o Observatório da Indústria Ceará é voltado à produção de inteligência estratégica, estudos e análises para apoiar o desenvolvimento da indústria cearense e subsidiar decisões de empresas e formuladores de políticas públicas.

Serviço

Votação Popular
Período: 10 de fevereiro a 10 de março
Link: bit.ly/premioEsri

Fábio Alves, Eder Cavalcante e Vanessa Ibiapina fortalecem conexões no BS Design

Os advogados Fábio Alves e Eder Cavalcante, sócios do escritório Cavalcante, Alves & Falcão (CAF), realizaram, na sexta-feira, 27, uma visita à advogada Vanessa Holanda Ibiapina, no BS Design, em Fortaleza.

O encontro ocorreu na sede da COMEXJUS, empresa comandada por Vanessa e especializada em assessoria estratégica para comércio exterior, com atuação nas áreas de importação e exportação.

A visita teve caráter institucional e buscou fortalecer conexões e abrir novas possibilidades de atuação conjunta. “É o início de uma parceria que deve gerar bons frutos”, destacou Eder Cavalcante.

Mercado de semijoias avança no Brasil e impulsiona rede feminina de vendas em Fortaleza

Evento da Labelle Joias, nos dias 8 e 9 de março, reunirá mais de 150 revendedoras para lançamentos, networking e estratégias de ampliação de renda em um setor que cresce impulsionado pelo “luxo acessível”

A empresária Ednúsia Gomes, líder da marca Labelle Joias, organiza um encontro fechado para mais de 150 revendedoras de semijoias nos dias 8 e 9 de março, em Fortaleza. O evento, com local ainda a ser divulgado às convidadas, reúne lançamentos das coleções 2026 e ofertas com desconto de até 50%, pensadas para ampliar o lucro e o potencial de vendas das participantes.

Criada por Ednúsia a partir de sua experiência como representante comercial no setor, a Labelle Joias articula parcerias com empresas consolidadas no segmento, como a Condor e a Lolita Joias, oferecendo produtos que vão do uso cotidiano ao fashion, com foco nas necessidades e perfis variados de clientes.

Para Ednúsia, o encontro não é apenas uma vitrine de produtos, mas um momento de conexão entre mulheres empreendedoras e de fortalecimento de uma rede que, segundo ela, representa “autoestima, beleza e transformação”. A empresária ressalta que muitas revendedoras atuam com vendas porta a porta ou em lojas físicas em cidades do interior, e que o apoio da marca vai além da oferta de peças: “Nós não vendemos apenas semijoias. Vendemos oportunidade e autonomia financeira”, afirma.

Um setor em expansão e profissionalização

Dados divulgados por entidades como o Instituto Brasileiro de Gemas e Metais Preciosos indicam que o Brasil está entre os principais polos produtores de joias e folheados da América Latina, com forte presença de micro e pequenas empresas e grande participação feminina na cadeia de vendas. O segmento de joias, folheados e semijoias movimenta bilhões de reais por ano e mantém protagonismo nas exportações de produtos com maior valor agregado dentro da indústria criativa.

Levantamentos do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas apontam que o comércio de acessórios pessoais — incluindo semijoias — figura entre as atividades mais procuradas por mulheres que desejam empreender com investimento inicial reduzido e possibilidade de trabalho autônomo. A combinação entre baixo custo operacional, venda direta e uso intensivo das redes sociais tem favorecido a entrada de novas revendedoras no mercado.

O avanço do conceito de “luxo acessível” no Brasil é uma tendência que fortalece marcas de semijoias ao oferecer peças com banho de ouro ou ródio, design atualizado e preço significativamente inferior ao das joias maciças em ouro 18k. Esse posicionamento dialoga com um consumidor mais atento ao custo-benefício, mas que não abre mão de estética e durabilidade.

Semijoias: crescimento, moda e oportunidade

As semijoias ocupam um espaço cada vez mais relevante no universo da moda por aliarem durabilidade e custo acessível. Diferentemente das bijuterias, recebem banho de metais nobres, como ouro ou ródio, o que garante maior resistência e acabamento mais refinado. Já as joias tradicionais utilizam metais preciosos maciços, como ouro 18k, o que eleva o valor final da peça.

O segmento vem crescendo impulsionado pelo conceito de “luxo acessível” e pela força das redes sociais, que ampliaram a visibilidade das marcas e facilitaram o modelo de vendas diretas. Além de acompanhar tendências — muitas vezes alinhadas a movimentos globais apresentados em feiras internacionais do setor — as semijoias permitem maior rotatividade de estoque e margens atrativas para revendedoras, tornando-se alternativa estratégica para geração de renda.

Em Fortaleza, o encontro promovido pela Labelle Joias dialoga diretamente com esse cenário de expansão e profissionalização. Ao reunir mais de 150 mulheres em um evento fechado, a marca investe não apenas na apresentação de novas coleções, mas na consolidação de uma rede comercial que combina capacitação informal, troca de experiências e fortalecimento de vínculos.

Com expectativa de grande adesão, o encontro marca o início do calendário 2026 da Labelle Joias e reforça a proposta da marca: transformar brilho em oportunidade e negócio em autoestima, em sintonia com um mercado que cresce apoiado na criatividade, no empreendedorismo feminino e na democratização do consumo de moda.

Serviço

Evento exclusivo Labelle Joias

Datas: 8 e 9 de março

Local: Fortaleza (divulgado após agendamento)

Participação: exclusiva para revendedoras com horário previamente agendado

Informações e agendamento: Instagram @labellejoias2

Grupo Mulheres do Brasil é finalista internacional do Smiley Charity Film Awards 2026

Grupo convoca público para votação popular que está aberta pelo site oficial da premiação

O Grupo Mulheres do Brasil é finalista do Smiley Charity Film Awards 2026, uma das principais premiações internacionais dedicadas a filmes de impacto social. A organização concorre na categoria International Impact com o curta-metragem “Fios de Encontro – Threads of Connection” e convoca o público a participar da votação popular.

Reconhecido globalmente, o Smiley Charity Film Awards valoriza produções audiovisuais que ampliam a visibilidade de causas sociais e fortalecem organizações do terceiro setor. Além da avaliação de um júri especializado, a premiação conta com a categoria “People’s Choice”, definida por voto do público — etapa em que o engajamento popular é decisivo.

Gravado no Ceará, o filme apresenta a atuação do Grupo Mulheres do Brasil, por meio do projeto Terrartesã, na promoção da geração de renda por meio da economia solidária. A narrativa acompanha mulheres que, organizadas em rede, passam por capacitação técnica, ampliam a autonomia financeira e fortalecem suas comunidades.

Entre as iniciativas retratadas está o projeto Vozes da Liberdade, que capacita mulheres egressas do sistema prisional em diferentes segmentos do artesanato como estratégia de reinserção social e acesso ao mercado de trabalho.

O curta também evidencia a valorização da Renda Tenerife, técnica de origem espanhola resgatada no Brasil especialmente no Ceará. O saber artesanal é aplicado na produção de peças para a indústria da moda, conectando tradição e produção contemporânea com foco em geração de renda, preservação cultural e impacto social.

“Quando uma mulher prospera, toda a comunidade cresce junto. O filme é um retrato dessa força coletiva e do impacto que nasce das redes de apoio”, afirma Annette Reeves, cofundadora do Grupo Mulheres do Brasil.

Como votar

A votação popular já está aberta. Para apoiar “Fios de Encontro – Threads of Connection”, o público deve acessar o link oficial da premiação, realizar um cadastro simples e registrar seu voto  (https://smileycharityfilmawards.com/films/fios-de-encontro-threads-of-connection).

O filme também pode ser assistido no YouTube (https://www.youtube.com/watch?v=isfxeuPw0Pk).

Sobre o Grupo Mulheres do Brasil

Fundado em 2013, o Grupo Mulheres do Brasil é uma organização da sociedade civil presente em 21 países, com mais de 137 mil voluntárias. A instituição atua em áreas como combate à violência contra a mulher, empreendedorismo, educação, saúde e políticas públicas, promovendo o protagonismo feminino e a transformação social.