“Perdigoto” transforma podcast em arquivo vivo do teatro brasileiro contemporâneo

O cenário das artes cênicas brasileiras ganha um registro histórico de fôlego com a consolidação do Podcast Perdigoto. Idealizado, roteirizado e apresentado pelos atores Aury Porto e Leonardo Ventura, o projeto nasce de um esforço monumental de dez meses de pesquisa e escuta para documentar as memórias, práticas e pensamentos de quem constrói o teatro no Brasil hoje. Realizado pela mundana companhia no âmbito de sua residência artística no Instituto Capobianco, o podcast já acumula cerca de 165 horas de gravações com 55 convidados de todas as regiões do país, lançando episódios semanais que desafiam o apagamento histórico de territórios fora do eixo Rio–São Paulo.

A gênese do projeto remonta ao período da pandemia, quando Aury Porto percebeu o vácuo de conteúdos teatrais no universo dos podcasts — o que ele define como “rádio sob demanda”. Para preencher essa lacuna, uniu-se a Leonardo Ventura e aos curadores Alexandre Mate e Wlad Lima, referências na crítica e na pesquisa acadêmica. O nome “Perdigoto” sintetiza o espírito da obra: a troca direta, a oralidade e a presença física. “Perdigoto é de falar e ouvir. É essa saliva que a gente produz tanto fazendo teatro quanto fazendo rádio”, explica Aury.

Um Manifesto de Insurgência e Memória

Desde o episódio de estreia, “As Vozes Insurgentes na História do Teatro Brasileiro”, o programa estabelece um tom político ao questionar narrativas consagradas. Com as participações de Alexandre Mate, Valéria Andrade e Álvaro Assad, o debate denuncia como figuras populares foram excluídas dos registros oficiais. Essa investigação sobre a memória ganha contornos práticos no diálogo entre Marcos Malafaia (Grupo Giramundo/MG) e Lindolfo Amaral (Grupo Imbuaça/SE), que discutem a preservação material de acervos de bonecos e a transmissão sensível de saberes imateriais.

A pluralidade estética do Brasil é explorada ao aproximar o Teatro de Revista, em suas origens urbanas e musicais, das Dramistas do interior do Ceará — uma tradição majoritariamente feminina que preserva fábulas e histórias geracionais. O podcast revela como essas manifestações, embora distintas em origem, dialogam na construção de uma identidade cênica nacional.

Formação, Pedagogia e a Tensão Acadêmica

O debate sobre o “fazer” e o “ensinar” ocupa lugar central. O Perdigoto promove o encontro entre a Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz (RS), representada por Tânia Farias, e a experiência universitária de Cláudio Cajaíba (UFBA), confrontando a liberdade dos cursos livres com o rigor acadêmico. Essa reflexão se estende ao encontro histórico entre Amir Haddad (Grupo Tá na Rua/RJ) e a diretora Maria Thaís. Apesar de pertencerem a gerações e estéticas diferentes, ambos convergem na defesa de uma pedagogia indissociável da criação e na figura do artista como um cidadão ativo, recusando perspectivas burguesas de produção.

A relação entre a universidade e o palco é aprofundada por Cibele Forjaz (SP) e Gisele Vasconcelos (MA), que analisam os ganhos da pesquisa acadêmica em contraste com as burocracias que muitas vezes engessam a liberdade criativa.

Descentralização e Territórios de Resistência

O projeto percorre o Brasil profundo para ouvir Tácito Borralho (MA), criador do Laborarte, e Leidson Ferraz (PE), que traça um panorama dos grupos de Recife fincados em movimentos sociais e no legado de Hermilo Borba Filho. O podcast também documenta pesquisas decoloniais, como a busca de Lauande Aires por alternativas no Bumba meu Boi e as teorizações de Monilson Mony sobre o “Nego Fugido”.

A realidade do teatro de rua é narrada pelas experiências do Grupo Ruante (RO) e do Grupo Teatro Revirado (SC). Já os desafios de continuidade em comunidades do Nordeste aparecem nas vozes do Clowns de Shakespeare (RN) e do Jucá de Teatro (CE), revelando como grupos inventam caminhos quando o apoio institucional falha. O mapeamento avança por territórios em conflito, com relatos de Fernando Cruz (Teatro Imaginário Maracangalha/MS) e Thiago Reis Vasconcelos (Cia Antropofágica/SP) sobre a ocupação poética em meio à violência urbana.

O Teatro nos Subterrâneos e nas Bordas

A diversidade de gêneros ganha voz com a mestre Iracema Oliveira (PA) e seu Teatro de Pássaros, e com Wyller Villacas (ES), inspirado na devoção do Congo. O fenômeno dos espaços não convencionais é analisado por Olinda Charone, que fala sobre o “teatro de porão” em Belém, e por Marcos Felipe, que detalha a efervescência do Teatro de Contêiner em São Paulo.

O financiamento e as políticas culturais também são esmiuçados, traçando um panorama desde o TBC, os CPCs e o Teatro de Arena até o movimento Arte contra a Barbárie. O debate sobre a descentralização dos recursos é instruído por Lela Do Cerrado (DF) e Cleber Ferreira (AM), que apresenta o conceito do “Fator Amazônico”.

No último episódio disponível, o Perdigoto homenageia os brasileiros “aguerridos” que investem recursos próprios na preservação de bens artísticos: do histórico no sertão cearense de Dane de Jade à atuação na metrópole paulistana de Roberto Capobianco.

Com trilha sonora de Ivan Garro, produção de Nana Yazbek e identidade visual de Mariano Mattos Martins, o Podcast Perdigoto se consolida como um documento vivo. “Nosso público é a própria gente do teatro: quem está se formando, quem já se formou, professores e alunos. A ideia é dividir esse material com todos”, resume Aury Porto.

Serviço

Podcast Perdigoto

Idealização e apresentação: Aury Porto e Leonardo Ventura

Curadoria: Alexandre Mate e Wlad Lima

Realização: Mundana Companhia e Instituto Capobianco

Episódios: Disponíveis todas as quartas-feiras nas principais plataformas de áudio.

Link para acesso no Spotify:

Sorvetes Frosty inaugura mais de 40 lojas em 2025 e amplia expansão no Norte e Nordeste 

Para 2026, a marca projeta inaugurar 60 novas lojas, com investimentos em torno de R$20 milhões

A Sorvetes Frosty inaugurou mais de 40 lojas ao longo de 2025, com investimento superior a R$10 milhões, ampliando a sua operação em diferentes mercados. No período, a marca também registrou crescimento de 20% no faturamento em comparação com 2024, impulsionado pela expansão da rede de unidades, pela entrada em novos mercados e pelo fortalecimento da presença em regiões onde já atuava.

Entre os avanços registrados em 2025, estão a chegada da Frosty a cidades onde a marca ainda não possuía operação, como Horizonte e Santa Quitéria, ambas no Ceará, além da inauguração das primeiras unidades fora do Nordeste, localizadas em Belém, no Pará.

Para 2026, a Sorvetes Frosty projeta a inauguração de 60 novas lojas, dentro de um plano de expansão que prevê investimentos em torno de R$20 milhões. A expectativa da companhia é que esse movimento resulte em um crescimento de aproximadamente 30% no faturamento no mesmo ano.

Para Edgard Filipe Segantini, CEO da Sorvetes Frosty, 2025 representou um período de consolidação e preparação para os próximos passos da empresa. “Foi um ano de crescimento consistente, em que conseguimos ampliar nossa rede de lojas, chegar a novos mercados e fortalecer a estrutura da Frosty. A entrada em cidades estratégicas e a expansão para fora do Nordeste mostram a maturidade do nosso plano de crescimento. Ao mesmo tempo, seguimos atentos à eficiência da operação e à sustentabilidade do negócio, criando bases sólidas para os próximos anos. Os números que temos hoje são dados preliminares de dezembro e ainda podem crescer até o fechamento do ano”, afirma.

Primeiras lojas fora do Nordeste

Em 2025, a Frosty deu início à sua operação fora do Nordeste com a inauguração de cinco unidades em Belém, capital do Pará. As lojas foram abertas nos bairros Telégrafo, Cremação, Jurunas, Guamá e Marco, com investimento aproximado de R$1,2 milhão. Com a movimentação, a marca passou a atuar também na região Norte, ampliando sua presença nacional e alcançando sete estados brasileiros.

De acordo com Edgard Filipe, a escolha por Belém está alinhada à estratégia de crescimento da empresa. “Belém é um mercado relevante, com forte potencial de consumo e características que dialogam com o nosso modelo de negócio. A entrada no Norte representa um passo importante na expansão nacional da Frosty e reforça nossa estratégia de crescimento estruturado, avaliando mercados com potencial de escala e operação sustentável”, destaca.

Novo CEO toma posse

Outro ponto importante em 2025 foi a posse de Edgard Filipe Segantini como novo CEO da Sorvetes Frosty. Ele assumiu o cargo após um processo de sucessão planejado, enquanto Edgard Segantini Júnior passou a ocupar a presidência do Conselho Administrativo da empresa. Além disso, houve também outras mudanças na estrutura interna, com a promoção de Hugo Sampaio ao cargo de diretor de operações e expansão, a nomeação de Fauber Diogo como Chief Revenue Officer (CRO) e a ascensão de Wilderlândia Uchôa à diretoria de gente e cultura.

Sobre o novo ciclo à frente da empresa, Edgard Filipe afirma que o foco permanece no crescimento com planejamento. 

“Assumir a posição de CEO em um ano tão representativo para a Frosty reforça o compromisso com a continuidade do trabalho que vem sendo construído ao longo dos anos. Seguimos focados em crescimento sustentável, inovação e fortalecimento da cultura interna, mantendo a atenção tanto na expansão da marca quanto na eficiência da operação e no desenvolvimento das pessoas que fazem parte da empresa”, conclui.

Sobre a Sorvetes Frosty

Presente em sete estados brasileiros – Ceará, Rio Grande do Norte, Maranhão, Piauí, Pernambuco, Paraíba e Pará, a Sorvetes Frosty tem sido um importante catalisador para o crescimento econômico das localidades onde atua. Com mais de 140 lojas e um portfólio superior a 200 produtos, a empresa oferece sorvetes, picolés, açaí, polpas de frutas, paletas e gelos para drinks.

Sob a direção de Edgard Filipe Segantini, a empresa aposta em modelos de varejo e atacado, permitindo que os consumidores adquiram produtos com preços de atacado a partir de cinco unidades, reforçando sua proposta de acessibilidade e volume.

Janeiro Branco: cuidar da saúde mental é despedida amorosa

Por: Elaine de Tomy, psicanalista e vice-presidente do Instituto Revoar

Falar sobre saúde mental é falar sobre a vida em movimento. Em diferentes fases da existência, somos convidados a revisar caminhos, repensar escolhas e buscar novos sentidos para aquilo que vivemos. Cuidar da mente, nesse contexto, não é apenas uma resposta a momentos de crise, mas um compromisso contínuo com o bem-estar e a qualidade de vida.

Muitas pessoas convivem, por longos períodos, com sinais de sofrimento emocional que passam despercebidos ou são minimizados. Cansaço constante, tristeza persistente, irritabilidade e dificuldade de concentração são manifestações comuns de uma saúde mental fragilizada. Reconhecer esses sinais é essencial para interromper ciclos de adoecimento e abrir espaço para o cuidado e a reconstrução.

Cuidar da saúde mental é um ato de amor-próprio e também de responsabilidade coletiva. Quando criamos ambientes mais acolhedores, incentivamos a escuta e validamos as emoções, contribuímos para que as pessoas se sintam seguras para buscar ajuda. A saúde emocional se constrói no cotidiano, nas relações familiares, no trabalho e na forma como lidamos com nossas limitações.

Ainda vivemos em uma cultura que valoriza o silêncio diante do sofrimento psíquico. Reconhecer a necessidade de apoio é um gesto de coragem. Promover o cuidado com a saúde mental é fortalecer uma sociedade mais empática.

Falar de saúde mental é falar de prevenção, presença e recomeços possíveis. Pequenas mudanças, sustentadas pelo cuidado, podem gerar grandes transformações.

 Sobre a Rede Memorial Fortaleza:

Desde 1995, iniciou suas atividades com a funerária Cred Urna. Em 2001, inaugurou o Cemitério Memorial Fortaleza. Em 2017, fundou o Instituto Revoar, que promove informação e reflexão sobre saúde emocional de forma gratuita. Recentemente, criou o Memorial Fortaleza Pet.

Volta às aulas: especialista aponta estratégias para organizar a rotina e reduzir a ansiedade no início do ano letivo

Com a proximidade do retorno às aulas, famílias e estudantes retomam a rotina escolar após o período de férias, um momento que costuma exigir adaptação gradual, especialmente nas primeiras semanas do ano letivo. Educadores ressaltam que esse período inicial é determinante tanto para o desempenho acadêmico quanto para o bem-estar emocional de crianças e adolescentes, sobretudo em casos de mudança de turma, professores ou etapa de ensino.

Entre as principais recomendações está a reorganização da rotina antes do início das aulas. Ajustar progressivamente os horários de sono, alimentação e estudo contribui para a retomada do ritmo escolar de forma mais equilibrada, reduzindo impactos como cansaço excessivo e dificuldade de concentração. A previsibilidade da rotina tende a diminuir a ansiedade e favorecer a adaptação ao novo ciclo.

A organização do material escolar também é apontada como um fator relevante nesse processo. Especialistas orientam que as famílias priorizem itens essenciais, reaproveitem materiais em bom estado e evitem excessos. “Além de facilitar a rotina diária, escolhas mais funcionais estimulam a autonomia dos estudantes e contribuem para um ambiente de aprendizagem mais organizado”, explica Paulo Passos, psicólogo e orientador educacional de ensino médio da unidade Centro (NGS) do Colégio 7 de Setembro.

Outro ponto de atenção envolve as transições escolares, como a passagem para o Ensino Fundamental II ou para o Ensino Médio. Nesses casos, o diálogo entre família e estudante é fundamental para alinhar expectativas, esclarecer dúvidas e incentivar a construção de vínculos. A adaptação envolve conteúdos pedagógicos e também aspectos sociais e emocionais que impactam diretamente a experiência escolar.

Segundo Passos, o acompanhamento próximo permite identificar eventuais dificuldades e oferecer suporte adequado desde o início do ano letivo. “As primeiras semanas de aula são fundamentais para estabelecer uma rotina saudável e fortalecer vínculos. Quando família e escola atuam em parceria, o estudante se sente mais seguro para lidar com as mudanças, o que favorece uma adaptação mais tranquila e consistente”, afirma Paulo Passos.

Educadores reforçam que o retorno às aulas deve ocorrer de forma gradual, sem excesso de cobrança. O equilíbrio entre organização, acolhimento e acompanhamento tende a favorecer o engajamento dos estudantes e a construção de um percurso escolar mais positivo ao longo do ano.

Certificação em Medicina de Família ganha destaque e amplia oportunidades para médicos no país

Nova edição da Prova de Título amplia caminhos profissionais na Atenção Primária

A publicação do edital da 37ª Prova de Título de Especialista em Medicina de Família e Comunidade reacendeu o interesse de médicos de todo o país por uma das áreas mais estratégicas do sistema de saúde brasileiro. Em um cenário de demanda crescente por Atenção Primária qualificada, a certificação ganha relevância não apenas como avanço de carreira, mas como instrumento fundamental para o fortalecimento do SUS e para a organização do cuidado nos municípios.

O edital e seus anexos já estão disponíveis no site da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (SBMFC), que também abriu oficialmente o período de inscrições. Reconhecida como uma das principais portas de entrada para a especialização, a prova está diretamente ligada à qualificação das equipes básicas que atuam na linha de frente do sistema de saúde.

Atualmente, o Brasil conta com algo entre 40 e 50 mil postos de Atenção Primária, distribuídos em municípios com realidades socioeconômicas bastante distintas. Em muitos desses locais, o médico de família exerce papel central na coordenação do cuidado, na prevenção de agravos e na redução de internações evitáveis. Nesse contexto, o título de especialista deixa de ser apenas um diferencial curricular e passa a representar um compromisso concreto com a qualidade da assistência prestada à população.

Nos últimos anos, a prova da SBMFC passou por mudanças significativas e hoje exige dos candidatos raciocínio clínico aprofundado, domínio das diretrizes que orientam a Atenção Primária e capacidade de resolver situações de maior complexidade. A evolução do exame acompanha a própria transformação do SUS, que tem se apoiado cada vez mais em equipes resolutivas e em um modelo de cuidado contínuo, centrado no paciente.

Preparação é importante

Com a publicação do novo edital, cresce também a procura por cursos de preparação específicos para o exame. Entre as iniciativas consolidadas no país está a MedExperts, que atua com metodologias ativas, revisão sistemática de conteúdos e simulações realistas. A empresa já formou mais de mil médicos e se tornou referência nacional no treinamento voltado à certificação em Medicina de Família e Comunidade.

Para o CEO da MedExperts, Helio Cruz, o novo edital reforça a importância de uma formação sólida para quem deseja atuar na Atenção Primária. Segundo ele, a complexidade crescente do exame reflete a evolução do cuidado no SUS e torna a qualificação adequada um fator decisivo tanto para o desempenho na prova quanto para a segurança na prática clínica.

“A ampliação do número de médicos de família impacta diretamente a melhoria dos indicadores de prevenção, a redução de filas, o fortalecimento do cuidado contínuo e a resolutividade das equipes básicas. Com o edital do 37º TEMFC publicado, médicos de todo o país têm uma nova oportunidade de obter o título e avançar na carreira”, afirma.

Nos concursos mais recentes da SBMFC, cerca de 600 alunos preparados pela MedExperts foram aprovados no certame, resultado que reforça a importância do investimento em capacitação estruturada. O novo edital, portanto, vai além de um marco administrativo: representa mais um passo na consolidação da Medicina de Família como pilar essencial para um sistema de saúde mais eficiente, racional e humano.

Mais informações sobre o edital estão disponíveis em:

Crédito da foto: Agência Brasil

Dicas para o consumo consciente de bebidas alcoólicas nas celebrações de fim de ano

Programa Saber Beber, do Grupo Petrópolis, orienta sobre os cuidados que se deve tomar nessa época do ano, para aproveitar as celebrações sem contratempos

As confraternizações e as festas de fim de ano costumam reunir amigos e família em momentos de celebração. Esses encontros podem ficar mais leves e descontraídos se incluírem o consumo moderado de bebidas alcoólicas pelos adultos. Para ajudar as pessoas a curtirem essas ocasiões com tranquilidade e equilíbrio, o Grupo Petrópolis – maior cervejaria com capital 100% nacional –, preparou orientações com algumas dicas para aproveitar as festas de fim de ano e beber moderadamente. A iniciativa faz parte do programa de consumo responsável, o Saber Beber, querealiza diversas ações em eventos patrocinados pelas marcas do Grupo e junto a consumidores em bares e restaurantes.

Beber com moderação pode fazer parte de uma noite agradável, tornando a confraternização um momento de alegria e diversão. Beber além dos seus limites pode levar a uma noite que você preferiria esquecer. Confira algumas dicas:

Procure se hidratar

O álcool em excesso tem efeito desidratante, o que pode acelerar os efeitos no organismo e gerar desconfortos do dia seguinte. Por isso, a dica fundamental é a hidratação. Consumir água, sucos e outras bebidas não alcoólicas durante e após os drinques ajuda o corpo a se recuperar melhor. Segundo estudos do Journal of Clinical Medicine, manter-se hidratado reduz os sintomas da ressaca em até 35%.  A recomendação é consumir a proporção de 1:1, ou seja, a cada drink ou cerveja consumidos, beber 1 copo de água.

Evite beber álcool com o estômago vazio

Nas celebrações, consuma a bebida moderadamente e certifique-se de não beber com o estômago vazio. Comer antes e durante as celebrações diminui a velocidade de absorção do álcool pelo organismo, proporcionando uma experiência mais equilibrada e agradável.

Se beber, não dirija

Planejar o deslocamento para as festas e confraternizações é indispensável. Lembre-se: bebida e direção não combinam. Uma parcela significativa (30%) dos acidentes fatais de trânsito envolve motoristas embriagados (dados do DataSUS). Por isso, agendar uma carona, ter um “motorista da vez” no grupo, ou optar por transporte por aplicativo ou táxi são as melhores alternativas. O álcool afeta o seu julgamento e o tempo de reação, por isso dirigir está fora de questão se você consumiu alguma bebida alcoólica.

Bebida alcoólica só pode ser consumida por maiores de idade

Todos sabem, mas nunca é demais lembrar que é proibida a venda ou o oferecimento de bebidas alcoólicas a menores de 18 anos. O consumo consciente envolve atitudes que ajudam a criar ambientes acolhedores. Isso inclui jamais pressionar ou incentivar outras pessoas a beberem.

Respeite os próprios limites

Cada pessoa reage de uma forma diferente ao álcool. Por isso, degustar a bebida com calma e conhecer e respeitar os próprios limites é a atitude mais responsável. Segundo o National Institute on Alcohol Abuse and Alcoholism (NIAAA), o fígado precisa de pelo menos uma hora para processar uma dose. Ou seja, beber devagar e apreciar a qualidade – e não a quantidade – é a chave para garantir o bem-estar.

Beba sem exagero e divirta-se

Uma coisa é curtir uns drinques e dançar a noite toda, outra bem diferente é beber demais e fazer algo de que se arrependa. O consumo de álcool é uma questão de julgamento e de responsabilidade individual. Beber com sabedoria significa que você pode se divertir e se manter em segurança. Afinal, não há nada de errado em beber. Errado é não Saber Beber.

Fique de olho nos seus amigos

Numa balada ou numa festa, quando perceber que algum amigo estiver bebendo mais do que deveria, falar com ele e aconselhá-lo a trocar por uma bebida sem álcool ou tomar água pode ser suficiente para impedi-lo de fazer algo que não deveria. E, se um amigo bebeu, não o deixe dirigir. Ofereça uma carona segura ou chame um transporte por aplicativo.

Tenha sempre um celular

Leve sempre com você um celular totalmente carregado. Caso não possua um telefone próprio, ou fique sem bateria, certifique-se com seus amigos de que haverá um aparelho disponível para qualquer emergência.

Recuperação

Se você bebeu, nada além do tempo eliminará os efeitos do álcool no seu corpo. Tomar café, um banho frio e outros supostos “remédios” podem gerar uma sensação de melhora, mas não reduzirão o nível de álcool no sangue. Tampouco aliviarão os efeitos do álcool em sua capacidade de discernimento.

O Programa Saber Beber é a plataforma do Grupo Petrópolis dedicada à conscientização sobre o consumo moderado de bebidas. Como uma das maiores cervejarias do país, a empresa está comprometida em orientar as pessoas sobre o consumo responsável de bebidas e as consequências do consumo exagerado de álcool.

Mais do que orientar sobre o consumo responsável, o Saber Beber se tornou uma das principais frentes de conscientização do Grupo Petrópolis. O programa amplia a discussão sobre cuidado, respeito e segurança, reforçando que escolhas conscientes contribuem para ambientes mais saudáveis para todos. Esse compromisso ganhou ainda mais força em 2024, quando a companhia se tornou signatária do Pacto Ninguém Se Cala, iniciativa do Ministério Público de São Paulo e do Ministério Público do Trabalho que mobiliza empresas em todo o país no combate ao assédio e à violência contra a mulher. Como cervejaria, o Grupo busca conscientizar parceiros, clientes e consumidores sobre os riscos do consumo excessivo de bebida alcoólica.

Crescimento das fintechs acelera e traz foco redobrado em governança

A presença das fintechs no cotidiano dos brasileiros deixou de ser novidade para se tornar parte estrutural do sistema financeiro. O país vive um dos ambientes mais dinâmicos do mundo para soluções digitais, resultado da combinação entre tecnologia acessível, consumidores mais conectados e uma regulação que, nos últimos anos, estimulou a entrada de novos modelos de negócio.

Um exemplo do sucesso dessa fórmula é o caso da Somapay, que acumula mais de dez anos desenvolvendo soluções para pagamento de folha e crédito consignado responsável. Apenas em 2025, a companhia movimentou mais de R$ 30 bilhões de TPV, resultado que reforça a consolidação das operações do grupo.

A expansão do setor permitiu que empresas de tecnologia financeira reinventassem a experiência bancária, oferecendo serviços mais rápidos, menos burocráticos e capazes de alcançar públicos antes pouco atendidos, como trabalhadores informais, pequenas empresas e segmentos com alta rotatividade de mão de obra. O avanço, porém, trouxe também a necessidade de um novo equilíbrio entre expansão e segurança.

Regulação, compliance e robustez

O Banco Central iniciou recentemente um movimento de reforço regulatório, ampliando exigências de governança, prevenção a ilícitos e rastreabilidade das operações. A medida se concentra especialmente no uso indevido de contas bolsão – contas que concentram valores antes da distribuição, mas que podem comprometer o controle e a rastreabilidade quando mal utilizadas — e na atuação de instituições sem supervisão adequada. 

Para Diogo Didini, diretor de expansão da Somapay, a adaptação do setor ao novo ambiente regulatório é um marco importante. “O mercado evoluiu rápido, e agora entra em uma fase que exige maturidade. As fintechs que priorizam governança, controles internos e integração transparente tendem a se destacar em um cenário cada vez mais rigoroso”, afirma.

Nesse contexto, ganham relevância empresas que já nasceram com foco em compliance e estrutura robusta. A Somapay atua hoje como Instituição Financeira SCD, com requisitos completos de auditoria, contabilidade regulatória e vinculação direta ao Banco Central, garantindo rastreabilidade total das movimentações.

A trajetória das fintechs no Brasil mostra que a inovação financeira só se sustenta quando caminha ao lado da responsabilidade, processos mais transparentes e impacto real na vida de empresas e trabalhadores.

Frosty lança morango congelado e amplia portfólio com opção prática e versátil para o dia a dia

Produto chegou às lojas na segunda-feira, 22, com frutas selecionadas, frescor preservado e embalagem de 1 kg

A Sorvetes Frosty anunciou o lançamento do morango congelado, que passa a integrar o portfólio da marca no último dia 22 de dezembro. Pensado para facilitar a rotina do consumidor sem abrir mão da qualidade, o produto consiste em morangos inteiros, selecionados um a um e congelados no ponto ideal de maturação, garantindo sabor, textura e frescor da fruta.

Colhidos no momento certo e submetidos a um processo rápido de congelamento, os morangos preservam suas características naturais, como o sabor clássico e a consistência da fruta fresca. Além disso, são fonte de vitamina C, fibras e antioxidantes naturais, contribuindo para a saúde da pele, fortalecimento da imunidade e bem-estar geral.

Outro diferencial do lançamento é a praticidade. Os morangos já vêm higienizados, inteiros e prontos para uso, otimizando o tempo de preparo em diferentes receitas. O produto é ideal para o preparo de sucos, smoothies, sobremesas, recheios, coberturas ou até mesmo para consumo puro, como um lanche saudável e refrescante.

Disponível em embalagem de 1,002 kg, o morango congelado Frosty oferece excelente custo-benefício, sendo uma opção tanto para o consumo familiar quanto para quem busca versatilidade na cozinha.

Para Edgard Filipe Segantini, CEO da Frosty, o lançamento reforça a estratégia da empresa de diversificar o portfólio e atender às novas demandas do consumidor. “Estamos atentos aos hábitos de consumo e à busca crescente por produtos práticos, nutritivos e de alta qualidade. O morango congelado chega para complementar nosso mix, oferecendo uma solução versátil, que se adapta a diferentes momentos e estilos de vida, sem abrir mão do sabor e do cuidado que fazem parte do DNA da Frosty”, declara.

Sobre a Sorvetes Frosty

Presente em sete estados brasileiros – Ceará, Rio Grande do Norte, Maranhão, Piauí, Pernambuco, Paraíba e Pará, a Sorvetes Frosty tem sido um importante catalisador para o crescimento econômico das localidades onde atua. Com 140 lojas e um portfólio superior a 200 produtos, a empresa oferece sorvetes, picolés, açaí, polpas de frutas, paletas e gelos para drinks.

Sob a direção de Edgard Filipe Segantini, a empresa aposta em modelos de varejo e atacado, permitindo que os consumidores adquiram produtos com preços de atacado a partir de cinco unidades, reforçando sua proposta de acessibilidade e volume.

Prazo para apoiar projetos culturais do transporte brasileiro se encerra em 31 de dezembro

O dia 31 de dezembro marca o encerramento definitivo do prazo para que pessoas físicas e empresas direcionem parte do Imposto de Renda devido a projetos culturais por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, que registrou números históricos no ano de 2025. Dados do Ministério da Cultura mostram que, de janeiro a outubro, mais de 22,5 mil propostas culturais foram submetidas, número recorde da série histórica, e que os projetos vinculados à legislação captaram mais de R$ 1,59 bilhão, valor 20,6% superior ao registrado no mesmo período de 2024.

A Fundação Memória do Transporte (FuMTran) reforça a importância da destinação do Imposto de Renda para seus projetos culturais aprovados na Lei de Incentivo. Antonio Luiz Leite, presidente da FuMTran, reforça que os recursos são essenciais para assegurar a continuidade das ações da instituição, que hoje mantém um acervo com mais de 17 mil objetos, entre documentos, imagens, mapas, registros e itens históricos do transporte. “A preservação da memória do transporte brasileiro é um ativo estratégico para o país, porque registra decisões, soluções logísticas e trajetórias empresariais que moldaram o desenvolvimento nacional. Por meio da Lei de Incentivo à Cultura, empresas tributadas pelo lucro real podem direcionar até 4% do Imposto de Renda devido a projetos como o da FuMTran, assegurando a continuidade de um trabalho técnico, reconhecido e de interesse público”, disse o executivo.

Ao longo de 2025, a FuMTran ampliou de forma consistente suas frentes de atuação em pesquisa, difusão e educação patrimonial. A Fundação registrou crescimento expressivo na indexação de novos itens ao acervo digital, ampliou sua presença em eventos e fortaleceu ações editoriais e audiovisuais, incluindo a produção de documentários institucionais e projetos comemorativos ligados à história de empresas e entidades do setor. 

Entre os projetos em desenvolvimento e com continuidade prevista para 2026, destacam-se iniciativas editoriais e de registro histórico. Um dos destaques é o livro “A História do Transporte na Amazônia”, que resgata os desafios logísticos e as soluções criativas responsáveis pela integração da região Norte ao restante do país. Outro projeto é “A Era das Máquinas: História dos Guindastes no Brasil”, que revisita a evolução tecnológica e operacional desses equipamentos fundamentais para a infraestrutura e a construção pesada. Complementando essas iniciativas, o projeto FuMTran Perspectiva seguirá ativo em 2026, com o propósito de registrar depoimentos de autoridades e lideranças do setor, fortalecer o diálogo institucional e valorizar a contribuição dos diversos modais para a memória e o futuro do transporte brasileiro.

No campo institucional, a FuMTran também avançou em articulações estratégicas. Em São Paulo, a Fundação realizou uma reunião no Memorial da América Latina para discutir a construção de uma parceria voltada ao fortalecimento das ações culturais de preservação, difusão e valorização da memória do transporte brasileiro e de sua conexão com a América Latina. Em Brasília, representantes da Fundação participaram de encontros com lideranças do Sistema Transporte, incluindo a Confederação Nacional do Transporte – CNT, o Serviço Social do Transporte e o Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte – SEST SENAT e o Instituto de Transporte e Logística – ITL, agendas que integraram a programação do projeto FuMTran Perspectiva.

Para o presidente da FuMTran, a proximidade do prazo final reforça o caráter estratégico da decisão. “Destinar parte do Imposto de Renda até 31 de dezembro é uma escolha consciente que transforma obrigação fiscal em investimento cultural. Esse direcionamento permite preservar registros, trajetórias e decisões que ajudaram a estruturar o transporte brasileiro ao longo das décadas. Ao apoiar a FuMTran, empresas contribuem para a valorização da memória do setor e ajudam a deixar um legado histórico consistente para as próximas gerações”, conclui Antonio Luiz Leite.

Sobre a FuMTran – Fundação Memória do Transporte

A FuMTran – Fundação Memória do Transporte nasceu em março de 1996, instituída pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), com a missão de preservar e divulgar a memória, a história e a cultura do transporte brasileiro em todas as modalidades. A entidade atua na conservação e difusão do patrimônio histórico-cultural do transporte nacional, abrangendo os modais rodoviário, ferroviário, aquaviário e aeroviário – de cargas e passageiros – além da infraestrutura e logística.

Ceará registra alta de 7,6% em energia solar e tem 5º maior crescimento do país em 2025

Ceará registra alta de 7,6% em energia solar e tem 5º maior crescimento do país em 2025

Dados da ANEEL mostram avanço na geração residencial no ano, impulsionado por crédito facilitado e redução dos custos

O Ceará segue ampliando sua presença na matriz elétrica nacional e registrou, entre janeiro e novembro de 2025, um aumento de 7,6% na potência instalada de energia solar por meio da geração distribuída em comparação com igual período de 2024, segundo dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).

O desempenho coloca o estado como o quinto maior crescimento do país nesse indicador. Já são 28.075 sistemas solares residenciais e comerciais ativos no Ceará. A expansão confirma que o uso de energia solar em telhados continua avançando de forma consistente, impulsionado pela maior oferta de linhas de financiamento voltadas ao setor.

Esse avanço reflete a rápida adoção de sistemas fotovoltaicos em residências e pequenos negócios, que utilizam a energia produzida para reduzir os gastos na conta de luz. A potência instalada, que representa a capacidade total de geração desses equipamentos, alcançou 345.554,81 kW em 2025 no Ceará, reforçando o papel da geração distribuída como motor da transição energética no estado.

O acesso facilitado ao crédito tem sido um dos principais vetores desse movimento. O Sicredi, por exemplo, registrou a marca de R$ 69 milhões em financiamentos ativos na carteira de crédito voltada à energia solar. O número demonstra que mais consumidores têm encontrado nas linhas de crédito da instituição uma forma de viabilizar seus projetos solares.

De acordo com Ana Paula Medeiros Vieira, Coordenadora de Ciclo de Crédito da Central Sicredi Nordeste, a procura por financiamento permanece em trajetória ascendente. “Observamos que cada vez mais famílias e empresas conseguem viabilizar seus projetos graças a condições atrativas, como taxas competitivas, análise simplificada e a possibilidade de financiar até 100% do investimento. Esses fatores reduzem barreiras históricas e tornam a adoção da tecnologia muito mais acessível”, afirma.

A linha de financiamento do Sicredi contempla tanto consumidores residenciais quanto empresas que desejam produzir a própria energia e reduzir a dependência do fornecimento convencional. Segundo Ana Paula, o crescimento da demanda está ligado não apenas ao ganho econômico, mas também à percepção de que a energia solar é um investimento de longo prazo.

“O aumento das solicitações mostra que os associados buscam soluções sustentáveis que tragam economia imediata e maior proteção diante dos reajustes da conta de luz. A energia solar cumpre exatamente esse papel”, reforça.

Além da economia mensal gerada pela compensação de créditos, os sistemas fotovoltaicos oferecem benefícios adicionais, como previsibilidade de gastos, valorização do imóvel e maior autonomia energética. No Ceará, onde a incidência solar se mantém elevada ao longo de todo o ano, o investimento tende a apresentar excelente desempenho e retorno rápido.

“A equipe de especialistas do Sicredi tem acompanhado os associados na elaboração dos projetos e na escolha das soluções mais adequadas para cada perfil de consumo, garantindo que o investimento seja seguro, eficiente e ajustado à realidade de cada família ou negócio”, conclui a Coordenadora.