Instituto de Música Jacques Klein promove Arraiá beneficente no sábado

O Instituto de Música Jacques Klein realizará no dia 1º de julho a terceira edição do “Arraiá do Cumpade Jacques Klein”, uma festa julina com comidas e bebidas típicas, bazar, música ao vivo com o Trio Pé de Serra, brincadeiras para as crianças e outras atrações.  O evento, aberto ao público, acontecerá na Casa José de Alencar, de 9h às 13h, e terá como intuito arrecadar fundos para a instituição e aproximar ainda mais a comunidade.De acordo com a diretora executiva do Instituto de Música Jacques Klein, Fabrícia Abrantes, a realização do arraial beneficente é mais uma iniciativa de aproximação com a população. “Esse tipo de festividade não apenas celebra a cultura brasileira, mas também fortalece os laços sociais e promove um senso de comunidade. Essa proximidade é fundamental para estabelecer uma relação de confiança e transparência, possibilitando que o Instituto conheça ainda mais as necessidades e demandas da comunidade. Essa interação entre diversão e solidariedade fortalece o senso de pertencimento e colaboração da população, mostrando que todos têm um papel relevante na construção de uma sociedade mais justa e igualitária”, ressalta. 
O arraiá conta com o apoio dos seguintes parceiros: Bayusha, loja Horus, Palatium Buffet, Baby Pontes, Flávio Alimentos, Massa Fina, Naturágua,  Amor de pirulito por Caroline Oliveira e Belinha Restaurante. 

Sobre o Instituto de Música Jacques Klein 
O Instituto de Música Jacques Klein atua em bairros de Fortaleza que apresentam baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), atendendo atualmente crianças a partir dos 04 anos de idade. Através do Programa de Música Jacques Klein (PMJK), oferece atividades musicais, que atualmente atende mais de 400 alunos, desde a iniciação musical até a especialização no instrumento de sua escolha.Além de manter um acompanhamento social através do Programa Envolver, de Desenvolvimento Humano (PEDH), proporcionando o suporte necessário aos alunos e seus familiares nos núcleos Passaré e Casa José de Alencar (UFC). Para acompanhar as ações que o Instituto de Música Jacques Klein promove, siga nas redes sociais: facebook.com/sou.imjkhttps://www.instagram.com/sou.imjk/ e https://www.youtube.com/@souimjk ou nos acompanhe pelo site imjk.org.br/

Unifametro incentiva a cultura local e patrocina o São João de Maracanaú 2023

Como forma de incentivo à cultura local, o Centro Universitário Fametro (Unifametro) patrocina mais uma edição do tradicional São João de Maracanaú, um dos maiores festivais de quadrilha do Nordeste, que acontece até o dia 19 de julho.

Com ativações de marketing para o público e mídias nas redes sociais, em balões e windbanners, além de inserções nos telões de led do evento, a instituição marca presença nas festividades juninas de Maracanaú.

“A Unifametro é uma das grandes influenciadoras da cultura local, e não poderíamos fazer diferente como uma instituição de ensino superior que preza e ama a cultura e o seu papel importante para a educação. Nós vemos o São de Maracanaú também como um momento importante para estar mais perto dos alunos daquela região, seguindo nossa estratégia de nos manter presente na vida e experiência do nosso público”, explicou Raphaela Sobral, gerente de Marketing da Unifametro.

Totalizando 40 dias de muita música e cultura, a edição deste ano tem expectativa de reunir mais de 2 milhões de pessoas. A festa conta com grandes shows da música nacional, festival de quadrilhas juninas com a participação de mais de 100 grupos juninos de todo Nordeste, cidade cenográfica e muitas apresentações culturais.

Sobre a Unifametro Maracanaú

Em Maracanaú, a Unifametro oferta 29 cursos, presenciais e remotos, nas modalidades bacharelado, licenciatura e tecnólogo, dentre eles, o único curso de Odontologia da cidade, em um campus com estrutura completa, biblioteca, auditório, refeitório e 6 laboratórios bem equipados para oferecer aos estudantes a experiência da teoria na prática. Para mais informações sobre vestibular, inscrições e financiamento sem juros, consulte o site seja.unifametro.edu.br.

Festival Mi – Festival Música na Ibiapaba recebe inscrições para oficinas gratuitas até sexta-feira

O Festival Mi vem aí! Chegando à sua maioridade, a 18ª edição do Festival Mi – Festival Música na Ibiapaba, um dos principais encontros de formação musical para alunos da rede pública estadual, músicos e instrumentistas do Ceará, segue com inscrições abertas para as oficinas até sexta-feira, 30 de junho. Ofertando mais de 60 oficinas presenciais, as inscrições são gratuitas e realizadas no Mapa Cultural do Ceará (mapacultural.secult.ce.gov.br). Sendo um dos maiores festivais de formação musical do Brasil, o Mi é uma realização do Governo do Ceará, por meio da Secretaria da Cultura (Secult Ceará), e acontecerá de 22 a 29 de julho em Viçosa do Ceará, com uma programação recheada de oficinas, shows e palestras. 

O Festival Mi é um Evento Estruturante da Secult Ceará. Idealizado como um grande encontro de formação musical, o Mi chega à maioridade sendo uma peça fundamental do processo de interiorização de políticas culturais e desenvolvimento da cultura musical do Ceará. “O Festival Mi é um momento no qual se agregam várias experiências culturais, tendo a formação como motivação principal. Estar com professores renomados, durante uma semana, vivendo intensamente a música, proporciona aos alunos e às alunas uma experiência única. O Festival atende uma demanda crescente de formação na área da música, que se renova a cada ano, apresentando possibilidades de qualificar esses participantes para desenvolver suas carreiras artísticas. Seja na formação voltada para a excelência como instrumentista ou no campo do mercado, como técnicos em diversas áreas da música”, explica Valéria Cordeiro, assessora de Projetos Especiais da Secult Ceará. 

Realizado por meio do Centro Cultural Porto Dragão e Hub Cultural do Ceará, equipamento focado no desenvolvimento de ações e políticas promotoras das artes e no fortalecimento da economia da cultura no Ceará, o Mi retorna em uma versão totalmente presencial, abrindo 800 vagas para estudantes em um modelo pedagógico que oferece três tipos de atividades: 45 oficinas de instrumentos, 10 práticas de grupo e 4 oficinas optativas, totalizando 62 atividades. 

“O 18º Festival Mi marca a retomada do evento com força total! Após duas edições no formato online e uma edição híbrida com pouco mais de 300 alunos presenciais, iremos receber 800 estudantes na cidade de Viçosa. Em sintonia com este aumento, não foram poupados esforços para viabilizar a ampliação do quadro de professores para mais de 30, viabilizando assim a oferta de oficinas para arte-educadores, instrumentistas, cantores, maestros, produtores musicais, crianças, entre outros. É destaque desta edição ainda, a oferta de formações na área de acessibilidade cultural. Estamos muito felizes por poder colaborar com ações de planejamento pedagógico que irão contribuir com o aprimoramento de tantos músicos de nosso estado”, explica Leandro Libardi Serafim, coordenador pedagógico do 18ª Festival Mi. Assim como na edição anterior, o festival também terá atividades descentralizadas, estando no Cariri nos dias 18 e 19 de julho e no Sertão Central nos dias 20 e 21 de julho. 

Acessibilidade

A Secult reconhece na cultura e nas artes a possibilidade de transformar vidas e realidades, sendo direitos básicos e vitais. E, como direito, devem atender a todas as pessoas, sendo parte intrínseca das políticas da Secretaria. Dessa forma, o Festival Mi também traz a acessibilidade para suas pautas. “A acessibilidade cultural no festival segue os princípios da acessibilidade transversal, da acessibilidade estética e do ‘nada sobre nós sem nós’. Isso significa que todas as pessoas do festival se envolvem na acessibilidade. Haverá formação para todas e todos os professores sobre acessibilidade atitudinal, e na programação artística buscamos uma acessibilidade estética: recursos como libras são compreendidas como recursos artísticos. Pessoas com deficiência compõem a equipe do festival entre professores, artistas e coordenação. O Festival MI é para todas as pessoas!”, diz Thamyle Vieira, analista de gestão cultural da Secult Ceará e representante da coordenação de Acessibilidade do Mi. 

Proposta pedagógica

Por meio dos diálogos e trocas de saberes, o festival busca promover a geração de novas referências, a construção de plateias e a valorização de músicos, compositores, intérpretes, técnicos, pesquisadores e demais agentes da cadeia produtiva da música cearense e brasileira. “Após um extenso período de isolamento social, estamos felizes com a 18ª edição do Festival Mi em versão totalmente presencial, com um grande número de vagas para todas as pessoas que estudam música, têm experiência musical ou já são profissionais no ensino da área, mas que queiram ampliar seus conhecimentos, suas vivências musicais e culturais. O Festival Mi agrega, reúne e inspira pessoas em torno de uma paixão compartilhada: a música; sensibiliza o público, trazendo a conscientização e o engajamento do mesmo sobre causas socioambientais relevantes e promove ações de formação, reflexões e desenvolvimento para a cidade de Viçosa e seu entorno. Considerado o maior festival de formação em música popular do Nordeste, o Festival Mi tem um papel importante em proporcionar o encontro da diversidade de sons e músicas, e também de nos lembrar da nossa miscigenação e da nossa riqueza cultural, para que a mesma seja preservada.”, explica Patricia Marin, coordenadora pedagógica do Festival. 

Confira o livreto dos cursos do Festival Mi 2023:

https://www.secult.ce.gov.br/wp-content/uploads/sites/43/2023/06/Livreto-oficinas-2023-Professores.pdf

O Mi – 18º Festival Música na Ibiapaba é realizado pelo Governo do Estado do Ceará e Secretaria da Cultura, por meio do Centro Cultural Porto Dragão e Hub Cultural do Ceará, geridos em parceria com o Instituto Dragão do Mar. Tem parceria com a Secretaria da Educação, a Prefeitura de Viçosa do Ceará, o Sebrae Ceará e o Serviço Social do Comércio do Ceará (Sesc-CE).

Serviço: 18º Festival Mi – Festival Música na Ibiapaba

Inscrições para oficinas: até 30 de junho de 2023

Onde: Mapa Cultural do Ceará (mapacultural.secult.ce.gov.br)

Site: https://festivalmi.com.br/

Gratuito

Unidade Móvel do Desenvolvimento Econômico atende no bairro Aracapé até sexta

Para ampliar as ações de empreendedorismo sustentável, bem como facilitar o acesso da população aos serviços ofertados pelo Sine Municipal, a Prefeitura de Fortaleza disponibiliza a unidade de Atendimento Móvel do Desenvolvimento Econômico que, mensalmente, percorre os bairros da cidade. Até sexta-feira (30/06), a unidade da Secretaria Municipal do Desenvolvimento Econômico (SDE) oferta serviços voltados para os empreendedores e trabalhadores do bairro Aracapé. 
O atendimento ocorre de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h às 17h, na Rua Nossa Senhora Aparecida – S/N (de frente para a Areninha Aracapé 1).

No local, a população tem à disposição ações de formalização de negócios; capacitações; consultorias; atendimento ao empreendedor e ao empregador; orientação profissional; busca por vagas de emprego, por meio do Sine Municipal; e acesso a crédito orientado, por meio do Programa Nossas Guerreiras. Além disso, os técnicos da SDE estão disponíveis para elaboração e emissão da declaração anual de faturamento do Microempreendedor Individual (MEI) e informações sobre programas como Fortaleza Capacita e Fortaleza + Futuro.

Após o atendimento no Aracapé, o equipamento seguirá para outros bairros, mediante solicitação da comunidade e lideranças. “A ideia é levar todos os serviços de desenvolvimento econômico para todos os bairros de Fortaleza. Já passamos pelos bairros Antônio Bezerra, Conjunto Ceará, Parque Santa Rosa, Passaré, Pirambu, Messejana, Vicente Pinzón, José Walter, Conjunto Esperança e o que temos observado é um fluxo intenso de pessoas buscando os serviços do Desenvolvimento Econômico”, enfatiza o titular da SDE, Rodrigo Nogueira.

Para solicitar atendimento no seu bairro basta contactar a SDE pelo Canal do Desenvolvimento Econômico (https://desenvolvimentoeconomico.fortaleza.ce.gov.br/)

Serviço:
Unidade de Atendimento Móvel do Desenvolvimento Econômico no Aracapé
Período: até sexta-feira (30/06)
Horário: 8h às 12h e 13h às 17h
Local: Rua Nossa Senhora Aparecida – S/N (de frente para a Areninha Aracapé 1)

Construtora Colmeia é reconhecida como excelente lugar para trabalhar pelo Great Place to Work

A Construtora Colmeia tem mais um motivo para comemorar: foi certificada como um Great Place to Work (GPTW) em 2023. A certificação é resultado de um rigoroso programa de pesquisa que avalia as práticas e percepções dos colaboradores, e concede o selo de qualidade a empresas que se destacam como excelentes ambientes de trabalho.

O Programa de Certificação GPTW é uma iniciativa renomada globalmente, reconhecida por identificar organizações que promovem um ambiente de trabalho saudável, com alto nível de confiança e satisfação dos colaboradores. De acordo com o Diretor Financeiro, Ronaldo Barbosa, “a Construtora Colmeia demonstrou, mais uma vez, seu compromisso em oferecer um ambiente de trabalho positivo e valorizar seus colaboradores”, afirma.

Esta é a sexta vez que a Construtora Colmeia Ceará conquista a certificação GPTW, reafirmando seu posicionamento como uma das melhores empresas para se trabalhar na região. Em 2018, a empresa alcançou o 2º lugar na categoria de pequenas empresas, e em 2019 conquistou o 8º lugar na mesma categoria.

Desenvolvimento e carreira

“A certificação GPTW é um reconhecimento importante para nós, pois reflete o nosso compromisso em criar um ambiente de trabalho acolhedor e motivador. Estamos orgulhosos de receber essa certificação novamente, o que só reforça o nosso propósito de oferecer um excelente lugar para nossos colaboradores desenvolverem suas carreiras”, reitera Otacílio Valente, Diretor Presidente.

Ainda de acordo com o gestor, a construtora deve continuar a investir em programas e iniciativas que “valorizam o bem-estar e o crescimento profissional dos colaboradores, buscando sempre proporcionar um ambiente positivo, inclusivo e inspirador”, detalha Otacílio.

Sobre a Construtora Colmeia Ceará

A Construtora Colmeia é uma empresa com ampla experiência no mercado da construção civil, especializada na construção e incorporação de empreendimentos residenciais e comerciais de qualidade. Com uma trajetória consolidada, a empresa é reconhecida não apenas pela excelência na entrega de seus projetos, mas também pelo compromisso com seus colaboradores e o fortalecimento do ambiente de trabalho.

Lanlink e Red Hat promovem evento de tecnologia com palestra de especialistas

Empresários e executivos do setor público e privado participaram do evento Red Hat Hour, realizado pela Lanlink juntamente com a Red Hat, empresa líder em fornecer soluções de software open source empresariais, e a parceira Ingram, distribuidora americana de produtos e serviços de tecnologia da informação. O evento aconteceu na última quinta-feira, 22, no Coco Bambu Minas Shopping, em Belo Horizonte, e contou com palestra do Arquiteto de Soluções Lucas Mariano; e do Account Manager Antônio José Augusto de Figueiredo, ambos da Ingram Micro. Também estiveram presentes os representantes Lanlink, Lucas Simões, Flavio Junio e Anderson Veronezi.


Na ocasião, foi apresentado como as empresas podem oferecer serviços de TI em qualquer infraestrutura com mais rapidez e menos custos através das soluções de infraestrutura de nuvem híbrida, serviços de aplicação, desenvolvimento de aplicações nativas em nuvem e soluções de automação da Red Hat.

Sobre a Lanlink
Tendo como finalidade ajudar os clientes a impulsionar seus negócios por meio da tecnologia, a Lanlink é uma empresa provedora de tecnologia da informação com 34 anos de atividade no Brasil. Em uma trajetória marcada por soluções e parceiros de excelência, conta com o apoio de mais de 1030 colaboradores e mais de 950 certificações técnicas em diversas tecnologias, além de sua operação ter certificado ISO 20.000-Gestão de Serviços de TI e ISO 37001- Sistema de Gestão Antissuborno. Eleita pela 5ª vez uma das melhores empresas para trabalhar no Ceará e a 6ª na categoria de grandes empresas pelo prêmio GPTW- Great Place to Work.
 

Atua em todo território nacional com centenas de organizações públicas e privadas no desenvolvimento de estruturas de TI, Dados e Inteligência Artificial, Produtividade, Automação e Suporte Individualizado com ferramentas inovadoras e garantindo a segurança nos processos corporativos. Entre os parceiros estão os fabricantes mundiais líderes em tecnologia: Microsoft; IBM; Oracle; Lenovo; Huawei, entre outros.

Mutirão inclui quase 16 milhões de brasileiros no Censo 2022

Previsto para ser lançado na próxima quarta-feira (28), o Censo 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) esteve a um passo de ser comprometido. A falta de apoio para acesso dos recenseadores a áreas remotas ou carentes e resistência de alguns cidadãos abastecidos por notícias falsas por pouco fizeram o equivalente a quase um estado do Rio de Janeiro deixar de ser contado.

Ao longo dos últimos três meses, sucessivos mutirões do IBGE e do Ministério do Planejamento conseguiram reverter a situação. Uma série de forças-tarefas incluiu, de última hora, 15,9 milhões de brasileiros no censo. Ao todo, foram três operações especiais. A primeira buscou alcançar brasileiros na Terra Indígena Yanomami, que nunca tinham sido recenseados. As outras procuraram reduzir a taxa de não resposta em dois ambientes opostos, mas com resistência a recenseadores: favelas e condomínios de luxo.

“Nesta semana, vamos deixar para trás informações de 13 anos atrás, do Censo de 2010. Para formular políticas públicas, conhecer as demandas da população e atuar em emergências, precisamos de informações atualizadas. O recenseamento é essencial para conhecer quem somos, quantos somos e como somos hoje. Não como éramos”, diz o assessor especial do Ministério do Planejamento, João Villaverde.

Indígenas

Realizado em março, o recenseamento na Terra Indígena Yanomami incluiu 26.854 indígenas no censo, dos quais 16.560 em Roraima e 10.294 no Amazonas. O mutirão foi essencial para atualizar a população indígena no Brasil, estimada em 1,65 milhão de pessoas segundo balanço parcial apresentado em abril. O número completo só será divulgado em julho, quando o IBGE apresentará um balanço específico do Censo 2022 para a população indígena.

A operação na Terra Yanomami foi complexa, mas conseguiu, pela primeira vez na história, recensear 100% da etnia no território. Por envolver dificuldades de acesso a aldeias aonde só se chega de helicóptero, o mutirão foi coordenado por cinco ministérios e reuniu 110 servidores federais dos seguintes órgãos: Polícia Rodoviária Federal, que forneceu os helicópteros; Ministério da Defesa, que forneceu o combustível; guias do Ministério dos Povos Indígenas; servidores da Secretaria de Saúde Indígena da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai); além dos próprios recenseadores do IBGE.

Realizado de 7 a 30 de março, o mutirão foi necessário porque o recenseamento tradicional não conseguia chegar a todas as aldeias yanomami. Por causa das operações para retirar os garimpeiros e do remanejamento de helicópteros para as ações de resgate humanitário, o censo teve de reduzir o ritmo em fevereiro, quando cerca de apenas 50% da população do território havia sido contabilizada.

Favelas

Nas favelas, o censo esbarrava em outras dificuldades. Além da falta de segurança em alguns locais, muitos moradores não queriam abrir a porta para o recenseador porque tinham recebido falsas notícias de que teriam benefícios sociais cancelados. Outro problema, principalmente em áreas mais densas, era a falta de endereços nas comunidades. Muitas vezes, os recenseadores não tinham informação sobre novas moradias surgidas nos últimos anos, como puxadinhos e lajes num mesmo terreno.

“O que impedia a entrada dos recenseadores na favela era a falta de conexão dos recenseadores e do Poder Público com as pessoas que moram lá. Além disso, havia a falta de conscientização das pessoas por falta de uma explicação que alcançasse os moradores das favelas da importância do censo e de respostas sinceras e objetivas”, analisa o Marcus Vinicius Athayde, diretor do Data Favela e da Central Única adas Favelas (Cufa), que auxiliou o IBGE no mutirão.

O mutirão começou no fim de março, com o lançamento de uma campanha na Favela de Heliópolis, em São Paulo, do qual participou a ministra do Planejamento, Simone Tebet. A operação ocorreu em 20 estados e registrou aglomerados subnormais (nomenclatura oficial do IBGE para favelas) em 666 municípios. O número de habitantes só será conhecido em agosto, quando o IBGE divulgará um recorte do Censo 2022 para as favelas.

Segundo Athayde, a Cufa ajudou primeiramente por meio de uma campanha chamada Favela no Mapa, que usou as lideranças estaduais da entidade para conscientizar os moradores de favelas da importância de responder ao censo. Em seguida, a Cufa recrutou moradores de favelas e lideranças locais para atuarem como recenseadores e colherem os dados das comunidades onde moram. Também houve mutirões de respostas em eventos comunitários.

“Responder ao censo traz benefícios de volta para o morador da favela, para seus vizinhos, para sua família, na medida em que o governo e as políticas públicas atuarão de forma mais adequada para essa população”, destaca Athayde.

Condomínios

Por fim, o último flanco de resistência a recenseadores concentrava-se em condomínios de luxo, principalmente em três capitais: São Paulo, Rio de Janeiro e Cuiabá. “Historicamente, a taxa de não resposta, que é o morador que não atende ao recenseador, fica em torno de 5%. Isso em todos os países que fazem censo. Nessas três cidades, a taxa estava em 20% em condomínios de alto padrão”, conta Villaverde, do Ministério do Planejamento.

No Censo 2022, a média nacional de não respostas estava em 2,6% segundo balanço parcial divulgado em janeiro. No estado de São Paulo, alcançava 4,8%, principalmente por causa da recusa de moradores de condomínios de renda elevada.

Para contornar os problemas, o Ministério do Planejamento e o IBGE promoveram uma campanha maciça em redes sociais. Parte das inserções foi direcionada a sensibilizar porteiros, que obedecem a regras restritas para entrada de estranhos. Outra parte esclareceu que síndicos não têm o poder de proibir o morador de receber o IBGE. “Muitas pessoas queriam atender ao censo, mas não sabiam que o recenseador não tinha vindo porque o síndico vetava”, recordou Villaverde. Também houve reportagens de quase 10 minutos em televisões locais sobre o tema.

Segundo o assessor especial do Planejamento, a mobilização foi um sucesso. “Em uma dessas três capitais, conseguimos reduzir a taxa de não resposta para menos de 5% em condomínios de alta renda”, diz. A operação para os condomínios começou em 14 de abril e estendeu-se até 28 de maio, último dia de coleta de dados para o Censo 2022.

Entraves

A realização do Censo 2022 enfrentou diversos entraves. Inicialmente previsto para 2020, o recenseamento foi adiado por causa da pandemia de covid-19. Em 2021, o Supremo Tribunal Federal (STF) obrigou o governo anterior a realizar o censo em 2022.

Na época, o Ministério da Economia autorizou R$ 2,3 bilhões para o censo, mesmo orçamento de 2019 que desconsiderava a inflação acumulada em dois anos. Com a coleta de dados iniciada em 1º de agosto, o Censo 2022 inicialmente estava previsto para encerrar-se em outubro do ano passado. Com dificuldades para a contratação, o pagamento e a manutenção de recenseadores, o fim do censo foi primeiramente adiado para fevereiro deste ano.

Com falta de verba e alta proporção de não recenseados, o governo atual decidiu fazer uma suplementação orçamentária de R$ 259 milhões ao IBGE. O Ministério do Planejamento também decidiu seguir a recomendação do Conselho Consultivo do IBGE, formado por ex-presidentes do órgão, demógrafos e acadêmicos, e estender a coleta de dados até o fim de maio. Em abril, uma série de remanejamentos internos no órgão evitou um novo pedido de verbas pelo IBGE.

Desde 29 de maio, o IBGE está rodando os dados, para a divulgação na próxima quarta-feira. “No início do ano, o ministério tomou a difícil decisão de seguir 100% das recomendações do Conselho Consultivo porque os dados colhidos até então não garantiam a qualidade do censo. Agora, com as operações especiais e o tempo extra de coleta, temos a certeza de que o recenseamento está robusto e em linha com os parâmetros internacionais de qualidade”, diz Villaverde.

(Agência Brasil)

Longevidade das empresas familiares cearenses será discutida em Fortaleza

Pela primeira vez na capital cearense, o evento reunirá especialistas de diversas áreas, empresários e familiares que contarão com palestrantes de renomadas instituições no Brasil e no exterior, além de cases de sucesso. Objetivo é qualificação profissional da governança nas organizações familiares
No Brasil, 90% das empresas têm perfil familiar, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Além de responder por mais da metade do PIB, as empresas familiares também empregam 75% da mão de obra no País. No mundo, as 500 maiores empresas familiares empregam 24,52 milhões de pessoas, diz o levantamento da EY e da Universidade de St.Gallen.

Esses números, já de 2023, mostram o quanto a longevidade dessas empresas é importante não só para a família empresária, mas principalmente para funcionários e sociedade. Mas como preparar a empresa para seus sucessores herdeiros? O que fazer para manter a longevidade dos negócios? Essa temática será aprimorada no I Fórum Cearense de Famílias Empresárias, a ser realizado em Fortaleza, nos próximos dias 29 e 30 de junho, no Gran Mareiro Hotel.

Organizado pela RS Governance e Astor Capital, o evento propõe uma imersão em governança corporativa, que tem como objetivo apresentar a integrantes de famílias empresárias conceitos fundamentais para harmonização e crescimento de negócios fundados e geridos em contexto familiar.

Programação e estrutura

O Fórum contará com profissionais ligados às áreas de finanças, governança e gestão, como advogados, psicólogos, especialistas na área de investimento social e filantropia, de renomadas instituições, no Brasil e no exterior. Contando com uma ampla gama de temas relevantes, o evento vem ajudar as famílias empresárias a enfrentar seus desafios e prosperar no mundo dos negócios, como: Sucessão Familiar, Governança Corporativa, Gestão de Conflitos, Planejamento Estratégico, Inovação e Adaptação, e Desenvolvimento de Liderança.

O evento está distribuído em dois dias – cada um com três blocos temáticos -, que contará, ainda, com exposições e momentos em que os participantes podem interagir e desenvolver ferramentas para gerar diagnósticos e evoluções para suas empresas. As palestras serão ministradas pelos sócios das empresas organizadoras e de convidados, envolvidos com aplicação das boas práticas de governança corporativa: Ari de Sá Neto, fundador e CEO da Arco Educação; Rafael Saldanha, advogado, consultor e conselheiro empresarial; Carlos Chagas, sócio da Bewater; Fernando Cintra, Doutor em Direito; entre outros.

“Vai ser um evento bastante completo, em que cada bloco desse contará com duas a três palestras de mesas – com profundidade, gente com muita especialidade -, e a própria convivência, o próprio networking local, vai ser muito rica, porque teremos, ali, gente que pode ganhar com conhecimento uns dos outros”, ressaltou Rafael Saldanha, sócio da RS Governance.

Serviço

I Fórum Cearense de Famílias Empresárias
Período
: De 29 a 30 de junho de 2022, das 8 às 18 horas;
Local: Gran Mareiro Hotel (Rua Oswaldo Araújo, 100 – Praia do Futuro);
Informações: Telefone (85) 99131-4104 (RS Governance);
Inscriçõesrsgovernance.com.br/forum-cearense-de-familias-empresarias;
Evento presencial. Vagas limitadas.

Complexo do Pecém recebe Comissão Especial do Hidrogênio Verde

A Comissão Especial do Hidrogênio Verde (CEHV), presidida pelo senador Cid Gomes, realiza audiência pública no Ceará, na segunda-feira (26/06), às 10h, no Complexo do Pecém, em São Gonçalo do Amarante. O encontro vai debater as iniciativas do estado em relação às energias renováveis e ao hidrogênio verde e terá ainda uma visita técnica ao Porto do Pecém.

A Comissão tem como objetivo debater, no prazo de dois anos, políticas públicas sobre hidrogênio verde, de modo a fomentar o ganho em escala dessa tecnologia de geração de energia limpa e avaliar políticas públicas que estimulam a tecnologia do hidrogênio verde. Já foram realizadas quatro audiências públicas no Senado com especialistas, gestores públicos, empresários e potenciais financiadores, além de uma visita externa ao Porto de Suape, em Pernambuco.

Além do senador Cid, que presidirá a audiência pública, e do senador Fernando Dueire (MDB-PE), integrante da CEHV, o debate deve contar ainda com a participação do governador do Ceará, Elmano de Freitas; do presidente da Assembleia Legislativa, Evandro Leitão; do secretário de Desenvolvimento Econômico do Ceará, Salmito Filho; do presidente do Complexo do Pecém, Hugo Figueiredo; do presidente da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC), Ricardo Cavalcante, além de especialistas, empresários e investidores.

Serviço

Audiência pública da Comissão Especial do Hidrogênio Verde no Ceará
Data: 26/06/2023 (segunda-feira)
Horário: 10h
Local: Auditório do Centro de Convivência do CIPP (São Gonçalo do Amarante)

Fórum Clóvis Beviláqua recebe exposição “Ecomuseu do Mangue” a partir desta segunda-feira

O público que circula pelo Fórum Clóvis Beviláqua poderá conferir, a partir desta segunda-feira (26/06), no hall de entrada principal, a exposição “Ecomuseu do Mangue”, que traz imagens de espécies da fauna presente no ecossistema do manguezal. A iniciativa faz parte das ações do Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE) alusivas ao Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado em 5 de junho.

A exposição prossegue no Fórum até o próximo dia 28, no horário das 9h às 14h. Nela, os interessados podem conferir peças taxidermizadas ou conservadas em formol com espécies da fauna presente nesse ecossistema de transição entre os ambientes terrestres e marinhos, tais como filhote de tubarão, siri, caranguejo, raia, entre outros. Também terá peças da flora por meio de banners com imagens e descritivo.

De acordo com a coordenadora de relações institucionais do Ecomuseu, Fabiana Barros Pinho, levar esse trabalho para todos os púbicos é muito importante. “Sempre usamos esta máxima: ‘A gente só cuida do que ama e só ama o que conhece’. Assim, convido a todos os magistrados, servidores, promotores de Justiça, advogados e defensores públicos a conhecerem o ecossistema do mangue, pois o primeiro passo é saber que existe. E se existe, é preciso amar, e quando amamos, naturalmente cuidamos”.

A iniciativa da mostra é do Núcleo Socioambiental e da Comissão Gestora do Plano de Logística Sustentável, que tem à frente a desembargadora Maria Nailde Pinheiro Nogueira.

A programação alusiva ao Dia Mundial do Meio Ambiente no Judiciário cearense contou com várias ações, entre elas, uma nova edição da campanha “Conscientização + Ação para preservar a natureza” visando sensibilizar o público interno. Doações de 150 mudas para servidores e o público em geral, um quiz sobre meio ambiente e sustentabilidade, com a possibilidade de se ganhar uma ecobag personalizada por meio de sorteio para quem responder o quiz.

Além disso, haverá o evento “Pôr do Sol Cultural”, com a palestra sobre o tema “Meio Ambiente e Sustentabilidade”, nesta sexta-feira (23/06), das 16h30 às 18h, no Espaço do Servidor. O convidado desta edição será o professor e presidente do Instituto do Desenvolvimento Agrário do Ceará (Idace), João Alfredo Telles Melo, oportunidade em que serão distribuídas 50 mudas de plantas para os participantes. A iniciativa é da Diretoria do Fórum Clóvis Beviláqua.

O ECOMUSEU

O Ecomuseu do Mangue é uma ONG voltada exclusivamente à preservação do manguezal. Surgiu em 19 de janeiro de 2001, na praia da Sabiaguaba, em Fortaleza. Tem como missão salvaguardar, preservar, pesquisar e divulgar o patrimônio natural, histórico e cultural associado aos manguezais, em particular em Fortaleza, enfatizando a importância desse ecossistema e visando contribuir para o desenvolvimento socioambiental e sociocultural do país. Em 2020, tornou-se patrimônio histórico-cultural e natural de Fortaleza, por força da lei nº 11053/2020.

As ações desenvolvidas pelo Ecomuseu estão alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), especificamente os Objetivos 4 (educação para todos e em todas as idades), 11 (cidades e comunidades inteligentes), 13 (ação contra as mudanças globais do clima), 14 (vida na água), 15 (vida na terra) e 17 (parcerias). Em janeiro deste ano se consolidou como parceiro oficial do Programa das Nações Unidas pelo Meio Ambiente ( PNUMA).