Plataforma de Hidrogênio Verde do Ceará é finalista em premiação internacional da Esri 

A Plataforma de Hidrogênio Verde do Ceará, desenvolvida pelo Observatório da Indústria Ceará em parceria com o Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CIPP), a Agência de Desenvolvimento do Estado do Ceará (ADECE) e o Governo do Estado do Ceará, foi selecionada como finalista da competição internacional ArcGIS StoryMaps 2025, promovida pela Esri, referência mundial em geotecnologia.

A premiação reúne iniciativas de diferentes países criadas com as ferramentas ArcGIS StoryMaps e Living Atlas, reconhecidas por integrar mapas interativos, dados e análises em experiências digitais dinâmicas. Nesta edição, a competição conta com 34 plataformas finalistas, desenvolvidas por autores de 55 países, distribuídas em três categorias: Meio Ambiente, Pessoas e Infraestrutura. A Plataforma de Hidrogênio Verde do Ceará concorre na categoria Infraestrutura.

A escolha dos vencedores será feita por um júri técnico internacional e também por votação popular, aberta entre 10 de fevereiro e 10 de março, por meio do link bit.ly/premioEsri.

O reconhecimento internacional ocorre após a Plataforma vencer a etapa brasileira da premiação, a EuESRI 2025, na categoria Organização Privada, consolidando o protagonismo do Observatório da Indústria Ceará na produção de inteligência competitiva voltada ao desenvolvimento econômico sustentável.

Sobre a Plataforma de Hidrogênio Verde do Ceará
Lançada em maio de 2025, durante o “World Hydrogen Summit”, em Roterdã (Holanda), a Plataforma reúne dados atualizados, mapas interativos e análises estratégicas sobre o hub de hidrogênio verde em desenvolvimento no Pecém. O conteúdo apresenta informações sobre infraestrutura existente, empreendimentos envolvidos, políticas públicas de incentivo e indicadores relevantes do setor, contribuindo para ampliar a visibilidade do Ceará no cenário internacional e fortalecer o posicionamento do estado como polo estratégico para investimentos em energias renováveis.

A Plataforma de Hidrogênio Verde do Ceará está disponível em português e inglês, nos links https://arcg.is/XyzLi1https://arcg.is/1umKm02.

Sobre o Observatório da Indústria Ceará
Ligado ao Sistema FIEC, o Observatório da Indústria Ceará é voltado à produção de inteligência estratégica, estudos e análises para apoiar o desenvolvimento da indústria cearense e subsidiar decisões de empresas e formuladores de políticas públicas.

Serviço

Votação Popular
Período: 10 de fevereiro a 10 de março
Link: bit.ly/premioEsri

Fábio Alves, Eder Cavalcante e Vanessa Ibiapina fortalecem conexões no BS Design

Os advogados Fábio Alves e Eder Cavalcante, sócios do escritório Cavalcante, Alves & Falcão (CAF), realizaram, na sexta-feira, 27, uma visita à advogada Vanessa Holanda Ibiapina, no BS Design, em Fortaleza.

O encontro ocorreu na sede da COMEXJUS, empresa comandada por Vanessa e especializada em assessoria estratégica para comércio exterior, com atuação nas áreas de importação e exportação.

A visita teve caráter institucional e buscou fortalecer conexões e abrir novas possibilidades de atuação conjunta. “É o início de uma parceria que deve gerar bons frutos”, destacou Eder Cavalcante.

Mercado de semijoias avança no Brasil e impulsiona rede feminina de vendas em Fortaleza

Evento da Labelle Joias, nos dias 8 e 9 de março, reunirá mais de 150 revendedoras para lançamentos, networking e estratégias de ampliação de renda em um setor que cresce impulsionado pelo “luxo acessível”

A empresária Ednúsia Gomes, líder da marca Labelle Joias, organiza um encontro fechado para mais de 150 revendedoras de semijoias nos dias 8 e 9 de março, em Fortaleza. O evento, com local ainda a ser divulgado às convidadas, reúne lançamentos das coleções 2026 e ofertas com desconto de até 50%, pensadas para ampliar o lucro e o potencial de vendas das participantes.

Criada por Ednúsia a partir de sua experiência como representante comercial no setor, a Labelle Joias articula parcerias com empresas consolidadas no segmento, como a Condor e a Lolita Joias, oferecendo produtos que vão do uso cotidiano ao fashion, com foco nas necessidades e perfis variados de clientes.

Para Ednúsia, o encontro não é apenas uma vitrine de produtos, mas um momento de conexão entre mulheres empreendedoras e de fortalecimento de uma rede que, segundo ela, representa “autoestima, beleza e transformação”. A empresária ressalta que muitas revendedoras atuam com vendas porta a porta ou em lojas físicas em cidades do interior, e que o apoio da marca vai além da oferta de peças: “Nós não vendemos apenas semijoias. Vendemos oportunidade e autonomia financeira”, afirma.

Um setor em expansão e profissionalização

Dados divulgados por entidades como o Instituto Brasileiro de Gemas e Metais Preciosos indicam que o Brasil está entre os principais polos produtores de joias e folheados da América Latina, com forte presença de micro e pequenas empresas e grande participação feminina na cadeia de vendas. O segmento de joias, folheados e semijoias movimenta bilhões de reais por ano e mantém protagonismo nas exportações de produtos com maior valor agregado dentro da indústria criativa.

Levantamentos do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas apontam que o comércio de acessórios pessoais — incluindo semijoias — figura entre as atividades mais procuradas por mulheres que desejam empreender com investimento inicial reduzido e possibilidade de trabalho autônomo. A combinação entre baixo custo operacional, venda direta e uso intensivo das redes sociais tem favorecido a entrada de novas revendedoras no mercado.

O avanço do conceito de “luxo acessível” no Brasil é uma tendência que fortalece marcas de semijoias ao oferecer peças com banho de ouro ou ródio, design atualizado e preço significativamente inferior ao das joias maciças em ouro 18k. Esse posicionamento dialoga com um consumidor mais atento ao custo-benefício, mas que não abre mão de estética e durabilidade.

Semijoias: crescimento, moda e oportunidade

As semijoias ocupam um espaço cada vez mais relevante no universo da moda por aliarem durabilidade e custo acessível. Diferentemente das bijuterias, recebem banho de metais nobres, como ouro ou ródio, o que garante maior resistência e acabamento mais refinado. Já as joias tradicionais utilizam metais preciosos maciços, como ouro 18k, o que eleva o valor final da peça.

O segmento vem crescendo impulsionado pelo conceito de “luxo acessível” e pela força das redes sociais, que ampliaram a visibilidade das marcas e facilitaram o modelo de vendas diretas. Além de acompanhar tendências — muitas vezes alinhadas a movimentos globais apresentados em feiras internacionais do setor — as semijoias permitem maior rotatividade de estoque e margens atrativas para revendedoras, tornando-se alternativa estratégica para geração de renda.

Em Fortaleza, o encontro promovido pela Labelle Joias dialoga diretamente com esse cenário de expansão e profissionalização. Ao reunir mais de 150 mulheres em um evento fechado, a marca investe não apenas na apresentação de novas coleções, mas na consolidação de uma rede comercial que combina capacitação informal, troca de experiências e fortalecimento de vínculos.

Com expectativa de grande adesão, o encontro marca o início do calendário 2026 da Labelle Joias e reforça a proposta da marca: transformar brilho em oportunidade e negócio em autoestima, em sintonia com um mercado que cresce apoiado na criatividade, no empreendedorismo feminino e na democratização do consumo de moda.

Serviço

Evento exclusivo Labelle Joias

Datas: 8 e 9 de março

Local: Fortaleza (divulgado após agendamento)

Participação: exclusiva para revendedoras com horário previamente agendado

Informações e agendamento: Instagram @labellejoias2

Grupo Mulheres do Brasil é finalista internacional do Smiley Charity Film Awards 2026

Grupo convoca público para votação popular que está aberta pelo site oficial da premiação

O Grupo Mulheres do Brasil é finalista do Smiley Charity Film Awards 2026, uma das principais premiações internacionais dedicadas a filmes de impacto social. A organização concorre na categoria International Impact com o curta-metragem “Fios de Encontro – Threads of Connection” e convoca o público a participar da votação popular.

Reconhecido globalmente, o Smiley Charity Film Awards valoriza produções audiovisuais que ampliam a visibilidade de causas sociais e fortalecem organizações do terceiro setor. Além da avaliação de um júri especializado, a premiação conta com a categoria “People’s Choice”, definida por voto do público — etapa em que o engajamento popular é decisivo.

Gravado no Ceará, o filme apresenta a atuação do Grupo Mulheres do Brasil, por meio do projeto Terrartesã, na promoção da geração de renda por meio da economia solidária. A narrativa acompanha mulheres que, organizadas em rede, passam por capacitação técnica, ampliam a autonomia financeira e fortalecem suas comunidades.

Entre as iniciativas retratadas está o projeto Vozes da Liberdade, que capacita mulheres egressas do sistema prisional em diferentes segmentos do artesanato como estratégia de reinserção social e acesso ao mercado de trabalho.

O curta também evidencia a valorização da Renda Tenerife, técnica de origem espanhola resgatada no Brasil especialmente no Ceará. O saber artesanal é aplicado na produção de peças para a indústria da moda, conectando tradição e produção contemporânea com foco em geração de renda, preservação cultural e impacto social.

“Quando uma mulher prospera, toda a comunidade cresce junto. O filme é um retrato dessa força coletiva e do impacto que nasce das redes de apoio”, afirma Annette Reeves, cofundadora do Grupo Mulheres do Brasil.

Como votar

A votação popular já está aberta. Para apoiar “Fios de Encontro – Threads of Connection”, o público deve acessar o link oficial da premiação, realizar um cadastro simples e registrar seu voto  (https://smileycharityfilmawards.com/films/fios-de-encontro-threads-of-connection).

O filme também pode ser assistido no YouTube (https://www.youtube.com/watch?v=isfxeuPw0Pk).

Sobre o Grupo Mulheres do Brasil

Fundado em 2013, o Grupo Mulheres do Brasil é uma organização da sociedade civil presente em 21 países, com mais de 137 mil voluntárias. A instituição atua em áreas como combate à violência contra a mulher, empreendedorismo, educação, saúde e políticas públicas, promovendo o protagonismo feminino e a transformação social.

O marco da profissão multimídia e a mudança de patamar dos influenciadores digitais no Brasil

*Por Bruno da Costa Fuentes

Sancionada em janeiro de 2026, a Lei nº 15.325 representa um avanço importante na forma como o Brasil passa a tratar o trabalho de quem cria conteúdo digital. Conhecida popularmente como a “lei dos influenciadores”, a norma tem alcance mais amplo: ela reconhece juridicamente a atividade de multimídia, que envolve criação, produção, gestão e monetização de conteúdos nas plataformas digitais.

A lei não cria uma nova profissão nem impõe barreiras de entrada. Seu objetivo é dar contornos jurídicos a uma realidade já consolidada e economicamente relevante. Ao fazer isso, contribui para organizar um mercado que cresceu rapidamente e, em muitos casos, de maneira informal, exigindo agora maior profissionalização de quem atua de forma recorrente e comercial nas redes.

Um dos pontos centrais do texto legal é a opção por definir o profissional de multimídia a partir das atividades exercidas, e não por diplomas ou registros formais. A lei descreve um conjunto amplo de funções ligadas à produção e à circulação de conteúdos digitais, de maneira flexível e compatível com a constante transformação do setor. Também deixa claro que essas atribuições não excluem nem substituem outras profissões, garantindo a convivência entre diferentes áreas que atuam no ambiente digital.

O caminho legislativo até a sanção reforçou esse equilíbrio. Durante a tramitação, foram retiradas exigências que poderiam restringir a liberdade profissional, preservando o reconhecimento da atividade sem criar obstáculos artificiais em um mercado marcado por trajetórias diversas.

No caso dos influenciadores digitais, a relação com a nova lei é prática. Sempre que a atuação envolve criação de conteúdo, gestão de plataformas e exploração econômica da audiência, há aderência ao conceito de profissional multimídia. A lei não cria o influenciador, mas oferece um enquadramento jurídico mais claro para atividades que já produzem impacto econômico e social.

Os efeitos mais visíveis estão na formalização. Conteúdos patrocinados e parcerias comerciais tendem a ser tratados como atividades econômicas regulares, com reflexos em contratos, tributação e organização financeira. A norma funciona, assim, como uma linha divisória entre a criação eventual e a atuação profissional no mercado digital.

No conjunto, a Lei nº 15.325/2026 sinaliza uma mudança de paradigma. Ao reconhecer juridicamente o trabalho digital e impor maior clareza às relações econômicas, o novo marco fortalece o setor e aumenta a responsabilidade de quem monetiza audiência, consolidando um mercado mais maduro e previsível.

*Bruno da Costa Fuentes, advogado sócio do escritório GMP|GC,é especialista em direito digital e empresarial

Especialista dá cinco dicas para empresas contratarem melhor no início do ano

Alta na abertura de vagas e dificuldade na captação de profissionais, como no setor de alimentação fora do lar, reforçam a importância de processos seletivos mais estratégicos

O começo do ano costuma ser marcado por reorganizações internas, novos planejamentos e aumento da demanda por mão de obra em diversos setores. Muitas empresas aproveitam o período para reforçar equipes, substituir colaboradores desligados ao longo do ano anterior e se preparar para momentos de maior movimento. No entanto, junto a essa busca por novos profissionais, cresce também a dificuldade de encontrar candidatos disponíveis e alinhados às necessidades das vagas abertas.

O setor de alimentação fora do lar no Ceará é um exemplo prático da necessidade de contratações. Atualmente, o segmento está com cerca de 5 mil vagas em aberto no estado, cenário que se intensifica em períodos de alta demanda.

Para Taiene Righetto, presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes no Ceará (Abrasel), a ocupação dessas vagas é fundamental para garantir o funcionamento dos estabelecimentos. “A mão de obra é essencial para o setor de bares e restaurantes. Quando essas vagas não são preenchidas, há impacto direto na operação, no atendimento e na experiência do consumidor, especialmente em datas sazonais como foi no Carnaval, quando o fluxo de clientes aumentou consideravelmente”, afirma. 

Segundo ele, o desafio vai além da abertura das vagas. “As empresas precisam se organizar para contratar com antecedência e buscar profissionais que tenham interesse em permanecer, reduzindo a rotatividade, que ainda é um dos principais gargalos do setor”, completa.

Diante desse cenário, a diretora geral do Grupo Controller, organização especializada em recrutamento e seleção, Solange Marinho, destaca que o início do ano é um momento estratégico para as empresas revisarem seus processos seletivos. “É comum que as empresas iniciem o ano com várias demandas de contratação, seja para recompor equipes, seja para atender a novos projetos. O desafio está em fazer esse movimento de forma planejada, evitando decisões apressadas que podem resultar em contratações equivocadas”, explica. Para ela, alinhar o recrutamento aos objetivos do negócio é essencial para obter melhores resultados ao longo do ano.

A partir dessa realidade, Solange Marinho aponta orientações para tornar os processos de recrutamento e seleção mais eficientes neste início de ano:

1. Definição clara do perfil da vaga:

Segundo Solange, o primeiro passo é compreender exatamente o que a empresa precisa. “Antes de iniciar um processo seletivo, é fundamental definir com clareza as competências técnicas e o perfil comportamental da vaga. Isso ajuda a atrair candidatos mais alinhados e reduz erros na contratação”, afirma.

2. Alinhamento com a cultura da empresa:

A diretora ressalta que a contratação não deve se basear apenas na experiência profissional. “Avaliar se o candidato se identifica com a cultura, os valores e a forma de trabalhar da empresa é decisivo para a adaptação, o desempenho e a permanência desse profissional no time”, pontua.

3. Processos seletivos estruturados

Para Solange, etapas bem definidas tornam a seleção mais eficiente. “Entrevistas por competências, testes técnicos e avaliações comportamentais ajudam a tornar o processo mais objetivo, reduzindo decisões baseadas apenas na percepção subjetiva”, explica.

4. Participação das lideranças

O envolvimento dos gestores também é apontado como um fator importante. “As lideranças conhecem as demandas do dia a dia das equipes. Quando participam do processo seletivo junto ao RH, contribuem para escolhas mais alinhadas às necessidades reais da área”, destaca.

5. Contratação como investimento

Por fim, Solange reforça que o recrutamento deve ser encarado de forma estratégica. “Uma contratação inadequada gera custos financeiros, operacionais e impactos na cultura da empresa. Por isso, investir tempo e método no recrutamento é uma forma de proteger os resultados do negócio”, conclui.