Super MiniBox alerta para dicas de cuidados para identificar sinais de comprometimento da qualidade da carne

O Grupo Super MiniBox, maior rede de supermercados do Litoral Leste e do Vale do Jaguaribe, é referência por manter o controle de qualidade das carnes que chegam ao estabelecimento. De acordo com a diretora do MiniBox, Léa Porto, a carne do supermercado é recebida nas portarias das lojas, com acompanhamento de temperatura, por meio de termômetros próprios. “Temos funcionários qualificados, que observam e resguardam as orientações indicadas pelo fornecedor. Em seguida, segue para câmara de refrigeração de 0 a 5 graus”, explica.

A diretora lista cuidados que devemos ter na escolha da carne dos animais para consumo. “Dentre as prioridades, devemos consumir carnes de origem legal, de frigoríficos com boa procedência, aprovados e com selos de origem e rastreabilidade expedidos pelos órgãos de inspeções vigentes em nosso país. Depois, devemos observar sempre a higiene do local onde estão expondo os cortes de carne, como também, higiene dos manipuladores”, destaca.

No MiniBox, há uma variedade satisfatória de cortes comercializados, como suínos, traseiros e dianteiros bovinos e cortes para churrascos. Para a manipulação dessas carnes, o Supermercado realiza treinamentos constantes das equipes que manipulam os cortes, além de acompanhamentos realizados pela equipe de nutrição e câmeras de monitoramento, garantido à higiene durante todo processo de produção e aplicação de checklist diários.

Segundo Léa, o MiniBox possui um rígido protocolo para armazenamento das carnes, sempre pensando no bem-estar do consumidor final. “Obrigatoriamente, armazenamos nossos cortes em câmaras frias, com temperatura monitorada 3 vezes ao dia, entre 0 e 5 graus, garantindo o espaçamento entres as peças (bandas). Quando em caixas, garantimos o empilhamento recomendado, sobre paletes de poliuretano”, ressalta.

“Para uma boa qualidade de carne, orientamos que os clientes tenham atenção na hora de comprar, pois é preciso higiene e temperatura adequada dos balcões expositores. Ademais, as carnes devem estar com coloração e odor característico, e não ter excesso de salmoura quando embaladas. Entre os sinais de comprometimento da qualidade, um ambiente com mau cheiro é sempre um forte indicativo de que, naquele açougue, não são observadas as condições favoráveis para uma boa manipulação de carnes. Depois, a coloração dos cortes expostos precisa ser específica da carne. Nunca esverdeadas, com excesso de sebo, peles ou osso, seguindo as diretrizes da vigilância sanitária, órgão responsável pela fiscalização das nossas lojas”, completa Léa Porto.

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