Deputado Luiz Gastão defende redução equilibrada da jornada de trabalho em audiência com ministro Luiz Marinho

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados realizou audiência pública para discutir propostas de emendas à Constituição que tratam do fim da escala 6×1 e da redução da jornada de trabalho. A reunião contou com a presença do ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, e teve como destaque a atuação do deputado Luiz Gastão (PSD-CE), relator da PEC 8/2025.

Durante o debate, Gastão ressaltou sua proposta de redução da jornada semanal para 40 horas, destacando que a medida, por si só, já eliminaria a escala 6×1. Segundo o parlamentar, ao limitar a jornada diária a oito horas, o trabalhador passaria a cumprir no máximo cinco dias de trabalho por semana.

“Quarenta horas semanais para quem trabalha oito horas por dia significa cinco dias de trabalho. Portanto, a escala 6 por 1 estaria automaticamente extinta”, explicou o deputado.

Gastão também ponderou sobre propostas que defendem a redução para 36 horas semanais sem mecanismos de compensação ao setor produtivo. Para ele, é fundamental que qualquer mudança leve em consideração os impactos econômicos, especialmente sobre micro e pequenas empresas.

O parlamentar frisou que a redução abrupta da jornada pode gerar aumento de custos e dificuldades operacionais. Por isso, defendeu um debate responsável que combine melhoria nas condições de trabalho com sustentabilidade econômica.

“Precisamos discutir de que forma as pequenas e microempresas terão compensação. É essencial garantir que elas continuem tendo condições de sobreviver e competir com as grandes empresas”, afirmou.

Luiz Gastão também destacou que o país vive um momento de reorganização econômica com a implementação da reforma tributária sobre o consumo, o que pode contribuir para melhorar a competitividade das empresas e ajudar na adaptação a eventuais mudanças na legislação trabalhista.

Para o parlamentar, o desafio é encontrar equilíbrio entre a valorização do trabalhador e a preservação da atividade econômica no país. “É um momento importante para fortalecer as atividades econômicas, garantir mais dignidade ao trabalhador e, ao mesmo tempo, evitar que micro e pequenas empresas se tornem inviáveis ou que indústrias deixem o Brasil em busca de custos menores”, concluiu.

Logística eficiente faz a diferença no custo e no ritmo das obras

Distribuição ágil de materiais contribui para redução de despesas, evita atrasos e auxilia na limitação de espaço nos canteiros de obra

A agilidade e a eficiência no processo de distribuição de materiais de construção têm impacto direto no andamento das obras e no controle de custos, evitando interrupções no cronograma. Em um momento em que os prazos estão cada vez mais apertados e os canteiros de obra menores, uma logística bem estruturada se torna estratégica para evitar atrasos, reduzir desperdícios e custos, além de garantir maior previsibilidade operacional.

Na prática, uma operação bem organizada se destaca no mercado atacadista de materiais de construção, ao investir em processos logísticos que atendem às necessidades reais das construtoras. Com entregas programadas, maior controle de estoque e abastecimento no tempo certo, é possível contribuir para que as obras avancem sem interrupções e com melhor gestão de recursos.

“Uma logística eficiente reduz custos para as construtoras porque evita a necessidade de grandes estoques e colabora com o canteiro de obra, já que os espaços estão cada vez menores. Com entregas mais precisas, o cliente não fica com capital parado, reduz desperdícios e ainda minimiza riscos de desvio de materiais, além de evitar atrasos no cronograma da obra”, destaca Victor Maia, diretor-executivo da Comercial Maia.

Com logística e planejamento alinhados às demandas do setor, a Comercial Maia contribui para que as construtoras tenham mais eficiência, economia e segurança em suas obras.

Medidas protetivas funcionam? O que mudou na aplicação da Lei Maria da Penha em 2026

No mês dedicado à reflexão sobre os direitos das mulheres, volta ao centro do debate público a efetividade das medidas protetivas previstas na Lei Maria da Penha. Criadas para garantir a segurança de vítimas de violência doméstica, essas medidas são consideradas um dos principais instrumentos legais de proteção às mulheres no Brasil. Mas, diante do aumento de casos de violência registrados nos últimos anos, muitas pessoas se perguntam: elas realmente funcionam?

Para o advogado e coordenador do curso de Direito da Estácio Ceará, Joviano de Sousa Silva, é preciso analisar a questão com cautela. Segundo ele, a sensação de ineficácia pode surgir diante da visibilidade crescente dos casos de violência, mas isso não significa que os mecanismos legais deixaram de produzir efeitos. “É inegável que, frente à crescente violência observada recentemente, pode parecer que os esforços são insuficientes. Contudo, essa percepção não reflete a totalidade da situação”, explica.

As medidas protetivas são decisões judiciais que podem determinar, por exemplo, o afastamento do agressor do lar, a proibição de contato com a vítima e familiares, além de restrições de aproximação. Elas podem ser solicitadas pela mulher diretamente em uma delegacia ou por meio do Judiciário, sem a necessidade inicial de um advogado.

De acordo com Joviano, um ponto importante que muitas vítimas ainda desconhecem é que não existe um prazo máximo para solicitar esse tipo de proteção. “Não há um prazo pré definido para solicitar uma medida protetiva. A violência doméstica é uma situação complexa e delicada, e o mais importante é que a mulher busque ajuda assim que perceber sinais de risco”, afirma.

Outro aspecto destacado pelo especialista é que a violência doméstica nem sempre começa com agressões físicas. Em muitos casos, ela surge de forma gradual, com comportamentos que acabam sendo naturalizados dentro da relação. “Não se deve esperar a primeira agressão física para denunciar. Muitas vezes a violência começa com agressões psicológicas, ameaças ou controle financeiro, numa tentativa de dominar a rotina da mulher. Esses fatores já são motivos suficientes para a busca de proteção”, alerta.

No Ceará, a rede de atendimento às vítimas também conta com equipamentos especializados. Em Fortaleza, por exemplo, a Casa da Mulher Brasileira reúne serviços de acolhimento, orientação jurídica, atendimento psicossocial e encaminhamento para medidas protetivas em um único espaço.

“É importante destacar que Fortaleza é referência com a Casa da Mulher Brasileira, onde a assistência pode ser buscada a qualquer momento. A mulher não precisa estar acompanhada por um advogado para solicitar uma medida de urgência”, explica o advogado.

Segundo ele, um dos desafios ainda presentes é a vulnerabilidade emocional e econômica de muitas vítimas, que acabam permanecendo em relações violentas por dependência financeira ou pela tentativa de preservar a imagem familiar. “Em algumas situações, a mulher pode preferir suportar a violência, justificando-a com a ajuda financeira do parceiro ou com a imagem de um bom pai. Mas é fundamental reforçar que nenhuma justificativa valida qualquer ato de violência”, afirma.

Apesar dos avanços na legislação e na estrutura de atendimento, especialistas reforçam que o enfrentamento à violência doméstica depende também de informação e encorajamento para que as vítimas busquem ajuda. “Embora a persistência da violência possa gerar a sensação de que os esforços não estão funcionando, a realidade é mais complexa. O acesso à informação e aos mecanismos de proteção é um passo fundamental para interromper o ciclo de violência”, conclui Joviano.

Aumento da próstata nem sempre é câncer: entenda o que é a hiperplasia prostática benigna

Alterações na próstata costumam gerar preocupação imediata entre os homens. Sintomas como dificuldade para urinar, jato urinário fraco ou aumento da frequência urinária, especialmente durante a noite, frequentemente despertam o receio de um diagnóstico de câncer. No entanto, médicos explicam que, na maioria das vezes, o aumento da próstata está relacionado a uma condição benigna e bastante comum chamada hiperplasia prostática benigna (HPB).

De acordo com o médico urologista Diego Capibaribe, a HPB é caracterizada pelo crescimento natural da próstata ao longo do envelhecimento masculino. A condição tende a surgir principalmente a partir dos 50 anos e pode provocar compressão da uretra, levando a alterações no fluxo urinário.

Ainda segundo o especialista no tratamento de doenças da bexiga, rins e próstata, o aumento da glândula não deve ser automaticamente associado ao câncer. “Muitos homens acreditam que qualquer crescimento da próstata significa tumor maligno, mas isso não corresponde à realidade. A hiperplasia prostática benigna é muito frequente”, explica.

Entre os sintomas mais comuns da HPB estão a dificuldade para iniciar a micção, sensação de esvaziamento incompleto da bexiga, jato urinário fraco e aumento da necessidade de urinar durante o dia ou à noite. Embora esses sinais possam gerar desconforto e impacto na qualidade de vida, eles não indicam a presença de câncer.

Segundo o Dr. Capibaribe, a avaliação médica é fundamental para diferenciar as possíveis causas do aumento da próstata. “Existem exames simples que ajudam a esclarecer o diagnóstico, como a dosagem do PSA no sangue, o exame de toque retal e, quando necessário, exames de imagem. Esses procedimentos permitem identificar se estamos diante de um crescimento benigno ou se há necessidade de investigação mais aprofundada”, afirma.

O acompanhamento regular com um urologista é considerado essencial para a saúde masculina, sobretudo após os 50 anos. Em alguns casos, o tratamento da hiperplasia prostática benigna pode envolver medicamentos para controle dos sintomas e, em situações mais avançadas, procedimentos cirúrgicos minimamente invasivos.

Para o Dr., a informação correta é uma aliada fundamental no cuidado com a saúde: “O mais importante é que os homens não ignorem os sintomas, nem tenham medo de procurar ajuda médica. Quanto mais cedo investigamos as alterações da próstata, maiores são as chances de tratar adequadamente qualquer condição e preservar a qualidade de vida”.

São Geraldo participa de feira da FIEC e apresenta tradição industrial cearense

A Indústria Cajuína São Geraldo participa, nesta segunda-feira, 9, e terça, 10, da Feira da Indústria, promovida pela Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC), em Fortaleza, reunindo empresas e representantes do setor produtivo para apresentar iniciativas, produtos e oportunidades de negócios da indústria cearense.

Durante o evento, a São Geraldo expõe seu portfólio de produtos e destaca sua trajetória como uma das marcas mais tradicionais da indústria de bebidas do estado. A participação na feira também reforça o compromisso da empresa com o fortalecimento da indústria local e com a valorização de produtos que fazem parte da cultura nordestina.

O estande da empresa funciona como um espaço de relacionamento com parceiros, empresários e visitantes do evento, com brincadeiras e degustação de produtos, além de um espaço de network, que permite a apresentação de iniciativas ligadas à expansão da marca no mercado.

Sobre a São Geraldo

Com uma história de quase 50 anos de mercado, a indústria Cajuína São Geraldo é uma marca caririense que oferece refrigerantes com alto padrão de qualidade. Atuando em todos os estados do Nordeste, a Cajuína tornou-se referência cultural da região do Cariri, Sul do Ceará, sendo um local turístico que recebe visitantes e romeiros de todo o país.

A empresa, que leva o nome de um santo italiano, teve origem na década de 50, a partir de uma pequena fábrica de bebidas no centro de Juazeiro do Norte, e hoje se consolidou em um parque industrial com extensão de mais de 33 mil metros quadrados, com cerca de 800 pessoas direta e indiretamente empregadas em todo o grupo.

Grupo Urb leva tecnologia e cobertura em tempo real à Feira da Indústria FIEC em Fortaleza

Empresa participa do evento com estúdio pop-up da UrbNews e seis totens digitais instalados nas ilhas temáticas da feira

Fortaleza volta a ser o epicentro da força produtiva cearense com a realização da Feira da Indústria FIEC, que acontece nos dias 9 e 10 de março no Centro de Eventos do Ceará. O encontro reúne empresas, profissionais e grandes nomes do cenário nacional para debater tendências, oportunidades e os rumos da indústria local. Durante o evento, o Grupo Urb marca presença com ações de mídia digital e cobertura jornalística especial realizada pela plataforma UrbNews.

Diretamente de um estúdio pop-up instalado na feira, a UrbNews realiza entradas ao vivo e produção de conteúdo para o portal e redes sociais. A cobertura é conduzida pelos apresentadores Juliana Girão e Pedro Breno Araújo, trazendo entrevistas, bastidores e destaques da programação. Parte desse conteúdo também será exibida nas telas e painéis da rede de Digital Out Of Home (DOOH) do Grupo Urb no Ceará, ampliando o alcance das informações geradas durante o evento.

Além da produção jornalística, a empresa realiza a ativação de seis totens digitais da Urbmídia, posicionados estrategicamente nas ilhas temáticas da feira. Os equipamentos funcionam como plataformas dinâmicas de conteúdo, exibindo programação oficial, destaques em tempo real e materiais institucionais das empresas participantes.

A proposta é ampliar a visibilidade das marcas presentes no evento e facilitar o acesso dos visitantes às informações sobre os espaços, atividades e expositores. Para a organização da feira, a presença da tecnologia contribui para tornar a experiência do público mais fluida e conectada. Os totens também atuam como centros digitais de orientação, auxiliando visitantes a acompanhar a programação e localizar atividades dentro das áreas temáticas.

“A proposta é transformar os totens em vitrines digitais que ampliam a comunicação dentro da feira e reforçam a exposição das empresas participantes”, afirma Valdomiro Neto, diretor de marketing do Grupo Urb.

A expectativa é que mais de 80 mil pessoas circulem pelos corredores da feira ao longo dos dois dias de programação. Ao todo, 39 segmentos industriais estão representados, com uma agenda que inclui palestras, oficinas, workshops, rodadas de negócios, atrações culturais, exposições e atividades interativas.

Entre os convidados confirmados estão nomes de destaque do cenário nacional, como o empresário João Adibe, o executivo Pedro Lima e o historiador Leandro Karnal. A programação cultural também conta com apresentações especiais dos artistas cearenses Fagner e Waldonys.

Com a ativação na Feira da Indústria FIEC, o Grupo Urb reforça seu posicionamento ao oferecer novas formas de conexão entre marcas, eventos e público, combinando mídia digital, produção de conteúdo e experiência presencial em um dos principais encontros do setor industrial do estado.

Comida di Buteco confirma 15ª edição local do concurso em Fortaleza

O Comida di Buteco, maior concurso de “gastronomia raiz” do Brasil, retorna a Fortaleza para mais uma edição em 2026. Entre os dias 10 de abril e 3 de maio, a capital cearense recebe a 15ª edição local da competição, que reunirá 23 bares na disputa pelo título de melhor boteco da cidade. Criado nos anos 2000, em Belo Horizonte, o concurso se consolidou em todo o Brasil como um movimento de valorização da culinária tradicional e dos pequenos empreendedores do setor.

Em 2026, a nível nacional, o Comida di Buteco acontece simultaneamente em 27 circuitos espalhados por cerca de 50 municípios de norte a sul do país, reunindo quase 1.200 botecos participantes. A chamada “nação butequeira”, formada por frequentadores e admiradores dos bares tradicionais, segue como peça fundamental na competição. O voto do público representa 50% da nota final que define o vencedor de cada cidade. Durante o circuito, clientes e jurados visitam os estabelecimentos e avaliam os concorrentes em quatro critérios: petisco, atendimento, higiene e temperatura da bebida.

Também neste ano, o concurso volta a propor um tema para estimular a criatividade dos participantes na elaboração dos petiscos. Desta vez, as verduras são o ponto de partida para as receitas criadas especialmente para a competição, incentivando releituras da culinária tradicional e novas combinações de sabores. A lista completa de bares participantes de Fortaleza será divulgada nas próximas semanas. A proposta do Comida di Buteco é valorizar os pequenos negócios familiares, dar visibilidade aos bares locais e incentivar a criação de novos tira-gostos que mantêm viva a tradição dos botecos brasileiros.

Comida di Buteco confirma 15ª edição local do concurso em Fortaleza

O Comida di Buteco, maior concurso de “gastronomia raiz” do Brasil, retorna a Fortaleza para mais uma edição em 2026. Entre os dias 10 de abril e 3 de maio, a capital cearense recebe a 15ª edição local da competição, que reunirá 23 bares na disputa pelo título de melhor boteco da cidade. Criado nos anos 2000, em Belo Horizonte, o concurso se consolidou em todo o Brasil como um movimento de valorização da culinária tradicional e dos pequenos empreendedores do setor.

Em 2026, a nível nacional, o Comida di Buteco acontece simultaneamente em 27 circuitos espalhados por cerca de 50 municípios de norte a sul do país, reunindo quase 1.200 botecos participantes. A chamada “nação butequeira”, formada por frequentadores e admiradores dos bares tradicionais, segue como peça fundamental na competição. O voto do público representa 50% da nota final que define o vencedor de cada cidade. Durante o circuito, clientes e jurados visitam os estabelecimentos e avaliam os concorrentes em quatro critérios: petisco, atendimento, higiene e temperatura da bebida.

Também neste ano, o concurso volta a propor um tema para estimular a criatividade dos participantes na elaboração dos petiscos. Desta vez, as verduras são o ponto de partida para as receitas criadas especialmente para a competição, incentivando releituras da culinária tradicional e novas combinações de sabores. A lista completa de bares participantes de Fortaleza será divulgada nas próximas semanas. A proposta do Comida di Buteco é valorizar os pequenos negócios familiares, dar visibilidade aos bares locais e incentivar a criação de novos tira-gostos que mantêm viva a tradição dos botecos brasileiros.

Capacita Brasil prorroga inscrições e oferece 1.500 vagas gratuitas em cursos de tecnologia para estudantes do Ceará

Programa do Instituto iRede, apoiado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, abre nova oportunidade para jovens interessados em formação em Android, Java e Serviços Computacionais; inscrições seguem até 10 de março

O prazo para participar de uma das maiores iniciativas de capacitação tecnológica voltadas a estudantes no Ceará foi ampliado. O programa Capacita Brasil, promovido pelo Instituto iRede, prorrogou até 10 de março o período de inscrições para 1.500 vagas gratuitas em cursos de tecnologia voltados a estudantes do ensino médio, técnico e superior.

A iniciativa busca ampliar o acesso à formação em áreas estratégicas da economia digital, com trilhas de aprendizagem em Desenvolvimento Android, Programação Java e Serviços Computacionais. Ao todo, os cursos somam 480 horas de formação ao longo de 12 meses, combinando conteúdos técnicos, desenvolvimento de competências profissionais e acompanhamento pedagógico. 

O programa é totalmente gratuito e destinado a estudantes a partir de 16 anos, residentes no Ceará e regularmente matriculados no ensino médio, ensino técnico ou graduação. A proposta é preparar novos talentos para o mercado de tecnologia, um dos setores que mais crescem no país.

Segundo o professor Antônio Barros de Serra, CEO do Instituto iRede, a prorrogação do prazo busca ampliar o acesso de estudantes que ainda não conseguiram realizar a inscrição. “O objetivo do Capacita Brasil é democratizar o acesso à educação tecnológica de qualidade e preparar jovens para as oportunidades da economia digital. Sabemos que a formação em tecnologia pode transformar trajetórias profissionais e abrir portas para o mercado de trabalho. Por isso, decidimos ampliar o prazo para que mais estudantes possam participar dessa oportunidade”, afirma.

Além das trilhas técnicas, o programa também inclui conteúdos complementares voltados ao desenvolvimento profissional, como inovação, empreendedorismo, comunicação, raciocínio lógico e inglês aplicado à tecnologia. O modelo de formação foi estruturado para oferecer uma experiência educacional completa, alinhada às demandas do setor de tecnologia.

A seleção será realizada por ordem de inscrição, o que reforça a importância de os interessados realizarem o cadastro o quanto antes.

Capacita Brasil é um Projeto apoiado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), com recursos da Lei nº 8.248, de 23 de outubro de 1991, que incentiva o desenvolvimento tecnológico e a formação de profissionais para o setor de tecnologia da informação no país.

A expectativa do Instituto iRede é que a iniciativa contribua para fortalecer o ecossistema de inovação e ampliar a formação de profissionais qualificados para o mercado digital, ao mesmo tempo em que promove inclusão educacional e oportunidades para jovens estudantes.

SERVIÇO

Capacita Brasil – Cursos gratuitos de tecnologia

Inscrições prorrogadas até 10 de março Vagas: 1.500 vagas gratuitas
Trilhas: Desenvolvimento AndroidJava e Serviços Computacionais
Carga horária: 480 horas ao longo de 12 meses
Público: estudantes a partir de 16 anos, matriculados no ensino médio, técnico ou superior e residentes no Ceará
Modalidade: ensino a distância (EaD)
Inscrições: plataforma do programa Capacita Brasil (capacitabrasil.irede.org.br )

Sobre o Instituto iRede

Instituto iRede é uma organização dedicada à promoção da educação, inovação e desenvolvimento tecnológico no Brasil. Com atuação voltada à formação de talentos para a economia digital, o instituto desenvolve e executa programas de capacitação em áreas estratégicas da tecnologia da informação, conectando educação, mercado e inovação.

Por meio de projetos realizados em parceria com instituições públicas e privadas, o iRede tem ampliado o acesso de jovens e profissionais a formações em áreas como programação, desenvolvimento de software, tecnologias emergentes e transformação digital. As iniciativas combinam ensino técnico, metodologias práticas e interação com o setor produtivo, contribuindo para a formação de profissionais qualificados e para o fortalecimento do ecossistema de inovação no país.

Especialista introduz técnica FUE Long Hair para transplante capilar

O avanço das técnicas de transplante capilar tem ampliado as possibilidades de tratamento para pessoas que enfrentam a queda de cabelo. Em Fortaleza, o médico Dr. Gustavo Amarante introduziu a técnica FUE Long Hair, considerada uma das abordagens mais modernas dentro da cirurgia de restauração capilar, a técnica faz parte do método FUE (Follicular Unit Extraction), no qual as unidades foliculares são retiradas individualmente da área doadora e implantadas na região que apresenta rarefação ou calvície.

No caso da modalidade Long Hair, o diferencial está no fato de que o procedimento é realizado mantendo os fios longos durante todo o processo.

Isso significa que, ao contrário de muitos transplantes capilares tradicionais, não é necessário raspar completamente o cabelo do paciente. Com os fios preservados, é possível observar uma prévia do resultado logo após o procedimento, já que os cabelos implantados permanecem visíveis.

Além do benefício estético imediato, a técnica também permite ao especialista avaliar melhor o direcionamento natural dos fios no momento da implantação, contribuindo para um resultado mais harmônico e natural. O método exige precisão durante todas as etapas, desde a retirada das unidades foliculares até o posicionamento final no couro cabeludo.

O procedimento tem sido procurado principalmente por pacientes que desejam tratar a calvície sem mudanças bruscas no visual durante o período pós-operatório. A técnica também costuma ser indicada para quem prefere manter discrição em relação à realização do transplante capilar.

Segundo o Dr. Gustavo Amarante, o objetivo do método é aliar tecnologia e planejamento para alcançar um resultado natural. “Trabalhar com os fios longos permite visualizar melhor o desenho capilar e o posicionamento de cada unidade folicular, o que contribui para um resultado mais fiel à anatomia do paciente”, explica.