Com investimentos de R$ 25 milhões, indústria catarinense de tintas e vernizes cresce 500% em seis anos

Com investimentos de R$ 25 milhões em modernização industrial e estrutura administrativa, a Cyan Tintas e Vernizes registrou crescimento de 500% em volume e faturamento nos últimos seis anos. Fundada em 2000, a indústria catarinense com sede em Cocal do Sul se consolidou como uma das principais fornecedoras brasileiras de tintas e vernizes de base solvente, com trajetória marcada pela inovação, excelência técnica e propósito alinhado à sustentabilidade.

Inicialmente focada no atendimento a clientes regionais, a indústria acompanhou o aumento da demanda do mercado de embalagens flexíveis por tintas e vernizes para flexografia e rotogravura. A partir desse movimento, identificou a oportunidade de ampliar e internacionalizar seu atendimento e elaborou um plano estratégico para ampliar fronteiras, apoiada em sua capacidade produtiva, agilidade de produção e rigoroso padrão de qualidade.

Na última década, o foco envolveu não apenas a atualização de equipamentos e a ampliação da estrutura física, mas também o aumento da capacidade produtiva e da agilidade de produção. “Desde 2015, a Cyan praticamente cresceu em volume de tintas quase dez vezes. Na geração de solventes aplicados para o mercado, deixamos de ser um player secundário e nos tornamos fortes. Hoje, somos também reconhecidos pelo fornecimento de solventes formulados para o mercado de impressão”, argumenta o diretor executivo da indústria, Maurício Silverio.

Esse crescimento tem sido sustentado, segundo o diretor executivo, pela relação de confiança construída ao longo de mais de duas décadas com os clientes da indústria. “Parte deles acompanha a Cyan desde sua fundação e permanece até hoje acreditando em nosso modelo de trabalho, na consistência técnica e na capacidade da empresa de evoluir junto às demandas do mercado. Essa parceria de longo prazo reflete uma trajetória baseada em qualidade, proximidade, suporte técnico e entrega de soluções”, acrescenta.

Pandemia e sustentabilidade

Seguindo a estratégia de investimentos contínuos e crescimento sustentável, a partir de 2020 a Cyan intensificou sua atuação em pesquisa e produção de tintas base água, mesmo em um cenário marcado por incertezas no mercado. Embora a adoção dessa tecnologia ainda gere desafios, a empresa apostou na resiliência e na construção gradual de conhecimento técnico.

O movimento começou com a implantação de um projeto-piloto dentro da área de Pesquisa e Desenvolvimento voltado à base água. No início de 2021, o processo resultou na obtenção da primeira formulação com desempenho suficiente para gerar confiança e permitir a entrada no mercado.

Em 2022, com o ganho de escala, uma unidade dedicada à produção de tintas base água foi criada dentro da própria planta de base solvente. “Nos anos seguintes, o crescimento dessa frente evidenciou a necessidade de uma estrutura exclusiva e, por isso, iniciamos os investimentos para a construção de uma nova planta dedicada integralmente à base água. O novo espaço deverá ser inaugurado no início de 2026 com aproximadamente sete mil metros quadrados, o que reforça o compromisso da Cyan com inovação, sustentabilidade e a evolução tecnológica do mercado”, completa Silverio.

Mais crescimento e expansão

Nos últimos 10 anos, a Cyan se tornou referência nacional na produção de tintas e vernizes, atendendo segmentos estratégicos como alimentos, bebidas, higiene, limpeza, fármacos e embalagens industriais. Hoje, sua presença comercial abrange todo o território brasileiro e já adentra países do Mercosul.

A atual planta fabril possui capacidade para armazenar 500 toneladas de tintas e um milhão de litros de solvente. Números que, em breve, serão consideravelmente maiores, tendo em vista que a nova fábrica, dedicada às tintas base água, foi projetada para uma capacidade instalada de até 500 toneladas de produção por mês.

“Nos próximos anos, nossa estratégia é consolidar ainda mais a participação da Cyan no mercado brasileiro com a linha base solvente e, ao mesmo tempo, expandir de forma consistente nossa presença no mercado latino-americano. Em paralelo, estamos concluindo a nova fábrica dedicada às tintas base água, com a meta de conquistar aproximadamente 150 toneladas em volume de vendas já nos próximos 36 meses”, declara o diretor executivo.

Sobre a Cyan Tintas e Vernizes

Cyan Tintas e Vernizes é uma empresa brasileira com 25 anos de trajetória marcada por inovação, excelência técnica e propósito sustentável. Fundada em 18 de maio de 2000, a empresa investiu continuamente em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), com foco na criação de soluções personalizadas e sustentáveis para o setor gráfico.

Possui laboratórios dedicados ao desenvolvimento e aprimoramento de tintas base solvente e base água, garantindo desempenho técnico, qualidade e estabilidade nas aplicações. O rigor dos processos de controle e análise é um dos diferenciais da marca, assegurando produtos de alta performance, confiabilidade e repetibilidade, aspectos valorizados por clientes de diversos segmentos industriais.

Conselho Estadual de Saúde do Ceará realiza posse de novos conselheiros para o biênio 2026–2028

O Conselho Estadual de Saúde do Ceará (Cesau/CE) realizou, nesta segunda-feira, 5 de janeiro, a cerimônia de posse dos novos conselheiros estaduais de saúde eleitos para o biênio 2026–2028. O evento aconteceu no Auditório Waldir Arcoverde, na Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa), e contou com a presença da secretária da Saúde, Tânia Mara Coelho, além de outras autoridades.

Na ocasião, também foi eleita a Mesa Diretora do Conselho para o período, composta por Leonardo Aprigio, na Presidência; Oldack Cezar, na Vice-Presidência; Thatiane Paiva, na Secretaria-Geral; e Sandra Venâncio, na Secretaria Adjunta.

Foram empossados 63 conselheiros eleitos em votações realizadas nos meses de outubro, novembro e dezembro de 2025.


Sobre o Cesau/CE

O Conselho Estadual de Saúde do Ceará (Cesau/CE) é um órgão colegiado de caráter permanente, fiscalizador e deliberativo, integrante da estrutura organizacional da Secretaria da Saúde do Estado do Ceará (Sesa), com atuação em todo o território estadual. O Conselho participa da formulação de estratégias e do controle da execução da política estadual de saúde, inclusive nos aspectos econômicos e financeiros.

Banco do Nordeste abre inscrições para prêmio de jornalismo em desenvolvimento regional

Fortaleza (CE), 6 de janeiro de 2026 – O Banco do Nordeste (BNB) abriu nesta segunda-feira, 5, as inscrições do Prêmio Banco do Nordeste de Jornalismo em Desenvolvimento Regional. O certame, que chega à sua 20ª edição, premiará jornalistas profissionais e universitários em 30 categorias, com valores entre R$ 3 mil e R$ 38 mil. As inscrições podem ser feitas até o dia 31 de março.

Podem concorrer os trabalhos jornalísticos de qualquer tipo de mídia produzidos em todo o País e que retratem ações executadas na área de atuação do BNB – estados nordestinos e parte de Minas Gerais e Espírito Santo.

Microcrédito rural é o tema do Grande Prêmio Nacional, cuja premiação é de R$ 38 mil. Além da categoria principal, o Prêmio Banco do Nordeste contemplará outros 29 materiais, com valores individuais de R$ 3 mil a R$ 23 mil, que tratem do tema geral “desenvolvimento regional”. As vertentes desse assunto incluem expansão de crédito, empreendedorismo urbano e rural, geração de empregos, ocupação e renda, tecnologia e inovação, investimentos em infraestrutura, responsabilidade socioambiental e manifestações culturais.

Serão premiados jornalistas profissionais e estudantes universitários que tenham material publicado ou veiculado nos estados de atuação do Banco e um profissional com atuação extrarregional. Os trabalhos inscritos devem ser enquadrados em uma das categorias: texto, fotografia, áudio, audiovisual e projetos multimídia.

Para concorrer, o conteúdo noticioso precisa ser inédito e publicado em território nacional no período de 1° de janeiro de 2025 a 31 de março de 2026. A cerimônia de entrega dos prêmios deverá ocorrer em junho de 2026.

Prêmios estaduais

Na categoria estadual, haverá dois trabalhos vencedores por estado em que o BNB atua, sendo um para comunicadores profissionais e um para estudantes universitários. O tema será aberto às vertentes do desenvolvimento regional com disputa entre todos os inscritos daquele estado, independentemente da mídia inscrita.

O regulamento completo está disponível na seção Prêmio BNB de Jornalismo do portal www.bnb.gov.br.

Brasil e os minerais críticos, gestão de projetos como chave para o futuro

Por Sander Rodrigues, Diretor Comercial e de Marketing da Timenow*, referência nacional em gestão de projetos

O Brasil desponta como um dos países mais promissores na corrida global por minerais críticos, possuindo reservas significativas de lítio, níquel, cobalto, grafite e terras raras. Esses insumos são essenciais para a transição energética e o avanço tecnológico, fundamentais na produção de baterias, semicondutores, turbinas eólicas e painéis solares. Em um cenário de crescente demanda mundial, o país conta com condições geológicas favoráveis, infraestrutura em desenvolvimento e um ecossistema de pesquisa que pode transformar suas reservas minerais em uma vantagem competitiva.

Dados do Serviço Geológico do Brasil (SGB) apontam que o país possui reservas expressivas de lítio em Minas Gerais, especialmente na região do Vale do Jequitinhonha, que já atraiu investimentos de R$ 6,3 bilhões, colocando o Brasil como o detentor da 7ª maior reserva mundial. Além disso, estudos indicam que o país possui a segunda maior reserva de terras raras do mundo, atrás apenas da China. Esses recursos reforçam a posição estratégica do país para atender às necessidades de cadeias globais que buscam diversificação de fornecedores e redução da dependência de regiões geopolíticas instáveis.

No entanto, transformar esse potencial em realidade requer mais do que riqueza mineral e investimentos financeiros. É necessário um planejamento cuidadoso, coordenação eficaz e uma visão de longo prazo. Nesse contexto, a gestão de portfólio projetos se torna fundamental. A mineração de minerais críticos enfrenta desafios complexos, como licenciamento ambiental rigoroso, necessidade de inovação tecnológica, integração com comunidades locais e exigências de sustentabilidade impostas por investidores e consumidores, especialmente em um cenário de crescente preocupação climática. Sem uma abordagem estruturada, há o risco de perder oportunidades devido a atrasos, custos elevados e conflitos socioambientais.

A gestão de portfólio de projetos no setor mineral permite alinhar objetivos estratégicos com uma execução eficiente. Ferramentas como análise de riscos, cronogramas integrados e indicadores de desempenho tornam-se essenciais para assegurar que os empreendimentos avancem dentro dos prazos e orçamentos estabelecidos. Além disso, práticas modernas de governança e compliance aumentam a credibilidade das empresas brasileiras no mercado internacional, atraindo novos investimentos e parcerias.

Outro aspecto importante é a capacidade de articular diferentes partes interessadas. Projetos de mineração não se limitam apenas às empresas; envolvem também governos, universidades, comunidades e fornecedores. A gestão de portfólio de projetos estabelece mecanismos de comunicação e cooperação que ajudam a reduzir tensões e ampliam os benefícios sociais. Programas de capacitação, geração de empregos e investimentos em infraestrutura local podem ser planejados de forma integrada, aumentando a aceitação social e a sustentabilidade das operações.

O Brasil tem a oportunidade de se posicionar não apenas como exportador de matéria-prima, mas também como protagonista em cadeias de valor mais sofisticadas. Para isso, é fundamental investir em projetos que integrem tecnologia e inovação, como plantas de processamento avançado e centros de pesquisa em materiais. A gestão de projetos, nesse contexto, atua como uma ponte entre a exploração mineral e a criação de produtos de alto valor agregado, permitindo ao país ingressar em segmentos estratégicos da economia global.

A transição energética e a digitalização da economia mundial não são tendências passageiras. Elas estão redefinindo padrões de consumo e produção, e os minerais críticos ocupam um papel central nessa transformação. O Brasil, com sua geologia abundante e capacidade de inovação, pode avançar ainda mais no mercado mineral global. Contudo, o sucesso dependerá da capacidade de transformar suas reservas em projetos bem-sucedidos, conduzidos com rigor técnico, responsabilidade socioambiental e uma visão estratégica clara.

Em um mundo que busca urgentemente reduzir as emissões de carbono e aumentar a segurança energética, os minerais críticos são mais do que recursos: são a base de um novo modelo de desenvolvimento. O Brasil tem a chance de se destacar nesse cenário, mas precisa garantir que essa oportunidade se converta em prosperidade sustentável, beneficiando não apenas investidores e empresas, mas toda a sociedade brasileira.

*Sander Rodrigues – Diretor Comercial e Marketing da Timenow, é engenheiro, com mestrado em projetos sustentáveis e 15 anos de experiência em Desenvolvimento de Negócios e Projetos nos setores de Mineração, Papel e Celulose, Infraestrutura, Energia. Lidera a expansão da empresa, promovendo soluções inovadoras e parcerias estratégicas em mercados-chave.

As tendências de tecnologia que vão acelerar o Brasil em 2026

Por Rafael Leopoldo – Diretor de Growth e Tecnologia da Selbetti

A aceleração da inteligência artificial nas empresas brasileiras em 2025 mudou o eixo das discussões sobre tecnologia. De acordo com levantamento da AWS, 9 milhões de empresas no país já utilizam IA de forma sistemática – um aumento de 29% em apenas um ano. Mas, enquanto a inteligência artificial concentra a atenção, outras tecnologias menos visíveis, porém decisivas, avançam em paralelo e preparam terreno para uma transformação estrutural.

Para entender quais serão as principais tendências que devem dominar a tecnologia de ponta no Brasil a partir do próximo ano, realizamos um levantamento no mercado nacional, cruzando dados de tendências já mapeadas pelo Gartner com informações do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. Os temas identificados refletem um novo ciclo de prioridades: mais integração, menos improviso; mais segurança, menos hype. E devem orientar as decisões de investimento de empresas privadas e órgãos públicos até o fim da década.

Das dezenas de apostas tecnológicas listadas anualmente por analistas globais, apenas uma fração tem aderência real à realidade brasileira. Fatores como infraestrutura, regulação, maturidade digital e prioridades setoriais moldam o que, de fato, pode ser escalado localmente. A seleção a seguir foca em tendências com aplicação prática e impacto direto sobre os desafios e oportunidades do país nos próximos três anos.

Plataformas de desenvolvimento nativas em IA

A forma como empresas desenvolvem software no Brasil está prestes a passar por uma transformação radical. As plataformas nativas em inteligência artificial, que permitem criar aplicações inteiras por meio de prompts em linguagem natural, vêm sendo rapidamente adotadas por startups e empresa de grande porte no país, oferecendo um caminho direto para contornar a escassez de desenvolvedores e acelerar a entrega de soluções digitais.

A tendência, listada pelo Gartner como uma das principais transformações estratégicas para os próximos anos, aponta para um cenário em que a maior parte do código corporativo será gerado, acelerado ou revisado por IA. Para um país com carência de profissionais especializados, mas alta demanda por digitalização, o salto de produtividade pode ser enorme.

Automação inteligente de processos (RPA/IPA)

A busca por eficiência operacional, a escassez de mão de obra qualificada e a pressão por escalabilidade são os principais fatores que levaram a automação de processos a ocupar um papel de destaque nas estratégias de transformação digital no Brasil. Neste ano, a tecnologia deu um salto qualitativo: o modelo clássico de automação robótica (RPA), antes limitado a fluxos fixos e tarefas repetitivas, foi incorporado a recursos de inteligência artificial, dando origem ao que o mercado já chama de IPA, ou Intelligent Process Automation.

O conceito vai além de bots que replicam cliques: trata-se de sistemas que leem documentos, interpretam comandos em linguagem natural, tomam decisões com base em aprendizado de máquina e executam ações integradas entre plataformas.

Esse movimento não é novo, mas alcançou uma nova escala com a integração da IA generativa a ferramentas de automação.

E o que antes era privilégio de grandes bancos e multinacionais tornou-se acessível para empresas de médio porte, graças à proliferação de soluções SaaS, plataformas low-code e orquestradores de automação em nuvem.

Plataformas de segurança para IA + cibersegurança preditiva

O conceito de cibersegurança preditiva, já mapeado pelo Gartner como tendência estratégica, pressupõe uma mudança de postura. Em vez de simplesmente detectar e reagir a incidentes após sua ocorrência, as empresas passam a atuar de forma antecipada, utilizando algoritmos de previsão, análise comportamental e automação inteligente para bloquear ameaças antes que causem impacto.

No Brasil, essa abordagem ainda é nova, assim como o uso estruturado de agentes de IA dedicados à segurança digital. A maior parte das empresas ainda opera com ferramentas reativas, baseadas em assinaturas e regras fixas. Mas essa realidade começa a mudar, puxada principalmente pelos setores financeiro, telecom e varejo, onde os primeiros projetos com arquiteturas preditivas já mostram resultados concretos em redução de tempo de resposta e mitigação de riscos complexos.

Cloud computing e soberania de dados: a nuvem como ativo estratégico

De acordo com o Panorama Cloud 2025, levantamento realizado pela TOTVS em parceria com a H2R Pesquisas Avançadas, 77% das empresas brasileiras já utilizam serviços em nuvem no dia a dia, e 61% adotam a nuvem como infraestrutura principal, com sistemas, dados e aplicações operando diretamente em ambientes cloud, e não apenas como suporte a servidores locais.

A tendência, mapeada pelo Gartner como uma das mais relevantes para os próximos anos, reflete um movimento global em resposta a riscos geopolíticos, legislações extraterritoriais e disputas por autonomia tecnológica.

No Brasil, um marco dessa inflexão foi a criação da Nuvem de Governo Soberana, infraestrutura oficial lançada pelo governo federal em setembro passado. Operada por estatais como Serpro e Dataprev, com data centers localizados no país, ela abriga sistemas sensíveis da administração pública e já conecta mais de 250 órgãos.

Arquiteturas modernas de dados (Lakehouse + Data Mesh)

A explosão do volume de dados nas empresas brasileiras, somada à pressão por agilidade e qualidade analítica, acelerou a adoção de novas arquiteturas capazes de romper com os modelos tradicionais de armazenamento e consumo de informação. Duas dessas abordagens, Data Lakehouse e Data Mesh, vêm ganhando espaço em organizações que enfrentam dificuldades com silos, duplicidade de dados e lentidão na entrega de insights.

Essa tendência também está no radar do Gartner, que aponta o lakehouse como parte de uma evolução natural das plataformas de dados e o Data Mesh como uma das abordagens organizacionais mais promissoras para escalar analytics com eficiência.

Análises em tempo real e inteligência de decisões

Tomar decisões com base em dados atualizados, no momento em que os fatos ocorrem, deixou de ser vantagem competitiva para se tornar exigência operacional em setores como finanças, varejo e logística.

No Brasil, bancos usam análises em tempo real para barrar fraudes em milissegundos, empresas de e-commerce ajustam ofertas conforme o comportamento de navegação, e operadoras de telecom monitoram anomalias na rede com respostas automatizadas.

Mas o movimento não para no tempo real. O passo seguinte é a adoção da chamada inteligência de decisões (Decision Intelligence), que estrutura a tomada de decisão a partir de modelos analíticos, regras de negócio e machine learning, muitas vezes de forma autônoma. O Gartner lista o Decision Intelligence como uma das tendências mais relevantes até 2026.

Modelos de linguagem específicos por domínio (DSLMs)

Com o avanço da inteligência artificial generativa, empresas brasileiras começaram a perceber uma limitação importante nos modelos de linguagem generalistas: eles respondem bem em tarefas amplas, mas falham quando o contexto exige conhecimento técnico, terminologia especializada ou nuances regulatórias. É nesse ponto que ganham relevância os modelos de linguagem específicos por domínio, ou DSLMs – modelos treinados ou ajustados com dados próprios de setores como jurídico, financeiro, saúde ou varejo.

O Gartner prevê que, até 2028, a maior parte das aplicações de IA generativa corporativa será baseada em modelos específicos por domínio — não em LLMs genéricos. No Brasil, esse movimento é reforçado por dois fatores: a necessidade de operar em português com precisão e o esforço por manter dados sensíveis dentro do perímetro da empresa. A criação de DSLMs é, portanto, uma etapa natural na profissionalização da IA corporativa, e uma estratégia de diferenciação real num mercado cada vez mais saturado por soluções genéricas.

Conectividade: a base invisível da transformação digital

Nenhuma tendência tecnológica se sustenta sem uma infraestrutura de conexão confiável, rápida e distribuída. Neste ano, o Brasil avançou significativamente nesse quesito. Já são mais de 1.500 municípios com cobertura ativa de 5G, e cerca de 70% da população tem acesso à nova geração de redes móveis, segundo dados da Anatel. Ao mesmo tempo, o número de conexões por fibra óptica ultrapassou 45 milhões, consolidando o país como líder em banda larga fixa na América Latina. Essa nova malha de conectividade viabiliza tudo: IA em tempo real, sensores no campo, edge computing, streaming de alta resolução e operações digitais fora dos grandes centros.

O país ainda enfrenta desafios em áreas rurais e periferias urbanas, mas a infraestrutura montada nos últimos dois anos mudou o patamar, e preparou terreno para o próximo salto da digitalização.

O que essas tendências dizem sobre o futuro

Mais do que apontar tecnologias promissoras, o conjunto dessas dez tendências revela um padrão claro: o Brasil está entrando em um novo estágio de maturidade digital, em que eficiência, autonomia, governança e confiabilidade substituem o improviso, a dependência e o hype vazio. A IA segue no centro, mas deixa de operar sozinha, ganha corpo ao se integrar a dados bem estruturados, redes mais ágeis, arquiteturas flexíveis e ambientes de nuvem sob controle.

Nos próximos três anos, serão essas camadas, menos visíveis, mas estruturantes, que vão separar as organizações que crescem de forma sustentável daquelas que apenas aderem a modismos. E é nesse terreno que se define o papel da tecnologia não como ferramenta de suporte, mas como eixo de transformação estratégica no Brasil.

Sobre a Selbetti Tecnologia

A Selbetti Tecnologia é a maior One-Stop-Tech do Brasil, proporcionando um ecossistema completo de soluções para acelerar a transformação digital das empresas. Com quase 50 anos de história e um time de mais de 2,2 mil profissionais, a empresa atua como um hub de tecnologia que conecta automação, infraestrutura, inteligência artificial e experiência digital e física para impulsionar a eficiência e o crescimento dos negócios.

A Selbetti oferece soluções tecnológicas integradas que transformam operações e aumentam a competitividade das empresas, a partir de um ecossistema estruturado em oito unidades de negócios, cobrindo de forma estratégica as necessidades do mercado de tecnologia. Conheça:

Selbetti Print Solutions: entrega gestão inteligente de impressão, com soluções de outsourcing e monitoramento de parques de impressão, garantindo mais eficiência e controle para as empresas;

Selbetti IT Devices: atua no gerenciamento completo do ciclo de vida de dispositivos de TI, oferecendo locação de notebooks, desktops, smartphones e demais ativos. Além disso, disponibiliza portaria virtual, central de monitoramento e venda de equipamentos seminovos, unindo tecnologia, sustentabilidade e segurança para ambientes corporativos;

Selbetti Label Solutions: unidade de negócios que se destaca em captura automática de dados e identificação (AIDC), combinando fabricação de etiquetas, fornecimento de hardware e suprimentos para rastreabilidade e logística, garantindo mais eficiência operacional;

Selbetti Process Solutions: transforma a gestão documental e a automação de processos, com um portfólio modular que inclui RPA, assinatura digital e eletrônica, sistema de cobrança bancária e inteligência na digitalização de documentos, tornando os fluxos empresariais mais ágeis e inteligentes;

Selbetti IT Solutions: fortalece a infraestrutura tecnológica das empresas, garantindo segurança, confiabilidade e escalabilidade com soluções de cibersegurança, field service, servidores, cloud, data science e inteligência artificial;

Selbetti Customer Experience: revoluciona o atendimento ao cliente (CX) com uma plataforma omnichannel completa, que integra chat e voicebots, URA, discador automático, monitoria de qualidade e inteligência artificial, proporcionando uma comunicação fluida e automatizada;

Selbetti Retail Experience: transforma a experiência no varejo, oferecendo soluções de cartazeamento, gestão de ofertas, rádio indoor e retail media networks, além de etiquetas impressas e eletrônicas que personalizam e otimizam a jornada do consumidor no ponto de venda;

Selbetti Business Consulting: oferece consultoria estratégica de TI, auxiliando empresas na gestão de projetos e processos, segurança da informação e transformação digital. Além disso, atua na alocação de profissionais especializados, como gestores de projeto (GP) e desenvolvedores (DEV), garantindo excelência na execução de iniciativas tecnológicas.

Fundada em 1977, a Selbetti carrega a inovação no DNA. A missão da empresa vai além da tecnologia, e conecta pessoas, dados e inovação para transformar desafios em oportunidades e acelerar o futuro das empresas. Com um olhar voltado para o amanhã, a Selbetti segue expandindo sua atuação, e consolidando sua posição como um dos principais vetores de inovação no Brasil.

Conheça mais sobre a Selbetti Tecnologia

Sorvete, pão e cerveja: aos 28 anos, empresário curitibano triplica resultados

Brasil, janeiro de 2026 – Formado em Administração de Empresas pela FAE e com um GBA em Liderança para Times Inovadores e Gestão de Pessoas pela FGV, o empresário Matheus Krauze encerrou 2025 com faturamento consolidado de R$ 12 milhões em seus três negócios. A trajetória precoce, a disciplina de gestão e a visão estratégica formam o eixo que hoje o coloca entre os jovens empreendedores de maior destaque no setor. Sua relação com o universo da gastronomia começou cedo, dentro da própria família. Neto e filho de empreendedores no ramo de sorvetes, cresceu acompanhando a rotina da loja e da fábrica e, aos 13 anos, já ajudava a mãe em um quiosque da marca.

Aos 17 anos, durante uma temporada em San Francisco (EUA), viveu sua primeira experiência internacional ao trabalhar em uma pizzaria de fermentação natural. Começou no atendimento e, mesmo sem domínio pleno do inglês, tornou-se gerente em poucos meses. A vivência aprofundou sua compreensão sobre operação, liderança e padrões de serviço, elementos que hoje norteiam seu estilo de gestão. De volta ao Brasil, aproximou-se da cadeia de cafés especiais e de pequenos produtores, criando, em 2019, uma empresa de representação comercial focada em alimentos artesanais. Nesse período, conheceu a Local Pães e Cafés, que estava às vésperas de inaugurar sua primeira unidade. Matheus passou a apoiar a operação, contribuindo em gestão, finanças e processos.

“Apesar da bagagem muito forte de panificação e café, os sócios tinham pouca experiência em gestão, finanças e processos, que é a minha área. Eu sempre gostei da marca e via muito potencial, então comecei a ajudar ativamente na operação, sem nenhuma intenção financeira, apenas pela vontade de ver o negócio prosperar. Foram quase 12 meses assim, até que recebi o convite para me tornar sócio”, afirma.

A mudança de endereço da Local, no fim de 2020, levou a marca para um imóvel indicado por Matheus, ao lado da primeira unidade da SOFT Ice Cream, seu segundo negócio no setor e primeiro modelo pensado para expansão via franquias. A SOFT nasceu após uma viagem a Hong Kong e trouxe ao Brasil a proposta de sorvetes com sabores autênticos, ingredientes naturais e processos artesanais. Em 2025, tornou-se o principal motor de crescimento do grupo, alcançando R$ 8,01 milhões em faturamento e consolidando um modelo de franquias em expansão nacional.

Em 2023, com o objetivo de acelerar processos de expansão em marcas alinhadas ao conceito de gastronomia de rua, a SOFT uniu-se à rede Janela Bar, dando origem ao Grupo Rua. A fusão estabeleceu uma estrutura integrada de expansão, operação, marketing e desenvolvimento, reunindo mais de 20 profissionais dedicados ao crescimento de ambas as marcas. “O Grupo Rua nasceu da compreensão de que marcas de culinária de rua ganham força quando caminham juntas. A união entre a SOFT e o Janela Bar nos permitiu estruturar um modelo capaz de acelerar expansão, otimizar operações e fortalecer a presença das marcas em novos territórios, sempre preservando identidade, propósito e experiência”, afirma Matheus Krauze.

Desde então, Matheus passou a atuar também dentro do Grupo Rua, onde exerce o cargo de CEO da SOFT, liderando projetos de expansão, marca e produto. O ecossistema criado pelo grupo impulsionou resultados em diferentes frentes, reunindo mais de R$ 100 milhões de faturamento na rede e registrando crescimento de 44,03% entre 2022 e 2023. A estrutura ampliada reforçou a capacidade de escalar unidades franqueadas, aprimorar treinamentos e introduzir novos produtos ao portfólio, impactando diretamente o desempenho das operações lideradas pelo empresário.

A busca por novos pontos comerciais também abriu caminho para outro negócio. A intenção inicial era encontrar um novo endereço para a Local, porém o imóvel disponível era pequeno demais para a operação. Foi nesse contexto que surgiu a oportunidade de criar um boteco autoral. Em parceria com Pedro Vieira, conhecido por projetos como Ginger Bar e Pepita, nasceu o Bar Jataí, inaugurado em fevereiro de 2024. Em pouco tempo, a casa tornou-se referência na cena curitibana e fechou 2025 com R$ 2,22 milhões em faturamento. Já a Local Pães e Cafés viveu seu melhor ano desde a abertura, alcançando R$ 1,76 milhão em faturamento, crescimento de 99,6% em relação a 2024. O avanço foi impulsionado por uma operação mais madura, pela expansão para um espaço de 140 m² na Alameda Prudente de Moraes e pelo fortalecimento da marca no mercado local.

O desempenho consolidado dos negócios reflete uma curva consistente de expansão e o olhar aguçado de Matheus para gestão e oportunidades. Para o empresário, o resultado é fruto da combinação entre experiência prática, formação e capacidade de criar times sólidos. “A construção dessas marcas é resultado de muitas mãos, muito aprendizado e uma visão clara de que gastronomia precisa unir produto, gestão e propósito. Comecei ajudando minha mãe no balcão, cresci observando o ritmo da fábrica e sempre tive curiosidade sobre o que acontece por trás do prato. Hoje, ver esse crescimento consolidado reforça que estamos no caminho certo”, afirma.

Os planos para 2026 seguem o mesmo eixo que marcou a trajetória recente do empresário. As prioridades envolvem novas expansões da SOFT, com foco em consolidar a marca em praças estratégicas do país, o amadurecimento das operações da Local e do Jataí e a evolução da Cia. de Balcão, estrutura que centraliza gestão, compras, RH, marketing e processos dos negócios do grupo. “A intenção é crescer com inteligência, fortalecendo cultura, time e desempenho, sem abrir mão da identidade e da qualidade das marcas. 2026 será um ano de estrutura, consistência e preparação para um novo ciclo de expansão sustentável”, completa o jovem empresário.

Otimismo: 85% dos brasileiros acreditam que 2026 será um ano financeiramente melhor, revela Serasa

Janeiro de 2026 – A chegada de um novo ano representa uma oportunidade de recomeço para muitas pessoas, momento próprio para traçar novas metas, renovar planos e retomar sonhos que ficaram pelo caminho. Esses sentimentos se refletem nos dados da pesquisa Perspectivas para 2026, realizada pela Serasa em parceria com o Instituto Opinion Box: otimistas, 85% dos brasileiros acreditam que 2026 será um ano financeiramente melhor que 2025 e 78% acreditam que conseguirão realizar os sonhos que ficaram pendentes no ano anterior. 

Quando questionados sobre como definiriam o último ano, as principais palavras mencionadas foram planejamento (21%), preocupação (18%) e organização (18%).

Ano novo, vida financeira nova

Para 2026, os consumidores já começam a planejar as finanças, 92% declaram que estão se organizando para alcançar maior tranquilidade financeira. Entre as principais ações, 34% dizem estar pagando dívidas existentes, 33% reduzindo os gastos do dia a dia e 31% definindo metas para economizar. Além disso, quase 8 em cada 10 brasileiros afirmam que buscarão educação financeira para melhorar sua qualidade de vida em 2026.

Olhando para o próximo ano, os brasileiros reforçam uma postura mais consciente e estratégica em relação ao futuro. Como principal plano para 2026, 42% dos entrevistados desejam conseguir pagar as dívidas existentes. Na sequência, aparece o cuidado com a saúde (31%) e a intenção de investir (24%). Esse movimento se traduz nas palavras que simbolizam o ano: planejamento (32%), organização (29%) e controle (26%), evidenciando a busca por equilíbrio financeiro e qualidade de vida.

“Quando falamos de finanças, é normal que os gastos inesperados ou emergenciais surjam em algum momento. Por isso, o planejamento financeiro é essencial para saber lidar com essas situações”, ressalta Aline Vieira, especialista da Serasa em educação financeira.

“O ano de 2026 representa uma verdadeira oportunidade de virada de chave para muitos brasileiros. Com mais planejamento, organização e controle das finanças, é possível transformar expectativas em conquistas concretas e construir uma relação mais saudável com o dinheiro ao longo do ano”, afirma Aline.

Metodologia

Pesquisa realizada pelo Instituto Opinion Box entre 3 e 11 de setembro de 2025, com 2.576 entrevistas online em todo o Brasil. Margem de erro de 1,9 pontos percentuais.

Janeiro Verde: CRIO tratou mais de 290 pacientes com câncer de colo do útero no último ano

O Centro Regional Integrado de Oncologia (CRIO) inicia o ano com a promoção da campanha Janeiro Verde, que tem o objetivo de conscientizar a população, principalmente o público feminino, acerca da prevenção ao câncer de colo do útero. No último ano, a instituição tratou, em média, 293 pacientes com o diagnóstico da doença.

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA) o câncer colo uterino é o terceiro tipo de câncer mais incidente entre as mulheres – excluindo os tumores de pele não melanoma. No último triênio, entre 2023 e 2025, também estimou-se cerca de 17.010 casos novos por ano, o que representa uma taxa de incidência superior a 15 casos a cada 100 mil mulheres.

Conforme a Dra. Renata Justa, cirurgiã-oncológica do CRIO, a prevenção é a principal estratégia para reduzir a incidência da doença. “A vacinação contra o HPV é uma medida comprovadamente eficaz e deve ser estimulada conforme as recomendações do calendário vacinal. Além disso, o exame de Papanicolau permite identificar alterações antes mesmo do desenvolvimento do câncer, o que amplia significativamente as chances de tratamento bem-sucedido”, explica.

A doença está fortemente associada à infecção pelo papilomavírus humano (HPV), responsável pela maioria dos casos, e pode evoluir de forma silenciosa, especialmente nos estágios iniciais. 

A especialista completa: “Nos estágios iniciais, o câncer de colo do útero geralmente não apresenta sintomas. Quando surgem, podem incluir sangramentos fora do período menstrual, secreção vaginal anormal e dor durante as relações sexuais. Por isso, o acompanhamento ginecológico regular é fundamental para a detecção precoce”, reforça Dra. Renata Justa.

O tratamento varia conforme o estágio da doença e pode envolver cirurgia, radioterapia, quimioterapia ou a combinação dessas abordagens. Segundo a médica, o diagnóstico em fases iniciais possibilita terapias menos agressivas e melhores resultados clínicos.

Cimento Apodi utiliza a carnaúba para geração de biomassa sustentável no Ceará

A Cimento Apodi desenvolve, em Jaguaruana (CE), município vizinho à sua fábrica em Quixeré, um modelo de negócios inovador que transforma os talos da carnaúba em biomassa, reforçando o compromisso da empresa com a sustentabilidade e a valorização da economia regional. A iniciativa, que começou em 2018, aproveita resíduos (palha) da tradicional safra da carnaúba, atividade de grande relevância no Nordeste, especialmente no Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte, e os converte em fonte de energia renovável.

No Nordeste, o clima é marcado por dois períodos distintos: o chuvoso, de fevereiro a maio, e o seco, de agosto a novembro, quando ocorre a safra da carnaúba. É justamente neste período de estiagem que o projeto se torna mais viável, já que a trituração dos talos pode ser realizada com maior eficiência, gerando uma alternativa concreta de renda complementar para pequenos produtores locais.

Além de representar uma solução ambientalmente responsável, a produção de biomassa contribui para a inclusão social, ao criar novas oportunidades de trabalho e fortalecer a cadeia produtiva da carnaúba em diferentes territórios.

“A produção de biomassa surge como uma alternativa inovadora, oferecendo oportunidades de renda complementar para produtores rurais, especialmente durante o período de estiagem. Além de gerar valor econômico, o projeto promove o aproveitamento integral da planta e fortalece a cadeia produtiva da carnaúba”, destaca Cybelle Borges, coordenadora de Sustentabilidade e ESG da Apodi.

Para ampliar os benefícios, a Cimento Apodi também oferece assistência técnica e treinamentos aos produtores e às equipes envolvidas no processo, abordando áreas fundamentais para a gestão eficiente do negócio rural. 

“Esse modelo de negócios representa o compromisso da Cimento Apodi em desenvolver soluções que unam inovação, sustentabilidade e impacto social. Nosso objetivo é seguir ampliando iniciativas que fortaleçam a economia local, respeitem o meio ambiente e contribuam para um futuro mais sustentável para toda a região”, finaliza Cybelle Borges. 

Sobre a Cimento Apodi

Idealizada no ano de 2008, a Cimento Apodi é uma joint venture multinacional formada pela participação societária da família Dias Branco e do Grupo Titan, produtor de cimento e materiais de construção, que tem mais de 110 anos de experiência na área industrial, com sede na Grécia.

Presente de forma estratégica no Norte e Nordeste do país, a Cimento Apodi possui duas unidades industriais – sendo um parque industrial de três mil hectares de área em Quixeré/CE, mesorregião do Vale do Jaguaribe, e uma moagem de processamento no Complexo Industrial e Portuário do Pecém/CE.

Juntas, as duas unidades têm capacidade para produzir mais de dois milhões de toneladas de cimento ao ano.

A Companhia conta ainda com quatro centrais de concreto, três laboratórios (sendo um de serviços técnicos e dois de cimento), um centro tecnológico (Apodi Expert) e dez Centros de Distribuição posicionados de forma estratégica nas diferentes regiões do país para melhor atender seus clientes. A companhia produz com alto rigor de qualidade uma ampla linha de produtos, o que permite a empresa atender às diferentes necessidades do mercado da construção civil brasileira, com eficiência e responsabilidade socioambiental.

Instituto Revoar promove 8ª edição do grupo de apoio para pessoas com ansiedade

O Grupo Mentes Ansiosas é um projeto gratuito, aberto ao público e conta com mais de 220 inscrições

O Instituto Revoar, braço social da Rede Memorial Fortaleza, promoverá no dia 19 de janeiro, o primeiro encontro da 8ª edição do grupo Mentes Ansiosas. “O projeto é gratuito e foi pensado como um espaço de acompanhamento para pessoas que se sentem ansiosas ou foram diagnosticadas com ansiedade”, indica a Vice-Presidente, Elaine de Tomy. “Iremos reunir pessoas em uma terapia de grupo online conduzido pelo psicanalista, terapeuta e voluntário do Instituto, Domingos Santos”, indica. As vagas são limitadas. 

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 264 milhões de pessoas sofrem de transtornos de ansiedade. Uma nova pesquisa realizada em 2023 revelou que 26,8% dos brasileiros receberam diagnóstico médico de ansiedade. Entre a população jovem, de 18 a 24 anos. 

“Por ser mais acelerado, o jovem tende a pensar demais e a considerar múltiplas versões de suas ações, o que pode causar ansiedade”, explica Elaine de Tomy, psicanalista e vice-presidente do Instituto Revoar, braço social da Rede Memorial Fortaleza.

“Nosso objetivo é oferecer um espaço seguro e acolhedor para aqueles que enfrentam desafios relacionados à ansiedade, proporcionando apoio emocional e estratégias eficazes para lidar com esses sentimentos”, explica Elaine. 

O grupo vem como um espaço sem julgamentos, e de total acolhimento e irá se reunir às segundas-feiras, 20h, durante oito encontros. 

O momento será online pelo google meet. Para participar basta ser maior de 18 anos. Nas reuniões serão abordados temas como, sintomas ansiosos, gatilhos, insônia e assuntos relacionados.

Sobre o Instituto Revoar

O Instituto Revoar, braço social da Rede Memorial Fortaleza. Revoar vem do significado tornar a voar, voltar voando, que é associado a leveza e descoberta, e simbolicamente, ajuda as pessoas a se renovarem e se reconectar com o mundo novamente. Ao longo dos seus seis anos de atuação, já impactou cerca de 5.000 pessoas em Fortaleza e no país. 

Serviço:

Grupo Gratuito Mentes Ansiosas

Quando: 21 de Outubro  

Horário: 20h

Onde: Google Meet

Inscrições: https://institutorevoar.wixsite.com/mentesansiosas2