FASTEF fecha 2025 com R$ 390 milhões sob gestão e projeta expansão em 2026

A Fundação FASTEF encerrou 2025 com resultados que demonstram expansão operacional e financeira no primeiro ano da nova gestão. No ano passado, a fundação operacionalizou 250 projetos, gerindo R$ 390 milhões em recursos de terceiros, consolidando-se como uma das principais fundações de apoio a projetos ligados à pesquisa, inovação e serviços técnicos especializados.

O desempenho do ano foi impulsionado pela ampliação de sua atuação, que passou a incentivar não apenas projetos de pesquisa, mas também a prestação de serviços técnicos por meio de laboratórios acadêmicos e a execução de novos projetos de inovação aplicada na sociedade civil. A diversificação das atividades contribuiu para ampliar a carteira de projetos e o volume de recursos administrados.

De acordo com o diretor-presidente da FASTEF, Joaquim Perucio, 2025 foi marcado pela reorganização de processos internos considerados estratégicos para impulsionar o crescimento. “Entre as medidas adotadas estiveram o desenvolvimento gerencial da equipe da fundação, a estruturação de uma área de marketing e o planejamento do processo de compliance. A prioridade foi dar mais eficiência à operação e preparar a fundação para projetos de maior envergadura”, destaca Perucio.

A tendência de crescimento registrada ao longo de 2025 projeta a continuidade da expansão da fundação em 2026. O plano estratégico prevê aumento tanto no número de projetos quanto no volume financeiro gerido, com a consolidação de parcerias já existentes e a entrada em novos mercados. A fundação também trabalha com a perspectiva de ampliar sua atuação em projetos internacionais, almejando se tornar referência também nessa vertente.

Após um ano focado em projetos ligados à inovação, a FASTEF projeta para 2026 um avanço na execução de projetos internacionais, movimento que deve ampliar o fluxo de recursos e a participação da fundação em iniciativas de cooperação técnica e científica de alta relevância.

Sobre a Fundação

A FASTEF é uma das fundações de apoio institucional à UFC. É uma entidade privada sem fins lucrativos, dedicada à prestação de serviços voltados para o desenvolvimento científico e tecnológico. Desde sua criação, já realizou a gestão de mais de 500 projetos.  Sua atuação envolve articulação com a própria UFC e outras universidades, pesquisadores, empresas e a sociedade em geral.

Campanha de verão da AmericaNews Beauty tem descontos de até 60%

AmericaNews Beauty apresenta em janeiro sua tradicional campanha de verão, uma ação anual que convida o público a vivenciar a estação a partir de sensações, leveza e descobertas. Presente em diferentes regiões do país, a campanha aposta em um conceito criativo que traduz o verão para além do litoral, valorizando elementos como frescor, luz e momentos de pausa no cotidiano.

Realizada simultaneamente em todas as lojas da marca, a ação contempla fragrâncias e acessórios com descontos que chegam a 60%, reforçando o compromisso da AmericaNews Beauty em ampliar o acesso ao universo da perfumaria de nicho.

Segundo Germana Mara, gerente executiva de marketing da marca, a campanha já faz parte do calendário institucional da empresa. “Essa é uma ação que realizamos todos os anos e que marca o início do verão para a AmericaNews Beauty. Mais do que ofertas, buscamos criar uma conexão com o clima da estação e com a forma como ela é vivida em diferentes cidades do Brasil”, afirma.

A campanha reforça o posicionamento da marca como referência em curadoria olfativa e experiências sensoriais alinhadas ao estilo de vida contemporâneo.

Sobre AmericaNews Beauty

Com mais de 30 anos de mercado, a AmericaNews Beauty é uma empresa especialista em varejo de perfumes e cosméticos importados. Sendo a maior perfumaria do Nordeste e Norte, a empresa já soma 13 lojas em cinco estados (Ceará, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Pará e Brasília), além de mais uma loja online para todo o Brasil. Comprometida em oferecer uma ampla variedade de marcas e produtos de alta qualidade para seus clientes em todo o Brasil, a AN Beauty continua a definir os padrões da indústria. 

Verão pressiona o bolso dos brasileiros: 77% percebem aumento dos gastos, revela Serasa

O clima mais quente do ano desperta sensações positivas para parte da população, mas também acende um alerta no bolso dos consumidores. Um novo levantamento da Serasa, realizado em parceria com o Instituto Opinion Box, revela que 77% dos brasileiros percebem aumento dos gastos durante a estação em que costumam viajar e socializar mais. 54% deles revelam que já se endividaram em razão de despesas sazonais do período.

Segundo a pesquisa, para 42% dos brasileiros, os gastos deste ano serão maiores do que no anterior. Entre os principais motivos pessoais por esse aumento, os entrevistados destacam o custo da energia elétrica (19%), mudanças na situação financeira pessoal (15%) e a alta nos preços de produtos característicos da estação, como protetor solar, roupas e itens de praia (9%).

Os dados mostram ainda que 62% dos entrevistados afirmam se planejar financeiramente para lidar com os gastos adicionais no período. Para arcar com essas despesas extras, o Pix e transferências bancárias aparecem como principal meio de pagamento (31%). No entanto, o uso do cartão de crédito parcelado também se destaca, citado por 25,2%.

Além do planejamento financeiro, os brasileiros afirmam adotar comportamentos diferentes durante o verão. Entre as principais mudanças, 17% evitam consumir refeições fora de casa, 15% tomam banhos mais curtos e consomem mais águas e bebidas naturais, respectivamente. Por sua vez, 14% evitam usar equipamentos elétricos em horário de pico e 10% reduzem o uso do ar-condicionado. 

“O verão exige mais atenção ao planejamento financeiro, pois concentra fatores que elevam o consumo dentro e fora de casa. Quando esses gastos não são mapeados, o risco de endividamento cresce, especialmente com o uso do cartão de crédito parcelado”, afirma Aline Vieira, especialista da Serasa em educação financeira.

Dicas de economia para o verão

Para amenizar o impacto da conta de luz na estação, a recomendação é adotar hábitos simples, como usar o ar-condicionado de forma consciente, priorizar ventiladores, aproveitar a iluminação natural e desligar aparelhos que não estão em uso.

Além da economia de energia elétrica, a especialista reforça que o planejamento financeiro é essencial para atravessar o período com mais tranquilidade. Ajustar o orçamento mensal, mapear os gastos típicos do verão e criar uma reserva específica para despesas sazonais são medidas que ajudam a evitar desequilíbrios nas finanças.

“Para quem pretende utilizar o cartão de crédito, a atenção deve ser redobrada. Antes de parcelar uma compra, avalie se o valor cabe no orçamento, para evitar acúmulo de prestações. Monitorar o limite do cartão e priorizar gastos planejados ajuda a prevenir a bola de neve nas próximas estações”, orienta Aline.

A Serasa criou diversos artigos no blog sobre dicas para economizar durante essa estação. Para acessar, basta clicar no link: 

https://www.serasa.com.br/blog/como-economizar-energia-eletrica-em-todos-os-comodos-da-casa/ ou acessar o site da Serasa (https://www.serasa.com.br/). 

Metodologia

Pesquisa realizada pelo Instituto Opinion Box entre 17 e 30 de dezembro de 2025, com 1.083 entrevistas online em todo o Brasil. Margem de erro de 3 pontos percentuais.

Pintura adequada contribui para conservação e rentabilidade de imóveis de curta temporada

O crescimento do mercado de aluguel de imóveis por curta temporada, impulsionado pelo turismo em períodos de férias e alta estação, tem levado proprietários e gestores a intensificarem os cuidados com a manutenção dos espaços. Nesse contexto, a pintura se destaca como um dos fatores mais relevantes para preservar a aparência do imóvel, agilizar intervenções entre reservas e controlar custos ao longo do tempo.

A alta rotatividade de hóspedes tende a acelerar o desgaste de paredes, portas e áreas comuns, tornando frequentes pequenos reparos e repinturas. Diante desse cenário, a escolha adequada de tintas e acabamentos passa a ser estratégica, ao facilitar a limpeza, garantir melhor cobertura e ampliar o intervalo entre manutenções mais complexas.

Produtos com maior resistência à lavagem, boa durabilidade e secagem rápida são indicados para ambientes de uso intenso, como salas, quartos e corredores. Acabamentos que disfarçam pequenas imperfeições também contribuem para manter o padrão visual do imóvel mesmo após sucessivas ocupações, preservando a percepção de cuidado e organização.

“A pintura tem impacto direto na experiência do hóspede e na forma como o imóvel é percebido, tanto nas plataformas de locação quanto durante a estadia. A escolha de produtos adequados ao tipo de uso reduz retrabalhos e favorece uma gestão mais eficiente da manutenção”, afirma Jorge Holanda, gerente de relacionamento técnico da Hidracor.

Outro aspecto relevante é o planejamento das intervenções entre uma reserva e outra. Soluções que permitem retoques localizados, com reaplicação uniforme e rápida, ajudam a evitar períodos prolongados de indisponibilidade do imóvel, o que pode influenciar diretamente a taxa de ocupação ao longo do ano.

A orientação é que proprietários e administradores avaliem o perfil de uso do espaço, o fluxo de pessoas e as condições ambientais antes de definir os produtos a serem utilizados. Fabricantes como a Hidracor disponibilizam promotores especializados em seus pontos de venda para auxiliar nessa escolha, contribuindo para a preservação do imóvel, a otimização dos custos e a manutenção do padrão de qualidade exigido pelo mercado de hospedagem de curta temporada.

Sobre a Hidracor e o Grupo Iquine

A Hidracor está presente há mais de 60 anos no mercado, oferecendo uma linha completa de produtos para pintura imobiliária, incluindo tintas acrílicas, esmaltes, texturas, solventes, corantes, tinta em pó e cal. O portfólio é segmentado em linhas Econômica, Standard e outras categorias, com ampla variedade de cores e texturas. A empresa faz parte do Grupo Iquine, que atua nos segmentos de tintas imobiliárias e industriais, vernizes e resinas. Com cerca de mil colaboradores, os produtos do grupo estão presentes em mais de 40 mil pontos de venda em todo o país.

Comprometido com a qualidade industrial e a responsabilidade socioambiental, o Grupo Iquine investe continuamente em pesquisa e inovação, com foco na evolução constante de seus processos e no desenvolvimento de soluções que atendam às demandas do mercado nacional.

Carnaval Ideal 2026 aposta em programação voltada para pais e filhos

O Ideal Clube abre a programação carnavalesca de 2026 com uma proposta que valoriza a convivência familiar e o encontro entre gerações. No dia 31 de janeiro (sábado), das 18h às 23h, o tradicional Salão Nobre Edson Queiroz recebe o Carnaval Ideal 2026 – Pais e Filhos na Folia.

A animação da noite ficará por conta da Banda Sassaricando e de Armando Telles e convidados, que prometem um repertório marcado por marchinhas, clássicos do carnaval e música brasileira, criando um ambiente seguro e acolhedor para toda a família.

Com atenção especial ao público infantil, a programação inclui pipoca e algodão-doce, reforçando o clima lúdico e descontraído da festa. Crianças de até 12 anos têm entrada gratuita, incentivando a participação conjunta de pais e filhos em um momento de lazer compartilhado.

Os ingressos custam R$ 50, e as informações sobre vendas podem ser obtidas pelo telefone (85) 99914-0242.

Serviço:

Carnaval Ideal 2026 – Pais e Filhos na Folia

Data: 31 de janeiro (sábado)

Horário: 18h às 23h

Local: Salão Nobre Edson Queiroz – Ideal Clube

Valor: R$ 50 (crianças de até 12 anos têm entrada gratuita)

Informações: (85) 99914-0242

Pensão alimentícia: como pedir, como calcular e o que acontece se não pagar

Apesar de regras claras e previsão legal detalhada, a pensão alimentícia, ou ação de alimentos, segue entre os temas que mais geram conflitos familiares e ações judiciais no país. E a maior procura nas portas da Defensoria. É comum, nos núcleos de petição inicial, a presença de mulheres acompanhadas de crianças, muitas vezes bebês, em busca da garantia do direito básico à subsistência.

A jovem D.A, 23 anos, estava na manhã desta segunda, 19, na porta do Núcleo de Petição Inicial no bairro Luciano Cavalcante. Miguel, de apenas 3 meses, nos braços. “Vim assim que consegui, não tenho nem como deixar ele em casa. Ele é muito pequeno, mas eu preciso garantir que os direitos dele sejam reconhecidos desde agora”, disse.

A obrigação de pagar, a disputa por valores, os atrasos no pagamento e os desacordos sobre responsabilidades revelam que, mais do que um direito formal, a pensão ainda é atravessada por tensões relacionadas a cuidado, renda e poder dentro das relações familiares, que, recaem, quase que invariavelmente, à maternidade

O Código Civil de 2002, nos artigos 1694 a 1710, regulamenta o pagamento da pensão alimentícia, independentemente de estrutura familiar específica. A obrigação engloba não só os alimentos propriamente ditos, mas o acesso à saúde, à educação, à moradia, entre outras necessidades básicas, garantindo o direito fundamental à subsistência daqueles que, por si só, não conseguiriam se manter. Na prática, isso significa reconhecer que a pensão não é nem favor, nem punição, é corresponsabilidade familiar.

Dos casos que chegam à Defensoria Pública do Estado do Ceará (DPCE), o mais comum é o pedido de pensão para os filhos menores, uma vez que existe a presunção de que crianças e adolescentes não têm recursos para se sustentar. No entanto, maiores de 18 anos que estejam cursando o ensino médio, técnico ou superior, ou que não tenham capacidade civil plena, continuam recebendo, com idade média de 24 anos.

A legislação assegura ainda, em decorrência do dever de solidariedade familiar e mútua assistência, que o pai ou a mãe possa requerer alimentos aos filhos, como no caso de pais idosos ou enfermos. A obrigação existe também entre outros parentes, de maior ou menor grau. Em todos os casos, contudo, é necessário comprovação de dependência financeira.

Ex-cônjuges e ex-companheiros podem solicitar. Porém, na maioria das vezes, os alimentos entre ex-cônjuges são excepcionais e temporários, permitindo o auxílio até que estes consigam se manter sozinhos.

Já as mulheres grávidas, estas têm direito aos “Alimentos Gravídicos”, benefício semelhante à pensão alimentícia. O valor é determinado pela Justiça e pago pelo pai da criança para custear despesas com alimentos, consultas, enxoval e, até mesmo, o parto. Após o nascimento, a pensão é convertida para o filho.

Definição de valores

Mesmo com essas previsões, a definição do valor da pensão costuma ser um dos pontos de maior divergência entre as partes. A defensora pública Ramylle Maria de Almeida, titular da Vara da Infância e Juventude da DPCE, explica que a lei não estabelece um valor ou percentual fixo para os alimentos. “O Código Civil diz que os alimentos devem ser fixados de acordo com a necessidade de quem pede e as possibilidades daquele que presta a obrigação. Assim, a Justiça vai analisar o valor adequado, considerando as condições daquele que está solicitando. Por exemplo, um filho enfermo, quase sempre, tem mais despesas que um filho saudável. E também vai avaliar as possibilidades de quem paga, de modo que seja um valor que este possa suportar”, explica.

Nas ações de alimentos, por se tratarem de valores necessários para a sobrevivência e o sustento de quem pede, o juiz, ao receber o pedido, fixa de imediato um valor provisório de pensão alimentícia, antes mesmo de ouvir a outra parte, baseando-se no que é informado e nos documentos apresentados. No entanto, a quantia inicial pode ser modificada a qualquer momento dentro do processo.

Os alimentos serão considerados definitivos quando fixados na sentença, depois de ouvir tanto a parte que pede quanto a que vai pagar. Ou quando as partes chegam a um acordo. Entretanto, mesmo depois de fixados, se houver uma situação que represente alteração de renda ou despesas, a pensão poderá ser revista. Para isso, uma das partes precisa entrar com uma ação revisional de alimentos (para aumento ou diminuição) ou exoneração de alimentos (no caso de extinção), conforme o caso.

Essa possibilidade de revisão reflete o entendimento de que a pensão acompanha a realidade financeira e as necessidades ao longo do tempo.

Guarda compartilhada e pagamento

A confusão entre guarda e obrigação financeira está entre os equívocos mais comuns que chegam à Defensoria. É importante ressaltar que a guarda compartilhada não retira a obrigação do pagamento da pensão, como explica a defensora pública Hilda Cela, titular da Vara de Família da DPCE. “Existem situações em que o filho passa os finais de semana com o pai e o restante dos dias com a mãe. Nesses casos, provavelmente uma das partes vai ter mais despesas. A não ser que os pais consigam dividir na prática os gastos com a criança. Mas na maioria das vezes os alimentos são devidos mesmo com a guarda compartilhada”.

Em relação à forma de pagamento da pensão, se o responsável tiver emprego formal ou for servidor público, o magistrado poderá determinar que o desconto seja feito em folha de pagamento. Essa medida busca evitar possíveis atrasos e conflitos, pois o dinheiro é depositado diretamente na conta do beneficiário ou de seu representante legal. Contudo, se o devedor não tiver emprego formal ou for autônomo, é obrigação dele pagar a pensão no valor e até a data estipulada.

Assim, todo atraso ou a falta de pagamento compromete diretamente a rotina de quem depende da pensão, especialmente crianças e adolescentes. Caso isso ocorra, a parte pode procurar um Núcleo de Atendimento Inicial da Defensoria Pública para informar sobre o atraso e solicitar o ingresso em uma nova ação cobrando efetivamente os valores.

“Quando existe uma obrigação de alimentos judicialmente formalizada, se não houver pagamento, é possível entrar com cumprimento de sentença ou de decisão interlocutória que fixou os alimentos provisórios ou definitivos”, pontua a defensora pública Hilda Cela.

A depender da situação, a Justiça pode adotar diferentes medidas para garantir o pagamento. Entre elas, estão a penhora de bens, o bloqueio de valores em conta bancária, o desconto direto em folha de pagamento, quando houver vínculo formal, e a inscrição do nome do devedor em cadastros de inadimplentes.

Nos casos mais graves, a legislação também autoriza a decretação da prisão civil do devedor, por prazo determinado. É uma medida excepcional, aplicada quando outras tentativas de cobrança não surtiram efeito. A orientação é sempre buscar a Defensoria para avaliar a situação concreta e definir a medida mais adequada.

Como solicitar

Para dar entrada no pedido de pensão, é preciso comparecer a um Núcleo de Atendimento Inicial da Defensoria, nos casos dos assistidos pela instituição, apresentando documentos como identidade, CPF, certidão de nascimento do beneficiário, comprovante de residência. Se for uma criança ou adolescente, os documentos do representante legal são necessários.

Devem ser apresentados ainda comprovantes das despesas que demonstrem a necessidade, como gastos com escola, plano de saúde, alimentação, moradia e atendimento médico. Caso a parte tenha informações sobre a condição financeira de quem deverá pagar a pensão, esses dados também devem ser levados, contribuindo para uma fixação mais adequada do valor.

Mais do que cálculos ou percentuais, a pensão alimentícia expressa escolhas, responsabilidades e prioridades dentro das relações familiares. Embora a legislação ofereça caminhos claros, a efetivação desse direito depende de informação, acesso à Justiça e reconhecimento de que garantir alimentos é garantir dignidade. Ao orientar a população, a Defensoria Pública atua para transformar direitos em cuidado concreto, especialmente para crianças e adolescentes.

SERVIÇO

NÚCLEO DE ATENDIMENTO E PETIÇÃO INICIAL – NAPI
Endereço: Av. Pinto Bandeira, 1111 – Eng. Luciano Cavalcante, 60811-170
Celular: (85) 98895-5513
E-mail: napi@defensoria.ce.def.br

 NÚCLEO DESCENTRALIZADO DO MUCURIPE
Endereço: Av. Vicente de Castro, 5740 – Cais do Porto
Telefone:(85) 3101.1079 – 8h às 12h e das 13h às 17h
Celular: (85) 98902-3847 – 8h às 12h
Celular: (85) 98982-6572 – 13h às 17h
E-mail: nucleomucuripe@defensoria.ce.def.br

 NÚCLEO DESCENTRALIZADO JOÃO XXIII
Endereço: R. Araguaiana, 78 – Bonsucesso, 60520-500
Celular: (85) 98889-2140 / (85) 98889-0856
E-mail: nucleojoao23@defensoria.ce.def.br

 NÚCLEO DESCENTRALIZADO DO BOM JARDIM
Av. Gen. Osório de Paiva, nº 5623 – Canindezinho (Sede do Centro de Defesa da Vida Hebert de Sousa) – 13h às 17h
Telefone:(85) 3194-5081 (ligação) – 8h às 12h
Celular: (85) 98976-5059 – 8h às 12h
E-mail: nucleo.bom jardim@defensoria.ce.def.br

Podem ser acionados ainda os Núcleos de Prática Jurídica, de Soluções Extrajudiciais e a Defensoria no Interior: https://www.defensoria.ce.def.br/contatos-defensoria/