Grupo Petrópolis conquista ouro e bronze na Copa Brasileira de Lúpulo 2026

Projeto de pesquisa da companhia reforça o potencial do cultivo nacional e impulsiona a inovação na cadeia cervejeira

O incentivo ao desenvolvimento técnico e científico da indústria nacional de lúpulo pelo Grupo Petrópolis – maior cervejaria com capital 100% nacional – resultou em mais um reconhecimento. A companhia foi premiada com duas medalhas na 5ª edição da Copa Brasileira de Lúpulo: ouro com a variedade Chinook e bronze com a Comet.

A cerimônia de premiação foi realizada em Campinas, no interior de São Paulo, e reuniu produtores de diferentes regiões do país para reconhecer a qualidade do lúpulo cultivado em território nacional. As variedades premiadas do Grupo Petrópolis foram cultivadas na Fazenda São Francisco, localizada junto à fábrica de Teresópolis (RJ).

O projeto começou como um piloto, em 2018, e segue sendo um laboratório para pesquisar diferentes variedades às condições climáticas brasileiras e avaliar suas adaptações, contribuindo para o fortalecimento da produção brasileira do insumo essencial para a indústria cervejeira.

Hoje, o Grupo Petrópolis mantém plantações em Teresópolis (RJ) e Uberaba (MG), que somam 7,5 hectares – a maior área de cultivo de lúpulo homologada pelo Ministério da Agricultura. Ao longo do projeto, já foram plantadas inúmeras variedades de lúpulo, entre elas as premiadas Chinook, que se diferenciam pelas suas notas aromáticas predominantemente resinosas e herbaise, e Comet, que se destaca pelos aromas cítricos e frutados.

“Estamos muito contentes em receber esse reconhecimento importante para o trabalho de pesquisa que fazemos no Grupo Petrópolis. E, como bônus, pudemos apresentar os resultados das espécies que mostraram os melhores resultados de adaptação e aprender mais sobre a plantação de lúpulo no Brasil junto de outros produtores”, comenta Leonardo Penna, especialista em Inovação de Cerveja e Produção do Grupo Petrópolis.

O reconhecimento acontece em um momento de expansão da produção nacional. De acordo com dados da Aprolúpulo (Associação Brasileira de Produtores de Lúpulo), a produção nacional teve um salto superior a 40% no volume colhido entre 2023 e 2024, impulsionada tanto pela ampliação da área plantada quanto pela adoção de técnicas de cultivo mais eficientes.

GRUPO PETRÓPOLIS INVESTE EM INOVAÇÃO PARA FORTALECER O CULTIVO NACIONAL

O projeto de cultivo de lúpulo do Grupo Petrópolis teve início em 2018, na Serra do Capim, em Teresópolis (RJ), e posteriormente foi ampliado para Uberaba (MG), ambas próximas de suas unidades fabris. O objetivo é desenvolver conhecimento técnico sobre a cultura, identificar variedades mais adaptadas ao clima brasileiro e estimular o crescimento.

Além da pesquisa agronômica, o projeto também investe em práticas voltadas à sustentabilidade. Em Teresópolis, houve a implementação de boas práticas com compostagem dos resíduos do lúpulo para aplicação no campo, resultando em uma economia de 75% nos custos de manejo da terra, criando a oportunidade de aplicação de uma estratégia de economia circular que aproveita o resíduo gerado da coleta e trituração das ramas de lúpulo.

“O lúpulo é um ingrediente essencial na produção de cervejas e temos o compromisso de fomentar sua cultura de plantio no Brasil. Essa iniciativa nos traz pioneirismo e a responsabilidade de promover melhorias contínuas no nosso processo produtivo. Para isso, estabelecemos práticas, a partir de estudos para a avaliação e seleção de variedades com melhor desempenho”, conta Penna.

Já em Uberaba, o Grupo Petrópolis aperfeiçoou a mecanização do campo para otimizar o manejo da cultura. A adoção de novas tecnologias garante eficiência nas atividades de manejo, redução de desperdícios e custos operacionais, assim assegurando maior uniformidade na aplicação de insumos e condições mais seguras na lavoura.

Ceará apresenta projeção de alta no PIB para o biênio 2026-2027, aponta Santander

Dados do desempenho da economia cearense estão em estudo do Departamento Econômico do Santander

Em uma previsão de conjuntura na qual o crescimento do PIB no Nordeste se assemelha ao do Brasil para o biênio 2026/2027, segundo estudo do Departamento Econômico do Santander, o Ceará apresenta uma projeção de seguir patamares semelhantes. A perspectiva é de uma alta de 1,6% e 1,2%, respectivamente em cada ano.

O levantamento reúne dados do PIB regional do IBGE até 2023 e projeções para o período de 2024 a 2027. Neste ano, as médias regional e nacional têm previsão de fechar em 1,6% e 1,8%, respectivamente, enquanto a projeção para 2027 é de ambas alcançarem 1% de elevação.

Principal segmento da cadeia produtiva local (59,4%, segundo dados da composição do PIB em 2023), o setor de serviços cearense apresenta sua melhor perspectiva de desempenho, devendo apresentar uma evolução de 2,1% e 1,3%, respectivamente, em 2026 e 2027. Os números também superam as médias regionais e nacionais com previsão de 1,9% e 0,9% e 2% e 1% em cada um dos períodos estudados.

“O setor de serviços, que possui a maior participação na economia da região, deve apresentar alguma desaceleração à frente. A dinâmica dos serviços prestados às famílias continua sendo importante para o Nordeste. Vemos variações positivas e alinhadas com o agregado nacional nos próximos anos, com destaques regionais recentes nos serviços para Piauí, Ceará e Maranhão. O mercado de trabalho robusto vem ajudando, embora a restrição nas condições financeiras tenha impactado o setor”, aponta Henrique Danyi, economista do Santander.

Assim como no setor de serviços, a indústria também vai ajudar a fortalecer esta expectativa positiva do PIB cearense. A alta em 2026 e 2027 está projetada em 1,4% e 1,5%, respectivamente. A média nacional e do Nordeste tem previsão, no mesmo período, de 1,7% e 1,5% e 2,1% e 1,9%.

“A indústria tem mantido taxas de crescimento positivas no Nordeste, destaque positivo do setor entre as regiões. Apesar do fechamento de plantas na região terem impactado a indústria de transformação, o setor segue mostrando resiliência com a atividade ampla seguindo em expansão no Ceará, Pernambuco e Bahia. Perspectiva para 2026 é favorável, com impulso na demanda no geral no Nordeste”, destaca Rodolfo Pavan, economista do Santander e um dos autores do estudo.

O único setor no qual há expectativa de retração no Ceará é o agropecuário. O segmento vinha de uma projeção de resposta elevada em 2025 de 25,6%. No entanto, o desempenho no biênio 2026 e 2027 deve repetir o negativo de 4% e 1%, em cada um dos períodos. O resultado da média nacional e regional, respectivamente, é de 0% e 1% e -1,1% e 0,2%. “Estimamos que a agropecuária do Nordeste tenha apresentado forte expansão em 2025, na esteira da safra recorde. Para os anos seguintes, projetamos variações mais moderadas”, adianta Pavan. 

Esse movimento de moderação, com algumas oscilações, está alinhado ao cenário macroeconômico nacional, mantendo, contudo, taxas positivas de crescimento no geral dos estados. Segundo Pavan, a evolução da atividade econômica regional continuará refletindo fatores nacionais, e eventos climáticos permanecem entre os principais riscos para o cenário projetado, especialmente diante da possibilidade de ocorrência do fenômeno El Niño nos próximos anos, com alteração nos padrões de chuva e temperaturas. 

“Após crescimento ao redor de 3% nos últimos anos, estimamos que o Nordeste tenha desaceleração gradual em 2026 e 2027, seguindo o comportamento do agregado nacional. Ainda assim, estimamos desempenho superior ao observado na década passada para a região. O desafio à frente deixa de ser crescer mais rápido e passa a ser crescer com menos impulso cíclico, maior heterogeneidade regional e sensibilidade crescente a choques climáticos e financeiros”, conclui Pavan.

Super Portugal evita a emissão de 446 toneladas de CO₂ em um ano e reforça compromisso com a sustentabilidade

Rede também reciclou 369,6 toneladas de resíduos, preservou mais de 5,7 mil árvores e gerou 1,1 milhão de kWh de energia solar em 12 meses

A sustentabilidade tem ocupado um papel cada vez mais estratégico no varejo brasileiro, impulsionando empresas a adotarem práticas capazes de gerar impactos positivos para o meio ambiente e para a sociedade. No Ceará, o Super Portugal vem consolidando esse compromisso por meio de investimentos em reciclagem, geração de energia renovável e incentivo à mobilidade elétrica, fortalecendo uma atuação alinhada aos princípios de ESG (Ambiental, Social e Governança).

Os dados internos da operação demonstram que as iniciativas sustentáveis desenvolvidas pela rede vêm produzindo resultados consistentes, transformando ações do dia a dia em benefícios ambientais concretos e contribuindo para a construção de um modelo de negócio cada vez mais responsável.

Todos os meses, o Super Portugal recicla cerca de 30,8 toneladas de resíduos, volume que deixa de seguir para aterros sanitários e retorna à cadeia produtiva por meio da reciclagem. A iniciativa reduz a necessidade de extração de matérias-primas, como madeira, petróleo e minerais, diminui o consumo de água utilizado na fabricação de novos produtos e contribui para a redução das emissões de gases de efeito estufa.

Além dos benefícios ambientais, a prática fortalece a economia circular, amplia a vida útil dos aterros sanitários e gera oportunidades de trabalho e renda para cooperativas e recicladores parceiros.

“Do total reciclado mensalmente, 28,1 toneladas correspondem ao papelão, quantidade suficiente para preservar aproximadamente 478 árvores por mês, além de reduzir significativamente o consumo de água e energia na produção de papel reciclado. Já a reciclagem de 2,7 toneladas de plástico por mês contribui para diminuir o consumo de derivados de petróleo, reduz o descarte inadequado de resíduos no meio ambiente e evita que materiais com longo tempo de decomposição cheguem a rios, praias e oceanos”, destaca o fundador e diretor-geral do Super Portugal, Franzé Feijó.

Energia solar

Outro destaque da estratégia ambiental da rede é a geração de energia renovável. Atualmente, o Super Portugal produz, em média, 93 mil kWh de energia solar por mês, reduzindo a dependência de fontes fósseis e evitando a emissão de aproximadamente 37 toneladas de CO₂ mensalmente.

Além da redução da pegada de carbono, a geração distribuída diminui perdas na transmissão de energia, fortalece a segurança energética e contribui para uma matriz elétrica mais sustentável.

Compromisso ambiental

Quando projetados ao longo de 12 meses, os resultados evidenciam a dimensão do compromisso ambiental assumido pela rede. Nesse período, o Super Portugal reciclou 369,6 toneladas de resíduos, evitando que esse volume fosse destinado aos aterros sanitários e promovendo o reaproveitamento de materiais por meio da economia circular.

Somente com a reciclagem de papelão, foram preservadas aproximadamente 5.730 árvores, reduzindo também o consumo de água e energia na fabricação de novos produtos. No mesmo intervalo, a companhia gerou 1.116.000 kWh de energia solar, produção suficiente para evitar a emissão de cerca de 446 toneladas de dióxido de carbono (CO₂) na atmosfera.

Os impactos positivos vão além desses indicadores. As iniciativas também proporcionaram a economia de milhões de litros de água ao longo da cadeia da reciclagem, reduziram o consumo de matérias-primas virgens (como madeira e derivados de petróleo) e fortaleceram a economia circular ao incentivar o reaproveitamento de materiais e apoiar a cadeia de reciclagem.

Os números demonstram que a sustentabilidade deixou de ser uma ação pontual para se tornar parte da estratégia de crescimento do Super Portugal, consolidando um modelo de gestão comprometido com a preservação dos recursos naturais, a mitigação das mudanças climáticas e a geração de valor para a sociedade.

Mobilidade elétrica

A aposta da rede em soluções sustentáveis também contempla a mobilidade urbana. Atualmente, o Super Portugal disponibiliza carregadores para veículos elétricos em quatro unidades: Granja Portugal, Cidade dos Funcionários, São João do Tauape e Sapiranga.

A iniciativa amplia a infraestrutura de recarga disponível em Fortaleza e incentiva o uso de veículos elétricos, contribuindo para uma mobilidade mais limpa e para a redução das emissões de poluentes.

Para Franzé, os resultados refletem uma transformação na maneira como a empresa enxerga seu papel dentro da sociedade e do varejo. “Nós entendemos que crescer não pode significar ignorar o impacto que geramos no meio ambiente. Cada tonelada reciclada, cada quilowatt de energia solar produzido e cada carregador elétrico instalado representam escolhas conscientes e fazem parte da nossa estratégia de longo prazo. A sustentabilidade deixou de ser um diferencial para se tornar um compromisso permanente com nossos clientes, colaboradores e com as próximas gerações”, reforça.