PAX esclarece atuação na Expocrato e afirma que tecnologia é utilizada para apoiar investigações policiais

A empresa PAX, por meio de sua assessoria de imprensa, divulgou esclarecimentos sobre sua participação na Expocrato 2026 e rebateu informações que, segundo a companhia, podem gerar interpretações equivocadas acerca de sua atuação e de sua tecnologia de inteligência artificial aplicada à segurança pública.

De acordo com a empresa, a PAX é uma empresa brasileira especializada em inteligência artificial voltada ao apoio das forças de segurança pública, estando presente em mais de 50 cidades distribuídas em três estados. Conforme a companhia, sua tecnologia já contribuiu para a elucidação de mais de 2.500 casos policiais no Brasil somente neste ano.

Em nota, a empresa afirma que não existe qualquer decisão que suspenda suas operações nos locais onde atua. Segundo a PAX, as denúncias apresentadas contra a empresa decorreram do contexto eleitoral e foram propostas por representantes de partidos políticos, sendo que, de acordo com a companhia, esses questionamentos vêm sendo esclarecidos e arquivados pelos órgãos competentes.

Sobre o contrato firmado em São Paulo, a empresa informa que o Ministério Público arquivou o pedido de investigação relacionado ao contrato com a Prodesp. Conforme destacado pela PAX, o órgão concluiu que não havia elementos concretos e minimamente consistentes que justificassem a continuidade da apuração, não sendo admissível a investigação baseada apenas em conjecturas ou divergências interpretativas desacompanhadas de indícios objetivos de irregularidade.

Em relação ao Estado de Goiás, a empresa esclarece que houve uma decisão liminar sobre a expansão do programa IA Contra o Crime, sem análise do mérito da ação. Segundo a PAX, essa decisão foi posteriormente cassada pelo Tribunal de Justiça goiano, permitindo a continuidade da expansão da iniciativa.

Quanto ao Paraná, a companhia afirma que a suspensão determinada pelo Tribunal de Contas do Estado refere-se exclusivamente a um pregão específico integrante do Programa Olho Vivo, procedimento do qual a PAX sustenta não ter participado. Ainda segundo a empresa, sua tecnologia continua sendo utilizada normalmente no programa para auxiliar as atividades das forças policiais.

Sobre sua participação na Expocrato 2026, a PAX informa que sua atuação ocorre por meio de um acordo de cooperação firmado com o poder público e tem caráter de teste de campo. Segundo a empresa, a iniciativa busca avaliar o emprego da tecnologia como ferramenta de apoio à segurança pública no Ceará, dentro de modelos de cooperação já utilizados pela Administração Pública.

A empresa ressalta, por fim, que a experiência na Expocrato tem como objetivo demonstrar o potencial da tecnologia para auxiliar as forças de segurança na prevenção e investigação de crimes, reforçando que sua participação no evento observa os parâmetros estabelecidos no acordo de cooperação celebrado para a realização do projeto-piloto.

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