A illycaffè reforça seu compromisso com a sustentabilidade na cadeia de suprimentos do café

A illycaffè dá mais um passo firme em sua missão de produzir café de alta qualidade de forma responsável e sustentável. Através de um rigoroso sistema de aquisição, a empresa garante que toda sua cadeia de suprimentos seja perfeitamente alinhada com seus princípios de sustentabilidade social, ambiental e econômica.

A illycaffè mantém uma relação direta e de confiança com seus fornecedores, baseada em quatro pilares essenciais: seleção e motivação de produtores, transferência de conhecimento, reconhecimento por qualidade superior e a criação de uma comunidade de produtores. Essa abordagem, formalizada no Protocolo Responsibillyty éa base de uma estratégia que prioriza a rastreabilidade, reciprocidade e sustentabilidade integral.

Em novembro de 2025 o Responsibillyty foi oficialmente reconhecido pela GCP – Global Coffee Platform (Plataforma Global do Café), alcançando equivalência com o Coffee Sustainability Reference Code (Coffee SR Code), no sistema de garantia de segunda parte.

Para assegurar a efetividade dessas práticas, a empresa desenvolveu a ferramenta illy Sustainability Guide (iSG), um sistema de monitoramento e verificação que, aliado a revisões periódicas e ao engajamento ativo das partes interessadas, garante a conformidade contínua e a melhoria constante de seus processos.

O processo de avaliação inclui uma rigorosa análise de questões materiais, envolvendo stakeholders locais por meio de treinamentos, workshops e diálogos diretos, promovendo transparência e responsabilidade compartilhada. Além disso, a illycaffè exige que seus fornecedores cumpram uma série de requisitos críticos, como a eliminação do trabalho infantil, o respeito aos direitos dos trabalhadores e à preservação ambiental, além de ações corretivas ágeis em casos de não conformidade.

A empresa acompanha de perto todo o processo, promovendo treinamentos e visitas, sempre com o objetivo de fortalecer uma cadeia de valor cada vez mais sustentável e responsável.

A illycaffè reafirma seu compromisso de liderar pelo exemplo, promovendo uma cadeia de suprimentos de café que respeita os direitos humanos, protege o meio ambiente e assegura a qualidade superior do seu produto. Uma estratégia que não apenas reforça sua missão, mas também inspira toda a indústria a caminhar rumo a um futuro mais consciente e sustentável.

Para saber mais acesse o Protocolo Responsibillyty:

https://clubeilly.com.br/responsibillyty

illycaffè

A illycaffè é uma empresa familiar italiana, fundada em Trieste em 1933, que sempre teve como missão oferecer o melhor café ao mundo. Produz o exclusivo blend de café 100% Arábica, composto por 9 das melhores seleções de Arábica do mundo.  A empresa seleciona apenas 1% dos melhores grãos arábica.

Todos os dias, mais de 10 milhões de xícaras de café illy são servidas em mais de 140 países ao redor do mundo, em cafés, restaurantes e hotéis, em cafés e lojas exclusivas da marca, em casa e no escritório, onde a empresa está presente por meio de subsidiárias e distribuidores.

Desde a sua fundação, a illycaffè orientou suas estratégias para um modelo de negócios sustentável, compromisso que reforçou em 2019 ao adotar o status de Benefit Company e, em 2021, ao se tornar a primeira empresa italiana de café a obter a certificação internacional B Corp.

Tudo o que é “feito na illy” tem a ver com beleza e arte, os princípios fundamentais da marca, desde o seu logotipo, desenhado pelo artista James Rosenquist, até às xícaras da illy Art Collection, decoradas por mais de 135 artistas internacionais, ou máquinas de café desenhadas por designers de renome internacional.

Com o objetivo de difundir a cultura da qualidade entre produtores, baristas e amantes do café, a empresa desenvolveu a sua Università del Caffè, que hoje ministra cursos em 24 países ao redor do mundo. Em 2024, a empresa teve um faturamento de € 630 milhões. A rede exclusiva da illy conta com 157 pontos de venda em 28 países.

Deputado Luiz Gastão defende redução equilibrada da jornada de trabalho em audiência com ministro Luiz Marinho

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados realizou audiência pública para discutir propostas de emendas à Constituição que tratam do fim da escala 6×1 e da redução da jornada de trabalho. A reunião contou com a presença do ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, e teve como destaque a atuação do deputado Luiz Gastão (PSD-CE), relator da PEC 8/2025.

Durante o debate, Gastão ressaltou sua proposta de redução da jornada semanal para 40 horas, destacando que a medida, por si só, já eliminaria a escala 6×1. Segundo o parlamentar, ao limitar a jornada diária a oito horas, o trabalhador passaria a cumprir no máximo cinco dias de trabalho por semana.

“Quarenta horas semanais para quem trabalha oito horas por dia significa cinco dias de trabalho. Portanto, a escala 6 por 1 estaria automaticamente extinta”, explicou o deputado.

Gastão também ponderou sobre propostas que defendem a redução para 36 horas semanais sem mecanismos de compensação ao setor produtivo. Para ele, é fundamental que qualquer mudança leve em consideração os impactos econômicos, especialmente sobre micro e pequenas empresas.

O parlamentar frisou que a redução abrupta da jornada pode gerar aumento de custos e dificuldades operacionais. Por isso, defendeu um debate responsável que combine melhoria nas condições de trabalho com sustentabilidade econômica.

“Precisamos discutir de que forma as pequenas e microempresas terão compensação. É essencial garantir que elas continuem tendo condições de sobreviver e competir com as grandes empresas”, afirmou.

Luiz Gastão também destacou que o país vive um momento de reorganização econômica com a implementação da reforma tributária sobre o consumo, o que pode contribuir para melhorar a competitividade das empresas e ajudar na adaptação a eventuais mudanças na legislação trabalhista.

Para o parlamentar, o desafio é encontrar equilíbrio entre a valorização do trabalhador e a preservação da atividade econômica no país. “É um momento importante para fortalecer as atividades econômicas, garantir mais dignidade ao trabalhador e, ao mesmo tempo, evitar que micro e pequenas empresas se tornem inviáveis ou que indústrias deixem o Brasil em busca de custos menores”, concluiu.

Logística eficiente faz a diferença no custo e no ritmo das obras

Distribuição ágil de materiais contribui para redução de despesas, evita atrasos e auxilia na limitação de espaço nos canteiros de obra

A agilidade e a eficiência no processo de distribuição de materiais de construção têm impacto direto no andamento das obras e no controle de custos, evitando interrupções no cronograma. Em um momento em que os prazos estão cada vez mais apertados e os canteiros de obra menores, uma logística bem estruturada se torna estratégica para evitar atrasos, reduzir desperdícios e custos, além de garantir maior previsibilidade operacional.

Na prática, uma operação bem organizada se destaca no mercado atacadista de materiais de construção, ao investir em processos logísticos que atendem às necessidades reais das construtoras. Com entregas programadas, maior controle de estoque e abastecimento no tempo certo, é possível contribuir para que as obras avancem sem interrupções e com melhor gestão de recursos.

“Uma logística eficiente reduz custos para as construtoras porque evita a necessidade de grandes estoques e colabora com o canteiro de obra, já que os espaços estão cada vez menores. Com entregas mais precisas, o cliente não fica com capital parado, reduz desperdícios e ainda minimiza riscos de desvio de materiais, além de evitar atrasos no cronograma da obra”, destaca Victor Maia, diretor-executivo da Comercial Maia.

Com logística e planejamento alinhados às demandas do setor, a Comercial Maia contribui para que as construtoras tenham mais eficiência, economia e segurança em suas obras.

Medidas protetivas funcionam? O que mudou na aplicação da Lei Maria da Penha em 2026

No mês dedicado à reflexão sobre os direitos das mulheres, volta ao centro do debate público a efetividade das medidas protetivas previstas na Lei Maria da Penha. Criadas para garantir a segurança de vítimas de violência doméstica, essas medidas são consideradas um dos principais instrumentos legais de proteção às mulheres no Brasil. Mas, diante do aumento de casos de violência registrados nos últimos anos, muitas pessoas se perguntam: elas realmente funcionam?

Para o advogado e coordenador do curso de Direito da Estácio Ceará, Joviano de Sousa Silva, é preciso analisar a questão com cautela. Segundo ele, a sensação de ineficácia pode surgir diante da visibilidade crescente dos casos de violência, mas isso não significa que os mecanismos legais deixaram de produzir efeitos. “É inegável que, frente à crescente violência observada recentemente, pode parecer que os esforços são insuficientes. Contudo, essa percepção não reflete a totalidade da situação”, explica.

As medidas protetivas são decisões judiciais que podem determinar, por exemplo, o afastamento do agressor do lar, a proibição de contato com a vítima e familiares, além de restrições de aproximação. Elas podem ser solicitadas pela mulher diretamente em uma delegacia ou por meio do Judiciário, sem a necessidade inicial de um advogado.

De acordo com Joviano, um ponto importante que muitas vítimas ainda desconhecem é que não existe um prazo máximo para solicitar esse tipo de proteção. “Não há um prazo pré definido para solicitar uma medida protetiva. A violência doméstica é uma situação complexa e delicada, e o mais importante é que a mulher busque ajuda assim que perceber sinais de risco”, afirma.

Outro aspecto destacado pelo especialista é que a violência doméstica nem sempre começa com agressões físicas. Em muitos casos, ela surge de forma gradual, com comportamentos que acabam sendo naturalizados dentro da relação. “Não se deve esperar a primeira agressão física para denunciar. Muitas vezes a violência começa com agressões psicológicas, ameaças ou controle financeiro, numa tentativa de dominar a rotina da mulher. Esses fatores já são motivos suficientes para a busca de proteção”, alerta.

No Ceará, a rede de atendimento às vítimas também conta com equipamentos especializados. Em Fortaleza, por exemplo, a Casa da Mulher Brasileira reúne serviços de acolhimento, orientação jurídica, atendimento psicossocial e encaminhamento para medidas protetivas em um único espaço.

“É importante destacar que Fortaleza é referência com a Casa da Mulher Brasileira, onde a assistência pode ser buscada a qualquer momento. A mulher não precisa estar acompanhada por um advogado para solicitar uma medida de urgência”, explica o advogado.

Segundo ele, um dos desafios ainda presentes é a vulnerabilidade emocional e econômica de muitas vítimas, que acabam permanecendo em relações violentas por dependência financeira ou pela tentativa de preservar a imagem familiar. “Em algumas situações, a mulher pode preferir suportar a violência, justificando-a com a ajuda financeira do parceiro ou com a imagem de um bom pai. Mas é fundamental reforçar que nenhuma justificativa valida qualquer ato de violência”, afirma.

Apesar dos avanços na legislação e na estrutura de atendimento, especialistas reforçam que o enfrentamento à violência doméstica depende também de informação e encorajamento para que as vítimas busquem ajuda. “Embora a persistência da violência possa gerar a sensação de que os esforços não estão funcionando, a realidade é mais complexa. O acesso à informação e aos mecanismos de proteção é um passo fundamental para interromper o ciclo de violência”, conclui Joviano.

Aumento da próstata nem sempre é câncer: entenda o que é a hiperplasia prostática benigna

Alterações na próstata costumam gerar preocupação imediata entre os homens. Sintomas como dificuldade para urinar, jato urinário fraco ou aumento da frequência urinária, especialmente durante a noite, frequentemente despertam o receio de um diagnóstico de câncer. No entanto, médicos explicam que, na maioria das vezes, o aumento da próstata está relacionado a uma condição benigna e bastante comum chamada hiperplasia prostática benigna (HPB).

De acordo com o médico urologista Diego Capibaribe, a HPB é caracterizada pelo crescimento natural da próstata ao longo do envelhecimento masculino. A condição tende a surgir principalmente a partir dos 50 anos e pode provocar compressão da uretra, levando a alterações no fluxo urinário.

Ainda segundo o especialista no tratamento de doenças da bexiga, rins e próstata, o aumento da glândula não deve ser automaticamente associado ao câncer. “Muitos homens acreditam que qualquer crescimento da próstata significa tumor maligno, mas isso não corresponde à realidade. A hiperplasia prostática benigna é muito frequente”, explica.

Entre os sintomas mais comuns da HPB estão a dificuldade para iniciar a micção, sensação de esvaziamento incompleto da bexiga, jato urinário fraco e aumento da necessidade de urinar durante o dia ou à noite. Embora esses sinais possam gerar desconforto e impacto na qualidade de vida, eles não indicam a presença de câncer.

Segundo o Dr. Capibaribe, a avaliação médica é fundamental para diferenciar as possíveis causas do aumento da próstata. “Existem exames simples que ajudam a esclarecer o diagnóstico, como a dosagem do PSA no sangue, o exame de toque retal e, quando necessário, exames de imagem. Esses procedimentos permitem identificar se estamos diante de um crescimento benigno ou se há necessidade de investigação mais aprofundada”, afirma.

O acompanhamento regular com um urologista é considerado essencial para a saúde masculina, sobretudo após os 50 anos. Em alguns casos, o tratamento da hiperplasia prostática benigna pode envolver medicamentos para controle dos sintomas e, em situações mais avançadas, procedimentos cirúrgicos minimamente invasivos.

Para o Dr., a informação correta é uma aliada fundamental no cuidado com a saúde: “O mais importante é que os homens não ignorem os sintomas, nem tenham medo de procurar ajuda médica. Quanto mais cedo investigamos as alterações da próstata, maiores são as chances de tratar adequadamente qualquer condição e preservar a qualidade de vida”.

São Geraldo participa de feira da FIEC e apresenta tradição industrial cearense

A Indústria Cajuína São Geraldo participa, nesta segunda-feira, 9, e terça, 10, da Feira da Indústria, promovida pela Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC), em Fortaleza, reunindo empresas e representantes do setor produtivo para apresentar iniciativas, produtos e oportunidades de negócios da indústria cearense.

Durante o evento, a São Geraldo expõe seu portfólio de produtos e destaca sua trajetória como uma das marcas mais tradicionais da indústria de bebidas do estado. A participação na feira também reforça o compromisso da empresa com o fortalecimento da indústria local e com a valorização de produtos que fazem parte da cultura nordestina.

O estande da empresa funciona como um espaço de relacionamento com parceiros, empresários e visitantes do evento, com brincadeiras e degustação de produtos, além de um espaço de network, que permite a apresentação de iniciativas ligadas à expansão da marca no mercado.

Sobre a São Geraldo

Com uma história de quase 50 anos de mercado, a indústria Cajuína São Geraldo é uma marca caririense que oferece refrigerantes com alto padrão de qualidade. Atuando em todos os estados do Nordeste, a Cajuína tornou-se referência cultural da região do Cariri, Sul do Ceará, sendo um local turístico que recebe visitantes e romeiros de todo o país.

A empresa, que leva o nome de um santo italiano, teve origem na década de 50, a partir de uma pequena fábrica de bebidas no centro de Juazeiro do Norte, e hoje se consolidou em um parque industrial com extensão de mais de 33 mil metros quadrados, com cerca de 800 pessoas direta e indiretamente empregadas em todo o grupo.