Shopping Parangaba recebe Parque Recife com atrações para toda a família 

O Shopping Parangaba, administrado pela Allos, recebe o Parque Recife, localizado no estacionamento laranja do empreendimento, como opção de lazer para toda a família. A atração funciona diariamente, das 18h às 22h, e segue até o dia 10 de maio, reunindo brinquedos para diferentes faixas etárias e com ingressos de R$ 10 por atração.

O espaço reúne atrações para todas as idades, como roda-gigante panorâmica, barca viking, carrossel, surf, fusquinha, pica-pau, patinhas, cama elástica, auto pista, kid play entre outros oferecendo opções que vão desde brinquedos clássicos até alternativas voltadas ao público infantil.

“Queremos que cada visita ao Parque Recife seja uma verdadeira aventura, onde crianças e adultos possam se divertir juntos, explorar cada atração e levar para casa memórias cheias de alegria e emoção”, afirma Cristina Oliveira, gerente de marketing do Shopping Parangaba.

Serviço – Parque Recife | Shopping Parangaba

Período: Até 10 de maio
Local: Estacionamento Laranja
Horário: 18h às 22h
Valor: R$ 10 por brinquedo
Pagamento: Pix, cartão ou dinheiro

Mais sobre o Shopping Parangaba
Terceiro shopping mais lembrado pelos cearenses, segundo a pesquisa Anuário Datafolha Top of Mind 2024-2025, realizada pela Fundação Demócrito Rocha e pelo Grupo O Povo, o Shopping Parangaba se destaca pela localização estratégica e pelo projeto arquitetônico assinado pelo renomado escritório Botti Rubin. Único do Ceará com acesso direto a ônibus, metrô e VLT, é fruto da parceria entre Allos, Grupo Marquise e CEI Shopping Centers.

Conta com cerca de 230 lojas, 8 âncoras, 6 salas de cinema (3 em 3D), 1.300 vagas de estacionamento e uma ampla praça de alimentação com 29 operações. Abriga marcas como C&A, Renner, Riachuelo, Magazine Luiza, Natura, McDonald’s, Vivara Life e a academia Selfit. Comodidade, segurança e variedade fazem do Parangaba um centro completo para compras e lazer.

Sobre a Allos

Uma das maiores administradoras de shoppings do Brasil, a companhia conta com um portfólio de 58 shoppings próprios e administrados, distribuídos por várias regiões do país. Atuando como hubs de serviços, entretenimento, lifestyle e comércio, os empreendimentos funcionam como espaços de convivência e experiência física e digital.

A empresa também é reconhecida como uma importante plataforma para empreendedores do varejo e de serviços. Recentemente, integrou o Novo Mercado da B3, segmento que exige o mais alto nível de governança corporativa no país.

Bares e restaurantes reforçam papel social no mercado de trabalho brasileiro 

O setor de alimentação fora do lar é um dos mais democráticos do Brasil. Para além do público, a diversidade também é uma característica da mão de obra. Hoje, dos mais de 5 milhões de pessoas empregadas na área, 57.4% são mulheres, o setor que mais emprega a força feminina no Brasil. O segmento também é o que mais contrata jovens com até 24 anos, e o segundo que mais contrata pessoas com baixa escolaridade, apenas atrás do agronegócio. 

Com 16 anos de experiência no setor, Taiene Righetto, sócio do Pirata Bar, em Fortaleza (CE), acredita que essa variedade de perfis é uma de suas grandes forças. “Equipes com diferentes idades, origens e experiências conseguem atender melhor um público que também é diverso. Isso melhora a comunicação, amplia a criatividade e fortalece o ambiente. No dia a dia do restaurante, isso se traduz em mais empatia, melhor atendimento e soluções mais rápidas para os desafios operacionais”, afirma. 

A alimentação fora do lar também se destaca por ser a porta de entrada para o mercado de trabalho. Dentre os trabalhadores do setor, 39.9% possuem menos de 24 anos, sendo o segmento da economia com a maior participação de funcionários nessa faixa etária. Além disso, pessoas com baixa escolaridade (até o ensino médio completo) correspondem a 95,7% da mão de obra. 

Segundo Righetto, isso se deve ao fato de o setor de alimentação fora do lar ter um caráter pragmático. “Ele valoriza mais a atitude e a disposição do que a formação formal inicial. Isso abre portas para jovens em busca do primeiro emprego”, explica. 

Em relação à inclusão produtiva de quem enfrenta mais barreiras de acesso ao emprego formal, ele acredita que o segmento cumpre um papel social de grande importância. Restaurantes, bares e outros negócios similares conseguem absorver pessoas com pouca experiência e oferecer treinamento prático e oportunidade real de crescimento. Isso permite incluir pessoas que, muitas vezes, estavam à margem do mercado formal, gerando renda, dignidade e perspectiva de carreira. 

É também por essa característica que o setor ocupa um lugar relevante na dinâmica social e econômica do país. Nesse contexto, ganha ainda mais importância discutir como os empresários podem contribuir para melhorar as condições de trabalho, a qualificação e a valorização profissional no setor. 

Para Righetto, esse processo começa na estruturação das rotinas de trabalho, com escalas mais organizadas e ambientes mais seguros. Em segundo lugar, com investimento em capacitação contínua, desde treinamentos operacionais até desenvolvimento de liderança. Ele também destaca o cuidado com as pessoas: “valorizar a equipe com reconhecimento, plano de crescimento e remuneração compatível com desempenho. Quando o empresário entende que gente bem cuidada entrega melhor resultado, isso deixa de ser custo e passa a ser estratégia”. 

Em um setor intensivo em mão de obra, marcado por jornadas dinâmicas e pela necessidade constante de adaptação, essa é uma parte essencial da sustentabilidade dos negócios. 

Para José Eduardo Camargo, líder de Conteúdo da Abrasel, investir em qualificação, reconhecimento e boas condições de trabalho fortalece o ambiente interno e contribui para a construção de um setor mais forte e preparado para o futuro. 

“Bares e restaurantes são, para milhões de brasileiros, o primeiro passo no mercado de trabalho e uma oportunidade concreta de desenvolvimento profissional. Isso mostra a importância de conciliar a dinâmica do negócio com o compromisso de valorizar as equipes e ampliar as oportunidades dentro do setor”, comenta. 

Nesse cenário, equilibrar os desafios do negócio com a valorização da equipe é essencial. Righetto afirma que esse equilíbrio é alcançado a partir de uma gestão eficiente. “O setor trabalha com margens apertadas, então não dá para romantizar. Mas também não dá para negligenciar a equipe. O caminho é produtividade com inteligência, ou seja, processos mais eficientes, cardápios bem estruturados, controle de custos e uso de tecnologia”. 

“Quando o negócio é bem-organizado, sobra espaço e capital para investir nas pessoas, e isso retorna em menos rotatividade, mais engajamento e melhor experiência para o cliente” acrescenta.