Cerbras lança porcelanato SLIMTECH e amplia portfólio com tecnologia, leveza e soluções sustentáveis

A Cerbras apresenta ao mercado a coleção SLIMTECH, que traz porcelanatos de menor espessura (7,4 mm), desenvolvido para atender às demandas da arquitetura e da construção contemporânea. O lançamento reforça a estratégia da empresa de investir em inovação, eficiência logística e sustentabilidade, oferecendo um produto que alia design, tecnologia e alta performance.

O novo modelo proporciona mais praticidade no transporte, manuseio e assentamento, além de otimizar a logística e reduzir custos com frete. A novidade também contribui para um melhor aproveitamento dos recursos produtivos, utilizando menos matéria-prima por metro quadrado sem comprometer a qualidade e a resistência características dos porcelanatos Cerbras.

Disponível no novo formato de 90x90cm, a coleção SLIMTECH chega ao mercado com um portfólio diversificado, contemplando linhas inspiradas em mármore, pedras naturais, quartzitos, cimento e superfícies urbanas. Os produtos contam com gráfica italiana, reproduzindo com fidelidade os elementos naturais e ampliando as possibilidades de aplicação em projetos residenciais e comerciais.

Além do desenvolvimento do produto, a Cerbras estruturou uma estratégia completa para o ponto de venda, com novos materiais de comunicação, embalagens e exposição, fortalecendo os argumentos comerciais e oferecendo mais suporte aos parceiros e especificadores. Segundo a empresa, a novidade representa uma evolução do portfólio ao agregar valor para toda a cadeia da construção civil.

“O SLIMTECH chega para marcar um novo momento da Cerbras. Desenvolvemos um porcelanato que reúne inovação, eficiência e sustentabilidade, acompanhando as transformações do mercado e as necessidades de arquitetos, especificadores, lojistas e consumidores. É um produto que amplia as possibilidades de aplicação, reduz impactos logísticos e reforça nosso compromisso de entregar soluções cada vez mais inteligentes e competitivas”, afirma Mariana Mota, vice-presidente industrial.

Ceratocone ainda é desconhecido por quase metade dos brasileiros, aponta pesquisa

_Estudo mostra que 45,8% nunca ouviram falar da doença; oftalmologista da Hapvida alerta para sinais que podem ser confundidos com simples troca de grau nos óculos_

A necessidade de trocar os óculos com frequência pode parecer apenas uma mudança natural da visão, especialmente durante o crescimento na adolescência, mas também pode ser um sinal de alerta para o ceratocone. A doença provoca o afinamento e a alteração progressiva do formato da córnea, fazendo com que ela assuma uma curvatura mais pontuda e irregular e prejudique a qualidade da visão.

Um estudo brasileiro publicado em julho de 2026 na Revista Brasileira de Oftalmologia, com 879 adultos, mostrou que 45,8% dos participantes nunca tinham ouvido falar em ceratocone, enquanto apenas 31,5% disseram conhecer a doença. A pesquisa também apontou que 42,1% relataram ter alergia ocular e 31,3% disseram esfregar os olhos com frequência, comportamento que merece atenção entre pessoas com predisposição à doença.

Segundo o oftalmologista Jae Min Lee, da Hapvida, o ceratocone está relacionado a uma predisposição genética e costuma se manifestar principalmente durante a adolescência. “Existe uma predisposição genética para o ceratocone, mas a doença geralmente começa a se manifestar por volta dos 13 ou 14 anos. Ela tende a apresentar progressão ao longo da adolescência e início da vida adulta e, em média, estabiliza por volta dos 25 anos. A progressão depois dos 30 anos é considerada rara”, explica.

O especialista destaca que, nos estágios iniciais, a doença pode não provocar sintomas muito evidentes. Um dos primeiros sinais costuma ser justamente a alteração do grau dos óculos, principalmente o aumento do astigmatismo. “O ceratocone começa a se manifestar, muitas vezes, com um aumento no grau dos óculos. O principal sinal é o aumento do astigmatismo, embora a miopia também possa aumentar. Como o paciente consegue enxergar melhor depois de trocar os óculos, a condição pode ser confundida inicialmente com uma simples necessidade de atualização da correção visual”, afirma.

Com a progressão da doença, entretanto, a correção com óculos pode deixar de proporcionar uma visão adequada. “Quando existe um aumento muito rápido do grau, principalmente do astigmatismo, o oftalmologista precisa ficar atento. Nem todo aumento de grau significa ceratocone, mas, diante de uma mudança importante ou frequente, especialmente em crianças e adolescentes, é importante fazer uma avaliação. Se houver suspeita, o médico pode solicitar exames específicos para confirmar ou descartar a doença”, explica Jae Min Lee.

Diagnóstico precoce pode mudar a evolução: Identificar o ceratocone nos estágios iniciais é importante porque existem tratamentos capazes de interromper ou estabilizar a progressão da doença. Um deles é o crosslinking corneano, procedimento que aumenta a resistência biomecânica da córnea e pode impedir que o ceratocone continue avançando em pacientes.

“O diagnóstico precoce muda a evolução porque permite identificar a doença antes que ela avance. O uso de óculos corrige a visão, mas não impede a progressão do ceratocone. Quando existe indicação, o crosslinking consegue estabilizar a córnea e pausar a evolução da doença”, explica o oftalmologista.

O especialista ressalta, porém, que o procedimento não representa uma cura. “O paciente que tem ceratocone continuará tendo a condição, mas o objetivo do tratamento é fazer com que ela permaneça estabilizada, principalmente quando conseguimos agir ainda na fase inicial”, afirma.

Sinais que merecem atenção

– Aumento rápido ou frequente do grau dos óculos;

– Principalmente aumento significativo do astigmatismo;

– Miopia que apresenta progressão acelerada;

– Visão embaçada ou distorcida;

– Dificuldade para enxergar mesmo com os óculos atualizados;

– Necessidade frequente de trocar a correção visual;

– Coceira ou hábito recorrente de esfregar os olhos;

– Alterações visuais que começam durante a adolescência.

Cuidados importantes

– Crianças e adolescentes devem realizar acompanhamento oftalmológico periódico;

– Mudanças frequentes no grau devem ser avaliadas por um oftalmologista;

– Evite coçar ou esfregar os olhos, especialmente de forma repetitiva;

– Pessoas com alergia ocular e coceira frequente devem procurar avaliação médica;

– O uso de óculos corrige a visão, mas não impede a progressão do ceratocone;

– Quando houver suspeita da doença, exames específicos podem confirmar o diagnóstico;

– Quanto mais cedo for identificada uma eventual progressão, maiores são as possibilidades de estabilizar a doença com o tratamento adequado.

Foto: Divulgação