Novo modelo tributário exigirá atenção estratégica das empresas de eventos a partir de 2026

Especialista orienta empresários sobre impactos práticos e estratégias de adaptação durante encontro do Sindieventos

Empresários e representantes do setor de eventos participaram de um encontro promovido pelo Sindieventos Ceará para discutir os impactos da reforma tributária e as mudanças que entrarão em vigor a partir de 2026. A palestra foi conduzida pelo advogado Alexandre Linhares, da HCLB Advogados e especialista em consultoria tributária, e contou com a presença da presidente do Sindieventos, Stella Pavan, além de membros da diretoria e empresários do segmento.

Durante o encontro, Alexandre apresentou os principais impactos do novo modelo tributário para o setor de eventos, destacando a redução de 60% da alíquota para determinadas atividades e a importância de as empresas analisarem suas operações e faturamento para verificar o enquadramento no benefício e evitar impactos negativos.

“A reforma tributária traz uma redução significativa da carga para parte do setor, mas não contempla todas as atividades. As empresas que se enquadrarem terão um cenário mais favorável, enquanto aquelas fora desse benefício poderão sofrer impactos relevantes, o que exige planejamento estratégico desde já”, explicou.

O especialista também destacou que a adaptação ao novo sistema exigirá atenção de diferentes áreas internas, especialmente Recursos Humanos e financeiro. “O novo modelo amplia a importância da gestão de créditos tributários. Benefícios concedidos aos colaboradores podem gerar créditos e reduzir o débito fiscal, enquanto a análise da regularidade dos fornecedores se torna essencial, já que o aproveitamento desses créditos depende do correto recolhimento dos tributos”, ressaltou.

O encontro proporcionou orientação prática aos empresários, reforçando a importância de iniciar desde já a revisão de processos e estratégias para garantir conformidade e aproveitar as oportunidades da reforma tributária. A iniciativa integra a agenda do Sindieventos Ceará de ampliar o acesso à informação qualificada e apoiar o setor diante das mudanças no ambiente de negócios.

Imóveis irregulares impedem emissão de alvarás de funcionamento

Falta de regularização imobiliária compromete abertura de empresas, reformas e obtenção de licenças obrigatórias

A emissão de licenças e alvarás de funcionamento está diretamente ligada à regularidade documental do imóvel onde a atividade será exercida. Quando há pendências na matrícula, divergências na área construída ou irregularidades perante o município, o processo de obtenção dessas autorizações pode ser interrompido, impedindo o início ou a continuidade de atividades comerciais.

A relação entre regularização imobiliária e alvará de funcionamento costuma se tornar evidente principalmente no momento em que o imóvel passa a ser ocupado para a instalação de uma atividade econômica. Em muitos casos, é necessário realizar reformas ou adequações do espaço para atender às exigências do negócio. No entanto, se o imóvel estiver irregular, não é possível emitir licenças de obra, o que inviabiliza, em efeito cascata, a concessão do alvará de funcionamento.

De acordo com Lara Praça, CEO da Readi, empresa especializada em regularização de documentação de imóveis, essa é uma situação mais comum do que se imagina. “Muitas empresas planejam iniciar suas atividades rapidamente, mas acabam descobrindo que o imóvel não está regularizado junto aos órgãos competentes. Sem essa regularização prévia, as licenças necessárias não são liberadas e o funcionamento do negócio pode sofrer atrasos significativos”, explica.

Além de impedir o funcionamento da atividade, a irregularidade pode gerar notificações, multas e até interdição do estabelecimento. Em alguns casos, mesmo empresas já em operação podem enfrentar dificuldades para renovar o alvará se forem identificadas inconsistências na documentação do imóvel.

Segundo Lara, a regularização imobiliária deve ser vista como etapa estratégica para qualquer atividade econômica. “O alvará de funcionamento não depende apenas da empresa, mas também das condições legais do imóvel. Quando ele está regular, o processo de licenciamento flui com mais segurança e previsibilidade. Caso contrário, o empreendedor fica exposto a riscos que podem comprometer investimentos, contratos e cronogramas”, afirma.

Para proprietários e empresas que destinam imóveis ao uso comercial, manter a documentação atualizada é também uma forma de agregar valor ao patrimônio. “Um imóvel regularizado amplia as possibilidades de ocupação, reduz entraves burocráticos e garante que o espaço esteja apto a receber atividades compatíveis com sua destinação. A gestão organizada das licenças e documentos imobiliários é fundamental para evitar prejuízos”, destaca Lara Praça.


Sobre a Readi

A Readi é uma plataforma digital cearense focada na regularização documental de imóveis e emissão de certidões. Criada para simplificar toda a cadeia de regularização imobiliária e tornar mais acessível a formalização da propriedade, a empresa atua com tecnologia para facilitar o acesso à documentação essencial de imóveis em todo o país.

A empresa tem como foco enfrentar o desafio da descentralização no setor, oferecendo soluções digitais para pessoas físicas e jurídicas interessadas em regularizar imóveis ou obter certidões de forma mais eficiente.

Colégio 7 de Setembro inicia nova etapa institucional com foco em inovação e fortalecimento pedagógico

Com 90 anos de atividade, o Colégio 7 de Setembro inicia uma nova etapa institucional, reafirmando sua trajetória na educação cearense e projetando os próximos passos de sua atuação pedagógica. O movimento integra um plano estruturado de modernização, alinhado às transformações do setor educacional e às demandas contemporâneas de alunos e famílias, mantendo como pilares os valores humanos, cristãos e o compromisso com a formação integral dos estudantes.

A nova fase contempla avanços em inovação pedagógica, atualização estrutural e aprimoramento da experiência da comunidade escolar. “Nos últimos 30 anos trabalhando no colégio, me formei educador vendo de perto o pioneirismo do 7 de Setembro. Como ter sido a primeira escola da região a trazer internet para sala de aula, conectando nossos alunos ao mundo quando isso ainda parecia distante, sendo percursor no Sistema de Tempo Integral, do Ensino Bilíngue, e mais recente quando nos tornamos a primeira e única escola IB (International Baccalaureate) do Ceará”, destaca o diretor de marca do Colégio 7 de Setembro, Carlos Eduardo Pontes.

Entre as iniciativas, estão investimentos na infraestrutura das escolas; o lançamento de um novo alojamento voltado aos alunos das turmas ITA/IME; a implantação do Museu C7S na Educação do Ceará, que contará com acervo histórico de bens que narram a trajetória do colégio e da educação no Estado; além da criação das turmas Mil, Olímpicas e de Alto Desempenho, voltadas ao desenvolvimento acadêmico orientado a resultados, e do lançamento do Go Global, um serviço de mentoria para alunos que desejam estudar fora do país, entre outras ações.

Nesse contexto, o clássico e tradicional Brasão da escola continua fundamental para a construção dos próximos 90 anos: é preservado como símbolo permanente da identidade, da história e dos valores que conectam diferentes gerações de alunos e famílias. “Trabalhamos com muito amor para perpetuar nossa escola por muitos anos. A criação do selo com o nosso brasão e o museu do 7 na educação do Ceará são os marcos de um compromisso que une nosso passado com o futuro”, destaca Juarez Lima, coordenador do Ensino Médio do Colégio 7 de Setembro.

Cimento Apodi reconhece voluntários e celebra impacto positivo do ciclo 2024/2025

Evento realizado na sede da Edisca reuniu colaboradores e destacou os resultados do Programa de Voluntariado Corporativo da Apodi, que impactou mais de 2.700 pessoas somente na última edição
A Cimento Apodi promoveu um evento especial de reconhecimento aos participantes do Programa de Voluntariado da companhia, marcando o encerramento do ciclo 2024/2025.

O encontro foi realizado no último dia 20, na sede da Edisca, uma das instituições beneficiadas pelo Programa, e reuniu colaboradores voluntários em um momento de celebração, troca de experiências e valorização do impacto gerado ao longo do período.

Durante o ciclo, o Programa de Voluntariado Apodi mobilizou 129 voluntários, que atuaram em iniciativas voltadas principalmente para educação e empreendedorismo. Ao todo, mais de 2.700 pessoas foram impactadas pelas ações desenvolvidas, reforçando o compromisso da empresa com o desenvolvimento das comunidades onde está presente, especialmente Fortaleza, Pecém e Quixeré.

O Programa de Voluntariado Corporativo da Cimento Apodi tem três objetivos principais: fortalecer o propósito da empresa de transformar o futuro da construção com soluções sustentáveis para o desenvolvimento da sociedade; promover o desenvolvimento de competências profissionais dos colaboradores voluntários; e contribuir para a licença social para operar por meio de ações de impacto nas comunidades e instituições sociais do entorno das unidades.

Para dar suporte a esses objetivos, a empresa dispõe de uma política que permite a dedicação de duas horas semanais ao voluntariado, oferece ajuda de custo para a execução dos projetos e garante capacitação, além de assessoria para o registro e o monitoramento dos resultados e impactos gerados.

Além de celebrar os resultados, o evento também marcou a abertura das inscrições para que colaboradores se voluntariem no próximo ciclo 2026/2027 do programa, ampliando o alcance das ações sociais da Cimento Apodi.

“Mais do que números, o voluntariado nos aproxima das pessoas e nos ajuda a entender de perto as necessidades das comunidades. É uma oportunidade de aprendizado mútuo e de construção de soluções que fazem sentido para quem está ao nosso redor. Por isso, abrimos as inscrições para o novo ciclo já nesse encontro, convidando outros colaboradores a viver essa experiência transformadora”, destaca Sergio Maurício, CEO da Cimento Apodi.

Sobre a Cimento Apodi

Idealizada no ano de 2008, a Cimento Apodi é uma joint venture multinacional formada pela participação societária da família Dias Branco e do Grupo Titan, produtor de cimento e materiais de construção, que tem mais de 110 anos de experiência na área industrial, com sede na Grécia.

Presente de forma estratégica no Norte e Nordeste do país, a Cimento Apodi possui duas unidades industriais – sendo um parque industrial de três mil hectares de área em Quixeré/CE, mesorregião do Vale do Jaguaribe, e uma moagem de processamento no Complexo Industrial e Portuário do Pecém/CE.

Juntas, as duas unidades têm capacidade para produzir mais de dois milhões de toneladas de cimento ao ano.

A Companhia conta ainda com quatro centrais de concreto, três laboratórios (sendo um de serviços técnicos e dois de cimento), um centro tecnológico (Apodi Expert) e dez Centros de Distribuição posicionados de forma estratégica nas diferentes regiões do país para melhor atender seus clientes. A companhia produz com alto rigor de qualidade uma ampla linha de produtos, o que permite a empresa atender às diferentes necessidades do mercado da construção civil brasileira, com eficiência e responsabilidade socioambiental.