A mudança da rotina nas férias é um verdadeiro desafio para crianças autistas e suas famílias

A transição pode causar ansiedade, dificuldades de adaptação e regressão em habilidades conquistadas

As férias escolares representam um período de descanso e diversão para muitas famílias, mas para aquelas que têm crianças autistas, essa mudança na rotina pode ser um desafio. A interrupção das atividades regulares, a falta de estrutura e a sensação de imprevisibilidade podem impactar negativamente o bem-estar e o desenvolvimento dessas crianças.

De acordo com Daniela Botelho, presidente da Associação Fortaleza Azul (FAZ) e mãe de autista, crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), em sua maioria, dependem de rotinas estruturadas para se sentirem seguras e confortáveis. A transição para as férias pode causar ansiedade, dificuldades de adaptação e até mesmo regressão em habilidades conquistadas.

No período das férias é comum as atividades e terapias, que fazem parte da rotina dessas crianças, serem interrompidas por conta de viagens, por exemplo. Isso inclui a terapia ocupacional, a fonoaudiologia, a psicoterapia e até mesmo a escola, onde elas têm contato com professores e colegas que as entendem e fornecem um ambiente inclusivo.

“Quando isso acontecer, é fundamental que os pais e cuidadores de crianças autistas sejam apoiados e tenham recursos disponíveis para ajudar a minimizar os impactos da mudança na rotina durante as férias. É importante lembrar que cada criança é única e tem suas necessidades específicas. Portanto, as estratégias de suporte devem ser adaptadas a cada caso”, lembra Daniele Botelho.

Estabelecer uma nova rotina adaptada ao período de férias, manter atividades estruturadas, como passeios, brincadeiras e interações sociais, e oferecer apoio emocional podem ajudar a tornar a transição mais tranquila para a criança autista e sua família. “É importante fazer um planejamento antecipado e ter uma conversa clara com a criança”, alerta Daniele.

Em caso de dúvidas, é importante que a família busque ajuda especializada para garantir que as crianças autistas tenham um ambiente seguro, estimulante e inclusivo. Além disso, é fundamental que a sociedade se sensibilize e compreenda as necessidades das crianças autistas e de suas famílias durante esse período. “A inclusão e o respeito são fundamentais para que essas crianças possam aproveitar as suas férias de forma adequada, sem barreiras e estigmas. É direito delas”, frisa a presidente da Fundação Fortaleza Azul.

A psicóloga Talita Costa destaca que as férias podem ter impacto significativo, sejam eles negativos ou positivos. “Crianças que estão dentro do Espectro do Autismo podem ter dificuldades com a mudança na rotina e com a adaptação a novos ambientes e situações. É importante que as famílias e terapeutas se preparem com antecedência, criando uma nova rotina e estabelecendo previsibilidade para a criança autista. Essa previsão pode ser feita com recursos visuais como quadro de rotina dos passeios, história social sobre as férias e calendário”.

Segundo a psicopedagoga Isla Silva, é importante levar em consideração as necessidades individuais da criança ao planejar atividades e passeios durante as férias. “As férias podem ser uma experiência positiva para pessoas autistas e suas famílias, com planejamento e atenção às necessidades individuais”.

Sobre a FAZ

Em Fortaleza, além do trabalho de acolhimento e inclusão junto às pessoas autistas e suas famílias, a FAZ, em parceria com profissionais de saúde, entidades governamentais e empresas, busca realizar ações que levem informações acerca do TEA para a população geral, para que, a partir do conhecimento possam se conscientizar e diminuir os estigmas sobre as pessoas que possuem a condição.

Para os interessados em falar com a Associação, seguem os contatos: (85) 98186-4552 ou associacaofortalezaazul@gmail.com. Visite também as redes sociais:

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Banda cearense Indigo Mood divulga música inédita que fala sobre aceitação da vulnerabilidade e das emoções genuínas

“Loser” antecede o lançamento do primeiro disco do projeto cearense, pelo selo Trópico Música (SP)

Sem pose, sem performance, sem negar expectativas. A banda cearense Indigo Mood se expõe, mais uma vez, em seu novo single, “Loser”, lançado nesta quinta-feira, dia 13 de julho, nas principais plataformas digitais. Bebendo da vulnerabilidade visceral de Aretha Franklin, Cassiano, Amy Winehouse, Chet Baker e Sade, a canção antecipa o lançamento do EP, intitulado “Fim do Autoengano”, pelo selo Trópico Música, que acontece ainda neste segundo semestre.

Com influências que permeiam o R&B, o soul e o indie, “Loser” se destaca por sua letra crua e direta, composta por Leonardo Mendes, vocalista e guitarrista do grupo, que brinca ao se declarar como um legítimo “perdedor”. O artista explica que a música fala sobre abandonar fachadas de indiferença e abraçar emoções genuínas, custe o que custar. Se apresenta ali, onde quer estar, deixando escapar declarações na hora errada.

“’Loser’ é um testemunho da habilidade da Indigo Mood em explorar as próprias emoções, diluindo exposição e introspecção, paixão e honestidade, que acabam assim, de repente, não mais que de repente. E eu que lute”, brinca Leonardo Mendes

Sobre a Indigo Mood

Lançado em 2017, o projeto foi fundado pelo cearense Leonardo Mendes, cantor, multi-instrumentista e compositor de todas as canções. Utilizando de texturas melancólicas em suas músicas, definidas por uma fã como “triste e gostosinha”, a banda traz como principais estilos musicais o Indie Pop, o Dream Pop e o Neo Soul, tendo como principais referências Erykah Badu, Marina Lima, BADBADNOTGOOD, Kali Uchis e Papooz.

A banda fortalezense é bastante atuante na cena independente local, sempre produzindo ou coproduzindo os eventos dos quais participa. Além da capital cearense, já teve passagem por João Pessoa, Recife e São Paulo, onde participou da SIM 2019, e de uma das edições do festival A Porta Maldita.

Com dois EPs e uma série de singles lançados desde 2018, em 2023, o projeto entra em momento de transição, que se desenha em torno do lançamento de seu disco de estreia, ‘Fim do Autoengano’, que será lançado no dia 27 de julho pelo selo Trópico Música.

Indigo Mood – Lançamento do single Loser

Quando: meia-noite do dia 13 de julho

Onde: https://bfan.link/loser-4 

Instagram: https://instagram.com/indigomoodzzz

Youtube: Indigo Mood – YouTube

Spotify: bit.ly/indigoSpotify

Deezer: bit.ly/indigoDeezer

Neto, Marília Ruiz e Livia Nepomuceno dão o “Apito Final” nas noites de domingo na Band

Novo programa esportivo da emissora estreia dia 16 de julho, ao vivo, a partir das 22h

A Band estreia ao vivo neste domingo (16) o programa Apito Final, que vai ao ar para todo o Brasil a partir das 22h. Com apresentação do Craque Neto, e comentários de Livia Nepomuceno e Marília Ruiz, a atração traz um giro esportivo da semana para que o público fique por dentro de tudo o que acontece no mundo da bola, dentro e fora de campo. Dinamismo e descontração são as palavras-chaves do dominical. “Vamos fazer um pós-jogo diferenciado. A ideia é mostrar todos os desdobramentos de quem ganhou ou perdeu a partida, quais foram os jogadores que se destacaram, quem não foi tão bem, além de divulgar um resumão com estatística”, adianta Neto.

O apresentador seguirá no comando do Os Donos da Bola de segunda a sexta-feira, das 13h às 14h30 para São Paulo, e dará expediente na emissora aos domingos para todo o país. “O Brasil pode esperar de mim o que eu sou: verdadeiro e sem papas na língua. Vou fazer com que todo mundo durma pensando em mim, com amor ou ódio. Estou com medo de enfrentar a Livia e a Marília porque são duas contra um, mas bem ansioso para a estreia. Minha esposa vai me ganhar de segunda a sábado. No domingo, eu sou de vocês. Eu sou da Band”, afirma.

Com direção de Rogério Micheletti, Apito Final vai além das quatro linhas e reúne análises afiadas em um bate-bola que conta com a participação de convidados especiais. “Ter Neto, Livia e Marília juntos nas noites de domingo é um ganho para a programação esportiva depois de todo o sucesso do Terceiro Tempo, com Milton Neves. O novo programa será muito informativo, com debate e humor. Algo leve, mas sem deixar de ser polêmico”, destaca Denis Gavazzi, diretor de Esportes da Band.

Quadros diferenciados também darão o tom à atração. “Temos o DNA do canal do esporte. O Apito Final vai fechar o final de semana de quem ama futebol e continua respirando a rodada depois do fim. Há quase 20 anos, eu e o Neto estreamos na TV pelas mãos do saudoso Roberto Avallone. Será um prazer reviver essa tabelinha que no meu coração existe desde que ele vestia a camisa 10 do Corinthians. Já a Lívia é uma grande parceira e vamos manter o entrosamento conquistado no Terceiro Tempo”, enfatiza Marília Ruiz.

“Teremos muita informação, resenhas e debates com a personalidade e seriedade que os temas do esporte merecem. Será um resumo completo do fim de semana esportivo com a cara da Band. Minha expectativa é entrar em campo e fazer o melhor neste time liderado pelo Craque Neto e grande equipe”, conclui Livia Nepomuceno.

Conheça alguns quadros:

Gols da Quebrada: gols do futebol amador, de várzea, recebidos pelas redes sociais da atração. Os mais bonitos serão mostrados para todo o país.

Monstro Sagrado: os cinco gols mais bonitos da rodada.

Pé de Rato: espaço dedicado a um gol perdido, um jogador ou um time que não foram bem na rodada.

Apito da Galera: opinião do torcedor sobre assuntos factuais.

Apito Final será exibido todo domingo ao vivo, às 22h, na Band – canal 20.1.

Produtores que tiram proveito da tecnologia produzem milho de pipoca superior

O Brasil é o segundo maior produtor de milho de pipoca do mundo com uma produção de cerca de 300 mil toneladas. Boa parte da produção, cerca de 220 mil toneladas, fica no próprio país, para consumo interno. O maior produtor mundial são os Estados Unidos com pouco mais de 375 mil toneladas.  Em plena colheita, as previsões de produção para esta safra são boas, mas a  cultura exige cuidados especiais, principalmente em relação à umidade do grão.

Mais sensível que o milho comum, a safra do milho de pipoca exige todo um acompanhamento e suporte do plantio à colheita, bem como o controle de qualidade do grão por meio de equipamentos de controle de qualidade.  Portanto, a  colheita deve ser realizada de forma adequada, pois um trincado no milho pode ser o suficiente para que o grão não estoure.

Além da preocupação para que o milho não trinque, as indústrias também levam em consideração a cor e aparência do grão. Desta maneira, a produção deve seguir os melhores padrões de qualidade,  para assegurar uma pipoca de altíssima expansão.

A produtora  rural no Mato Grosso, engenheira agrônoma Lígia Bronholi Pedrini, já produziu milho de pipoca durante 6 anos. Ela afirma que é preciso acompanhar o processo do plantio à venda do produto. “O milho comum tem tecnologias embarcadas que o torna mais resistente a pragas e doenças, mas o milho pipoca não tem e, por isso,  são necessários cuidados especiais no manejo e nas aplicações de fungicidas.

Após 100 dias de plantio, quando se inicia a secagem da palha que recobre a espiga, o milho pipoca já está quase no ponto da colheita. A partir daí o produtor deve acompanhar diariamente a umidade dos grãos.

Segundo Lígia, é recomendado colher o grão com umidade inferior a 15%. Se o teor estiver acima de 15%, é necessário passar pelo processo de secagem lenta para que as altas  temperaturas não causem o trincamento do endosperma (tecido de reserva dos grãos que representa cerca de 83% da matéria seca total do grão), prejudicando a qualidade e capacidade de expansão da pipoca.

“A secagem, dentre outras operações de pós-colheita, tem sido considerada um importante fator que influencia a qualidade dos grãos, por isso as temperaturas devem estar adequadas, porque senão o calor provoca o estouro precoce do grão”, explica Lígia, acrescentando que a safra demanda todos esses cuidados, mas o grão é bem remunerado, quando apresenta qualidade.

A Instrução Normativa 61/2011, do Ministério da Agricultura e Pecuária, recomenda usar a baixa temperatura, ao redor de 35°C, para a secagem do grão. Em locais de baixa umidade, podem ser utilizados processos que envolvem apenas ventilação. Os grãos colhidos com umidade menor que 17% podem ser armazenados em silos aerados atingindo uma umidade de 14%. Em seguida, deve-se armazená-los à sombra em local bem ventilado até completar a umidade que proporciona o máximo de qualidade da pipoca, ou seja, entre 12,5% e 13,5%.

O engenheiro agrônomo Roney Smolareck, da Loc Solution, empresa detentora da marca Motomco de Medidores de Umidade de Grãos, destaca que cada cultivar tem uma umidade adequada para proporcionar uma boa qualidade de pipoca.

Segundo ele, para a comercialização é fundamental que o produto tenha uma boa aparência e alta capacidade de expansão. “A uniformidade no tamanho dos grãos é um aspecto que também contribui para aumentar a capacidade de expansão”, afirma Smolareck.

Para alcançar todo potencial da safra é preciso adotar as melhores práticas de lavoura,  usando maquinários eficientes, como plantadeira, e soluções tecnológicas que facilitem o processo, como os medidores de umidade de grãos, que podem indicar o momento exato da colheita.

“O produtor rural que souber usar a tecnologia a seu favor para otimizar a qualidade do grão pode ter bons resultados. Isso porque essas tecnologias ajudam na produção, na colheita, no armazenamento e na estocagem do produto, o que eleva a qualidade do grão”, enfatiza o engenheiro agrônomo, lembrando que a cultura do milho de pipoca constitui-se numa boa opção econômica para pequenos produtores.

Loc Solution: A Loc Solution é uma empresa  paranaense com sede em Curitiba, detentora da marca Motomco de medidores de umidade dos grãos, que está neste segmento há quase 30 anos. A empresa fabrica, comercializa e aluga os equipamentos, sendo referência em várias regiões agrícolas do País. De origem canadense, a marca Motomco é líder nacional no segmento de medidores de umidade de grãos. Conheça os medidores de umidade da  empresa acessando motomco.com.br.

Fotos: Divulgação/Pixabay

Prefeitura realiza audiência pública sobre a concessão dos Terminais de Ônibus e Corredores Estruturados

A Prefeitura de Fortaleza realiza, nesta quinta-feira, 13, das 10h às 11h, uma audiência pública em formato virtual referente à concessão administrativa prevista para os Terminais de Ônibus Urbanos e Corredores Estruturados do Município. O ingresso dos interessados dependerá de prévia inscrição, através do e-mail: parcerias@sde.fortaleza.ce.gov.br, com o envio de dados: nome completo, telefone e indicação de órgão ou empresa, se for o caso. A iniciativa está sendo coordenada pela Secretaria Municipal do Desenvolvimento Econômico (SDE).

A iniciativa trata de uma Parceria Público-Privada (PPP) para gerir 10 terminais urbanos (Antônio Bezerra, Messejana, Papicu, Parangaba, Lagoa, Conjunto Ceará, Siqueira, Washington Soares, José Walter e Coração de Jesus) e dois corredores estruturados (Antônio Bezerra/Centro e Messejana/Centro), resultando em gestão menos onerosa para o Município.

Atualmente, estes equipamentos constituem uma despesa de aproximadamente R$ 6 milhões por mês, abrangendo somente os custos básicos e diretos da operação. As receitas recebidas neste contrato serão, inclusive, destinadas ao subsídio da tarifa do transporte público coletivo urbano de passageiros.

O prazo da concessão será de até 30 anos, com fiscalização feita pela Secretaria Municipal de Conservação e Serviços Públicos (SCSP). A regulação caberá à Agência de Regulação, Fiscalização e Controle dos Serviços Públicos de Saneamento Ambiental (Acfor). A iniciativa da Coordenadoria de Fomento à Parceria Público-Privada (PPPFor) visa modernizar e otimizar a infraestrutura do transporte público, além de aprimorar a qualidade dos serviços oferecidos aos cidadãos.

Benefícios
Entre os benefícios diretos e indiretos proporcionados para cerca de um milhão de pessoas por dia, espera-se obter ganhos como: melhoria de infraestrutura, conforto e qualidade, conveniência e facilidades (implantação de centros de serviços e conveniência aos usuários e clientes do transporte (academias, mercados, faculdades, clínicas populares), maior segurança, geração de empregos, hub de infraestrutura, possibilidade de implantação de recarga de ônibus elétricos, padronização técnica dos terminais; atualização tecnológica; melhoria da qualidade dos serviços de administração, manutenção, vigilância e limpeza, permitindo otimização e redução dos custos diretos e indiretos.

“A iniciativa propõe, ainda, que o valor relativo à outorga recebida, no âmbito da PPP, seja destinado ao subsídio da tarifa do transporte público, bem como outros investimentos em modais alternativos e sustentáveis. É um aspecto importante e merece amplitude”, destaca a coordenadora de Parcerias Público-Privadas e Concessões, Alana Sampaio.

O investimento a ser realizado pelo setor privado encontra-se estimado em um CAPEX de R$ 322,30 milhões ao longo do período concedido, incluindo construção, pavimentação, usinas fotovoltaicas e tecnologias. O reflexo da redução de despesas fixas da Prefeitura foi orçado em R$ 16 milhões por ano, resultando em uma economia de R$ 490 milhões em 30 anos. Ao final do prazo da concessão, R$ 320 milhões de patrimônio reversível para o Município de Fortaleza.

“Fortaleza está dando um passo importante para melhorar o transporte público na cidade. O alto fluxo potencializa a capacidade dos Terminais para tornarem-se centralidades regionais e vetores de desenvolvimento urbano e econômico, sendo atrativos para o comércio, além de serviços públicos e privados”, pontua o secretário do Desenvolvimento Econômico, Rodrigo Nogueira.

Consulta Pública
A fase de consulta pública segue até o dia 31 de julho, onde o cidadão de Fortaleza pode fazer contribuições, sugestões, questionamentos e tirar dúvidas, através do e-mail parcerias@sde.fortaleza.ce.gov.br. Para esta finalidade, os documentos estão disponíveis no Canal do Desenvolvimento Econômico: https://desenvolvimentoeconomico.fortaleza.ce.gov.br/pppfor/terminais.html

Experiência acadêmica no exterior garante melhores salários

Estudar no exterior e ser fluente em um segundo ou terceiro idioma podem garantir uma carreira promissora. Um levantamento feito pela Business Marketing International (BMI) mostra que o salário de quem estuda fora do país tem um aumento médio de 50% após a conclusão do curso. Já uma pesquisa da Catho revelou que ter proficiência em inglês pode aumentar a remuneração em até 60%.

“Uma das frentes de nossa atuação é a celebração de convênios com instituições de ensino estrangeiras, que preveem o intercâmbio de alunos dos cursos de graduação. Com um olhar mais pluralizado, é proporcionado o contato com outras realidades culturais e oportunidades de construção de conhecimentos relevantes em sua área de formação” destaca Flávio Murilo, Diretor Nacional de Ensino da Estácio.

Para universitários de instituições privadas que trabalham – são 61,8%, segundo o Mapa do Ensino Superior no Brasil, do Instituto Semesp – bancar um curso de idiomas e uma graduação ou pós-graduação fora do país pode ser desafiador, como explica Larissa Clare, coordenadora de internacionalização da Estácio. 

“A dificuldade de compreensão de uma língua estrangeira, os custos de uma escola de idiomas e de uma graduação em outro país e o próprio emprego, que impede o estudante de passar um longo período afastado, podem adiar o sonho da mobilidade acadêmica. A boa notícia é que, graças a convênios com instituições prestigiadas e soluções criadas pela universidade de origem, como é o caso da Estácio, é possível vivenciar a internacionalização, uma experiência única que, entre os diversos benefícios, desenvolve soft skills, como empatia e resiliência”, revela.

As parcerias e as bolsas integrais são mais um mecanismo para encurtar o caminho do estudante até a universidade estrangeira receptora. “A Estácio mantém convênio com 21 faculdades dos Estados Unidos, Argentina, Chile, Uruguai, França, Holanda, Portugal e Coreia do Sul. Isso significa que o discente está isento da mensalidade, fica responsável apenas pelo aéreo, moradia e alimentação, e assim que chega ao país, a Estácio o coloca em mobilidade. Durante a sua temporada, que varia de seis meses a um ano, sua vaga no curso aqui no Brasil, bem como outros benefícios que tenha, é assegurada. Já as bolsas integrais – aéreo, transfer, estadia, alimentação e seguro viagem – são viabilizadas por meio de acordos com empresas privadas”, esclarece Larissa.

Mobilidade acadêmica de curta duração

Há ainda a opção de mobilidade de curta duração em que os alunos realizam uma imersão de uma semana. Em julho um grupo com 40 estudantes de cursos de saúde da Estácio no Rio de Janeiro irão para Buenos Aires com todas as despesas pagas. Os alunos farão uma imersão com aulas na Fundação Barceló, considerada uma das melhores instituições privadas de saúde da Argentina, além de conversas com profissionais que atuaram na pandemia e a realização de atividades culturais. “A Estácio criou essa oportunidade para os estudantes como forma de enriquecer ainda mais a sua formação”, descreve a coordenadora. 

Para a estudante de Biomedicina, Clara Sales (25 anos), mãe da Helena, de cinco anos, o programa de uma semana de duração é mais um incentivo para quem tem filhos e não pode se ausentar por um longo período. Fluente em espanhol, Clara acredita que a vivência na Fundação Barceló será enriquecedora. “Será uma oportunidade de ampliar minhas perspectivas sobre a graduação e minhas habilidades profissionais, tendo contato com especialistas de outro país e falando outra língua. Além disso, conhecerei uma cidade incrível”, declara.  

A percepção da Carla Silva (51 anos) é a mesma, que concilia os estudos de Biomedicina com o trabalho, e participará do mesmo programa na Fundação Barceló. “Será uma experiência única e incrível para a minha vida acadêmica e para um futuro profissional de muito sucesso. Vou aproveitar cada minuto dessa oportunidade de adquirir novos aprendizados e ampliar o meu conhecimento na área da saúde em outro país. Tenho muito orgulho de ter chegado até aqui”, comemora. 

Além dos estudantes da área de saúde, cinco alunas de outros cursos ofertados pela instituição, embarcam em junho para a Espanha, para estudarem na Universidade de Salamanca, via programa Santander Top España, com todas as despesas pagas.

Internacionalização remota

Na impossibilidade de viajar rumo a uma universidade estrangeira por motivos profissionais, Larissa Clare conta que os estudantes podem concorrer a programas remotos de cinco semanas em que as aulas são ministradas por professores nativos. “No primeiro semestre deste ano mais de 280 estudantes da Estácio, de diversas regiões do país, participaram do projeto de língua espanhola e no próximo semestre estão previstas novas vagas para os idiomas Inglês e Espanhol. O critério de seleção considera o desempenho acadêmico, a ideia é premiar com estes programas de mobilidade nossos alunos que possuem as melhores notas, inclusive, como forma de reconhecê-los”, informa. 

Estácio investe há 10 anos na internacionalização da educação

Os programas de internacionalização são lançados duas vezes ao ano por meio de editais. Para a Estácio, trata-se de uma importante ação que prepara a comunidade acadêmica para atuar em um mundo cada vez mais globalizado e integrado. Garante ainda a pesquisa e inovação como bases para as diretrizes educacionais e respostas mais efetivas às novas demandas provenientes de uma sociedade mais interdependente.

De modo a reafirmar o seu compromisso, a instituição continua empreendendo esforços para ampliar parcerias e convênios com instituições em diferentes países. Atualmente a Estácio possui 21 convênios vigentes em 11 países, além de eventos de internacionalização realizados nas unidades e experiências internacionais presenciais e remotas, de acordo com alguns convênios. Para conhecer as oportunidades basta acessar o Programa de Internacionalização.

Programa de Língua e Cultura

Para auxiliar os estudantes a obterem um segundo idioma, a Estácio também desenvolveu um projeto gratuito de aulas de inglês e espanhol para alunos e professores da instituição, com certificado de proficiência. “O curso tem duração de três meses, ocorre via plataforma, e é um importante ganho para quem está prestes a realizar parte dos estudos em uma universidade estrangeira, mas não domina o idioma local. O mais importante é que todos os discentes, mesmo quem não fará a internacionalização, podem se inscrever. No primeiro semestre deste ano,  tivemos mais de 8 mil alunos participando destas aulas e em breve iremos ampliar o programa, oferecendo também aulas de francês”, descreve Larissa Clare.

Honda NossaMoto celebra 23 anos e anuncia expansão de novas unidades no Conjunto Ceará e Pecém ( Porto do Pecém ) 

Com uma presença consolidada de 23 anos no mercado cearense, a Honda NossaMoto, que atualmente possui quatro concessionárias em Fortaleza e região metropolitana, está ampliando a sua atuação na região. Pela concessão da montadora Honda Motos, foi dado o início às obras de duas novas unidades, localizadas no Conjunto Ceará e no Pecém ( Porto do Pecém ) 

Essa conquista de expansão foi impulsionada pelo oitavo lugar no programa HPD que avalia performance e qualidade de todas as concessionárias Honda Motos. Além disso, todas as unidades da Nossamoto alcançaram a classificação máxima, na certificação do Padrão 4 Asas da Honda Motos, realizada pela montadora com objetivo de avaliar os atendimentos e todos procedimentos e serviços no pós-venda. 

Para a seleção dos locais, foram levadas em consideração as características distintas do Conjunto Ceará em seu ecossistema, destacando-se seu significativo porte residencial e um comércio e serviço local extremamente dinâmico. Quanto ao Pecém, sua escolha baseou-se no notável desenvolvimento econômico que o acompanha, aliado à mobilidade e ao aumento do tráfego na região envolvendo a Zona Portuária do Pecém – ZPE e todo o Complexo Siderúrgico do Pecém – CSP, ambos localizados no município de São Gonçalo do Amarante.

“A expansão que estamos realizando é resultado dos esforços de cada colaborador da Honda NossaMoto. Estamos investindo cada vez mais em nosso principal cliente, que é o interno, e isso está trazendo resultados cada vez mais positivos, na experiência e satisfação de nossos consumidores e chancelado pela Honda com o top 10 no Brasil no programa qualidade e performance”, afirma Tiago Bastos, gerente geral da Honda NossaMoto.

Políticas de segurança, criptografia e diversidade de dados garantem o sucesso da automação de testes

No mundo do desenvolvimento de software, a geração de dados para massa de testes desempenha um papel crucial na verificação da eficácia e qualidade dos sistemas. No entanto, essa atividade não está isenta de riscos, especialmente quando se trata da segurança e privacidade dos dados envolvidos. Neste contexto, é essencial reconhecer os desafios e adotar medidas para proteger a integridade e a confidencialidade dos dados de teste. Ao dar a devida atenção à segurança, fortalecemos a confiança em nossos sistemas e garantimos a proteção dos dados pessoais.

Como CEO da Prime Control, sei que para profissionais especializados, familiarizados com as principais ferramentas do mercado, sejam pagas ou de código aberto, a segurança deve ser sempre o primeiro foco. Tenho experiência em automação de testes de diversos tipos de sistemas, como ERPs, integrações, e-commerces e aplicativos e, atualmente, utilizamos a metodologia de automação Continuous Test Automation (CTA), baseada na filosofia lean. O CTA permite que nossos clientes aprimorem continuamente seus ciclos automatizados de testes, crescendo de forma escalável, ágil e flexível e a geração de massa de dados é algo que auxilia na implantação de testes contínuos, permitindo a execução de cenários mais complexos, garantindo as variações dos cenários automatizados.

Ao considerar a segurança na geração de dados para massa de testes e investir na automação dos testes, assegura-se não apenas a proteção dos dados pessoais, mas também a eficiência e a confiabilidade dos sistemas desenvolvidos. Os riscos inerentes à geração de dados para massa de testes são reconhecidos, e a importância de adotar medidas para proteger a privacidade e a integridade dos dados é compreendida.

Este processo pode expor informações sensíveis e pessoais se não tomadas as precauções adequadas. Para minimizar esse risco, é essencial anonimizar ou mascarar os dados, substituindo informações identificáveis por dados fictícios ou não identificáveis. Isso protege a privacidade dos usuários reais, garantindo que suas informações pessoais não sejam expostas indevidamente.

É importante destacar que a falta de representatividade dos dados de teste é um risco que compromete a eficácia dos testes. É necessário gerar dados realistas e diversificados, considerando fatores como geografia, demografia, comportamento e características específicas do sistema, a fim de identificar problemas que possam surgir em situações reais.

Outro risco a ser considerado é a falta de conformidade com as regulamentações de proteção de dados, como a LGPD. Devemos garantir que estejamos em conformidade, obtendo o consentimento adequado dos usuários quando necessário e adotando medidas de segurança apropriadas para proteger os dados de teste.

Além dos riscos mencionados, é essencial prevenir o uso inadequado dos dados de teste. Devemos estabelecer políticas claras sobre o uso exclusivo para fins de teste, evitando compartilhamentos ou acessos indevidos. Implementar controles de acesso adequados, criptografar os dados, monitorar a segurança dos sistemas e estar atualizado sobre as melhores práticas de segurança de dados são medidas fundamentais.

Priorizar a segurança na geração de dados para massa de testes é uma obrigação legal e uma prática recomendada. Ao fazê-lo, protegemos nossos usuários, fortalecemos a confiança em nossos sistemas e reduzimos os riscos associados.

*Everton Arantes é fundador e CEO da Prime Control e participa ativamente de projetos de automação, quality assurance, implantação de modelos ágeis e DevSecOps. Na Prime Control, atende grandes contas como Grupo Boticário, Vivo, C&A, Alpargatas, Azul Linhas Aéreas, Lojas Renner, entre outras.

Goldentec estreia na Eletrolar com portfólio de produtos tecnológicos

A Goldentec, marca brasileira reconhecida por sua atuação nas áreas de tecnologia, lifestyle, eletrodomésticos, gamer, solar e beleza, estreia na Eletrolar 2023 e dá um importante passo para fortalecer sua posição no mercado. A feira segue até quinta-feira (13), das 13h às 21h, no Transamérica Expo Center, em São Paulo. O estande Goldentec está localizado na Estande B80, Galpão G.

“A Eletrolar Show é um ambiente propício para fechar grandes negócios, estreitar relacionamentos com os principais nomes do setor e onde podemos apresentar as inovações de nossa marca e fortalecer nossa presença no sudeste do Brasil”, comenta Técia Caetano, CEO da Goldentec.

Durante o evento, a empresa apresenta uma ampla gama de produtos que refletem sua expertise nas áreas de tecnologia e informática, incluindo mini PCs, computadores office e gamers, além de garrafas e copos térmicos da linha Thermos Colors e caixas de som.

Sobre a Goldentec
A Goldentec está no mercado brasileiro desde 2005, com atuação nas áreas de tecnologia, informática, eletrodomésticos, gamer e solar e, recentemente, beleza e bem estar. Sua fábrica própria é uma das pioneiras do Ceará no setor de informática e é onde são montados os computadores, ONUs e notebooks da marca.

Estação Fashion realiza evento para lojistas e empreendedores sobre produção limpa e sustentabilidade  

Com o objetivo de ajudar os empreendedores a evitar desperdícios e aumentar o faturamento de suas empresas, o Estação Fashion promoveu, nesta terça-feira (11), uma palestra para lojistas e fabricantes com o especialista em Lean e Indústria 4.0 do Instituto Senai de Tecnologia, Paulo André Miranda, sobre o tema “Produção enxuta: Lean Manufacturing”. O evento aconteceu no Museu da Indústria do Ceará e contou também com a presença de representantes do Instituto da Primeira Infância (Iprede), que apresentaram os projetos sociais da instituição.

Willian Nippon, gerente comercial do Estação Fashion, destacou a importância de promover o diálogo com os lojistas a partir da geração de novos conhecimentos. “As transformações estão cada vez mais rápidas na sociedade, em dois, três anos, já mudou tudo. Por isso, estamos iniciando este ciclo de palestras e workshops com temas relevantes e atuais para levar ao nosso público posicionamentos e novidades do mercado. Por exemplo, a economia de material com uma produção mais limpa, a sustentabilidade nos negócios de moda, reciclar o que for produzido, pensar em logística reversa porque a moda não é lixo. O nosso desafio é sair na frente e, quem entende, vai sair na frente”, explica. 

Você sabe o que é Lean manufacturing? De acordo com Paulo André Miranda, é uma metodologia de Gestão Produtiva, desenvolvida por Taichi Ohno, na Toyota, com o foco principal em aumentar a eficiência dos processos produtivos e qualidade na empresa, eliminando ou reduzindo erros e desperdícios. “Lean é trabalhar com uma produção enxuta, que pensa mais em eficiência do que em rapidez, analisando os processos para aplicar métodos para melhorar a gestão e a produtividade da empresa. Lean é uma filosofia de gestão que necessita de engajamento da equipe, trabalho em conjunto e pode ser aplicada em todos os tipos de negócios”, afirma. 

Para a empreendedora Samara Caetano, da marca Sônia Moda Feminina, o evento fortalece a proposta do Estação Fashion como empreendimento que se preocupa com o lojista. “Fiquei muito admirada com a iniciativa do Estação Fashion de promover palestras em que o lojista pode ter acesso a mais informação e conhecimento. Isso demonstra o cuidado que eles têm em realmente colocar o lojista como prioridade do negócio, já que um empreendimento de moda se destaca quando os seus lojistas conseguem se posicionar bem no mercado. Além disso, o debate sobre a responsabilidade do mercado de moda nos faz refletir sobre como o Estação se importa em realmente trazer mudanças para os lojistas, os clientes e a sociedade”, diz, pontuando também que está ansiosa pelas próximas palestras. “Isso aproxima o comercial dos lojistas, que sentem que têm uma administração realmente com vontade de fazer a diferença”. 

Novo setor verde 

Após as vendas dos setores laranja e azul alcançarem 100% de ocupação, o Estação Fashion lança o setor verde, novo ambiente com preço acessível voltado para lojistas e pequenos fabricantes. A campanha de lançamento do novo setor aborda questões como sustentabilidade, reaproveitamento de materiais no mercado da moda e diminuição de desperdícios. 

Sobre o Estação Fashion

Em um investimento de R$ 50 milhões, o local será composto por mais de 1.200 lojas e boxes, com diferentes tamanhos, dispostos em três pavimentos e distribuídos em uma área de 5.500m2. Além de estacionamento com capacidade para 500 carros e 30 ônibus, o empreendimento terá praça de alimentação, espaço para eventos, hub de serviços variados para lojistas e clientes, espaços de saúde e beleza, esteiras rolantes e fará também vendas online. No total, o Estação Fashion conta com seis setores, contemplando boxes, superboxes e espaços para lojistas e fabricantes.