Carnaval: misturar álcool e medicamentos pode trazer riscos graves à saúde

Com a chegada do Carnaval e o aumento no consumo de bebidas alcoólicas, especialistas alertam para um perigo muitas vezes ignorado: a combinação entre álcool e medicamentos. A prática pode provocar desde sonolência intensa e tontura até complicações graves, como sangramentos, lesões hepáticas e depressão respiratória.

Segundo o farmacêutico e coordenador do curso de Farmácia da Estácio Ceará, Josimar Girão, o risco ocorre porque álcool e medicamentos são metabolizados pelo fígado. “Quando misturamos álcool e medicamentos, criamos uma competição dentro do organismo. O fígado precisa metabolizar os dois ao mesmo tempo, o que pode sobrecarregá-lo, tornar o medicamento mais tóxico ou reduzir sua eficácia. O resultado pode ser aumento de efeitos adversos ou perda do efeito do tratamento”, explica.

Durante festas prolongadas, como no Carnaval, os riscos aumentam devido ao consumo repetido de bebida ao longo do dia. “O álcool já é um depressor do sistema nervoso central. Quando combinado com sedativos, ansiolíticos, opioides ou alguns antidepressivos, pode provocar depressão respiratória, perda de consciência e até risco de morte”, alerta o especialista.

Analgésicos como o paracetamol elevam o risco de lesão hepática quando associados ao álcool, enquanto anti-inflamatórios podem aumentar a chance de úlceras e sangramentos gastrointestinais. Alguns antibióticos, como o metronidazol, também podem causar reações severas.

O especialista reforça que não existe quantidade segura de álcool para quem está em tratamento medicamentoso. “Em muitos casos, não se trata de beber com moderação, mas de evitar completamente. Se está usando qualquer medicamento, o ideal é conversar com o médico ou farmacêutico antes de ingerir bebida alcoólica. Essa orientação pode evitar complicações graves e até salvar vidas”, conclui Josimar Girão.

Fortaleza Food Land entra no ritmo do Carnaval com bloco infantil

Fortaleza vem acompanhando a consolidação de novos formatos de convivência urbana que unem gastronomia, lazer e entretenimento. Em meio a esse movimento, o Fortaleza Food Land, localizado na Avenida Godofredo Maciel, no bairro Maraponga, entra no clima do Carnaval reforçando sua identidade como um dos polos gastronômicos em expansão na capital cearense.

Um dos destaques da agenda é o Bloco Infantil do Food Land, marcado para o sábado, 14 de fevereiro, a partir das 18h. A proposta é transformar o espaço em um ambiente lúdico e seguro para as crianças, com a presença da Blitz Animada, palhaços e personagens da Disney e da Turma da Mônica, além do funcionamento do parquinho infantil. A iniciativa reforça o posicionamento do empreendimento como um espaço familiar, capaz de acolher diferentes gerações em um mesmo ambiente.

Agora sob a nova gestão da empresária Ednúsia Gomes, o Fortaleza Food Land se apresenta como um food park estruturado, reunindo diferentes operações gastronômicas em um só lugar. A proposta vai além da oferta de refeições e se firma como um ponto de encontro, onde o público pode circular entre sabores, música e momentos de convivência.

O mix de lojas evidencia essa diversidade: Espetaria Food Square, Sushi Park, Mini Pizzas do Betão, Donadel Burger, Big Daddy Burger, Gr Crepe Francês, Sopa com Amor, Elos Café, Vettoris Pizza, Garage 596 Burger, Açaí BR, Coxinha do Boteco e Red Burger Brasil. 

Com ações temáticas frequentes e uma programação alinhada ao calendário cultural da cidade, o Fortaleza Food Land, sob nova direção, consolida-se como um exemplo de como a gastronomia pode ocupar o espaço urbano de forma criativa, coletiva e acessível. No Carnaval, a proposta se intensifica: comer bem, ouvir boa música e celebrar a folia em um ambiente pensado para todos os públicos.

SERVIÇO 

Carnaval no Fortaleza Food Land

📍 Endereço: Avenida Godofredo Maciel, 3081 – Maraponga – Fortaleza (CE)

🕕 Horário de funcionamento:

• Sexta a domingo: das 18h às 23h30

• De segunda a quarta-feira (período do Carnaval): fechado

📲 Instagram: @fortalezafoodland

Carnaval: especialista orienta como prevenir lesões durante a folia

Com a chegada do Carnaval e o aumento da participação em blocos, festas e desfiles, cresce também o número de queixas relacionadas a dores e lesões musculoesqueléticas. Longas horas em pé, caminhadas extensas, dança intensa e o uso de calçados inadequados estão entre os principais fatores de risco.

Segundo o fisioterapeuta e docente do curso de Fisioterapia da Estácio Ceará, Paulo Sérgio Oliveira, algumas lesões são bastante comuns nesse período. “Durante a folia, observamos muitos casos de entorses de tornozelo, distensões musculares, dores lombares, tendinites, além de bolhas e dores nos pés. Isso acontece porque o corpo é submetido a um esforço maior do que está acostumado, muitas vezes sem preparação adequada”, explica.

De acordo com o especialista, medidas simples podem reduzir significativamente o risco de problemas. “O ideal é usar tênis confortável e já amaciado, fazer alongamentos antes de sair, manter uma boa hidratação e alimentação adequada. Também é fundamental respeitar os sinais do corpo. Dor persistente é um alerta de que algo não vai bem”, orienta.

O fisioterapeuta reforça que é importante procurar atendimento profissional caso surjam sintomas mais intensos. “Dor forte, inchaço importante, dificuldade para apoiar o pé, hematomas grandes ou dor que não melhora após alguns dias são sinais de que é necessário buscar avaliação. Ignorar esses sintomas pode agravar a lesão”, alerta.

A recomendação é curtir a festa com responsabilidade e atenção aos limites do próprio corpo, garantindo que a diversão não termine em consultório ou pronto atendimento.

Hidracor reduz intensidade de emissões e avança no controle da pegada de carbono

A Hidracor, uma das marcas mais tradicionais do setor de tintas e revestimentos do país, figura entre os destaques do novo Relatório de Sustentabilidade do Grupo Iquine ao registrar avanços relevantes no controle e na redução da pegada de carbono de suas operações industriais. O documento consolida as principais iniciativas do ecossistema do grupo e apresenta uma visão integrada de seus temas materiais, a partir de indicadores ambientais, sociais e de governança (ESG) referentes ao ano de 2024.

De acordo com o relatório, as práticas adotadas pela Tintas Hidracor resultaram em uma intensidade de emissões significativamente inferior à média do segmento, com desempenho 60% menor em comparação ao setor. Entre os fatores que contribuíram para esse resultado estão o monitoramento sistemático das emissões de gases de efeito estufa (GEE), o uso de energia elétrica com certificação de origem renovável e a substituição de combustível fóssil por biocombustível no abastecimento da frota leve.

A pegada de carbono corresponde ao volume de GEE gerado pelas atividades industriais, e seu controle é considerado estratégico para a mitigação de impactos ambientais, o enfrentamento das mudanças climáticas e o atendimento a exigências regulatórias e de mercado cada vez mais presentes no setor industrial. Nesse contexto, o relatório detalha as diretrizes e práticas adotadas pelo Grupo Iquine para a gestão, o acompanhamento e a melhoria contínua de seus indicadores de emissões.

O Grupo Iquine iniciou a mensuração dos Gases de Efeito Estufa (GEE) em 2023, com base nos dados do ano de 2022, adotando metodologia alinhada a padrões internacionais de reporte. A iniciativa possibilita o acompanhamento técnico da evolução dos indicadores e a definição de metas progressivas para os próximos anos. Em paralelo, em 2025, a Associação Brasileira dos Fabricantes de Tintas (Abrafati) estabeleceu, pela primeira vez, uma meta setorial de redução de 25% das emissões até 2030, a partir dos resultados do inventário de GEE do setor.

Alinhado a esse movimento, o Grupo Iquine iniciou, em 2024, o processo de aquisição do selo I-REC, certificação que permitirá o rastreamento da origem da energia elétrica consumida e viabiliza a neutralização das emissões do escopo 2 nos inventários futuros. A iniciativa representa uma redução potencial de aproximadamente 7% nas emissões totais do grupo e reforça o compromisso com a ampliação do uso de fontes renováveis.

Em um cenário de crescente atenção aos riscos climáticos, à disponibilidade de recursos e à resiliência das cadeias de suprimento, o acompanhamento contínuo das emissões integra o planejamento estratégico de médio e longo prazo do grupo. “A redução da pegada de carbono é um processo contínuo, que exige acompanhamento técnico e decisões operacionais consistentes. Esse controle faz parte do nosso compromisso com a melhoria dos processos industriais e com a responsabilidade ambiental”, afirma Ronaldo Souza, CEO da Hidracor.

As iniciativas da Tintas Hidracor estão alinhadas à política de sustentabilidade do Grupo Iquine, que tem como pilares a ética, a responsabilidade social e o desenvolvimento sustentável. O grupo é signatário do Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU) – Rede Brasil e integra o Programa Setorial de Sustentabilidade (PSS) da Associação Brasileira dos Fabricantes de Tintas (Abrafati).

Sobre a Hidracor e o Grupo Iquine

A Hidracor está presente há mais de 60 anos no mercado, oferecendo uma linha completa de produtos para pintura imobiliária, incluindo tintas acrílicas, esmaltes, texturas, solventes, corantes, tinta em pó e cal. O portfólio é completo e segmentado em diversas categorias, com ampla variedade de cores e texturas. A empresa faz parte do Grupo Iquine, que atua nos segmentos de tintas imobiliárias e industriais. Com cerca de mil colaboradores, os produtos do grupo estão presentes em mais de 40 mil pontos de venda em todo o país.

Comprometido com a qualidade e a responsabilidade socioambiental, o Grupo Iquine investe continuamente em pesquisa e inovação, com foco na evolução constante de seus processos e no desenvolvimento de soluções que atendam às demandas do mercado nacional.