Guanabara inaugura Sala VIP na rodoviária de Salvador

O Grupo Guanabara inaugurou, na última terça-feira, 29, uma Sala VIP no Novo Terminal Rodoviário de Salvador com as presenças de Rodrigo Mont’alverne, gerente de marketing e representantes da Guanabara; Letícia Pineschi, sócia da Viação Sampaio (empresa do grupo); o presidente e vice-presidente da Sinart, os irmãos Henrique e Eduardo Portugal Pedreira, além de autoridades, jornalistas e convidados. 

O espaço fica no primeiro piso, no nível de embarques, e recebeu investimento de cerca de R$ 500 mil. Climatizada e com tratamento acústico, a sala tem sofás, TV, tomadas para celulares e laptops, mesas, área de trabalho, água e banheiro exclusivo. O projeto é das arquitetas baianas Terumi Farias e Kaline Valverde, com formas orgânicas, materiais naturais e estética clean.

O diferencial está no acesso: qualquer cliente das empresas do grupo (UTIL, Sampaio, Real Expresso, Rápido Federal e Expresso Guanabara) poderá usar o espaço, independentemente do serviço ou da categoria da tarifa, bastando estar cadastrado gratuitamente no programa Viva Fidelidade. 

“O conforto não é privilégio de poucos, é um benefício democrático para toda a base de viajantes”, afirma Rodrigo Mont’alverne, gerente de marketing do grupo.  Na mesma semana, o grupo anunciou as certificações internacionais ISO 37001 (gestão antissuborno) e ISO 37301 (gestão de compliance). No terminal, a Guanabara mantém ainda três pontos de atendimento presencial e totens de autoatendimento para compra e emissão de passagens.

Feira do Conhecimento 2026 será lançada oficialmente na próxima terça

A Secretaria da Ciência, Tecnologia e Educação Superior do Ceará (Secitece) realiza na próxima terça-feira, 06, às 8h30, no Museu da Imagem e do Som (MIS), em Fortaleza, o lançamento da Feira do Conhecimento 2026 (FdC). Na oportunidade, serão apresentadas as principais novidades do evento, que neste ano chega à sua 10ª edição aproximando o público da ciência, da tecnologia e da inovação.

Marcada para os dias 5, 6 e 7 de novembro, no Centro de Eventos do Ceará, a Feira do Conhecimento 2026 terá programação gratuita, cerca de 200 expositores, 9 mil metros quadrados de área e mais de 80 horas de conteúdo. A iniciativa reunirá diferentes públicos, popularizando o conhecimento científico e tecnológico produzido no Ceará.

SERVIÇO:
Lançamento da 10ª edição da Feira do Conhecimento
Data: 6 de outubro (terça-feira)
Horário: 8h30
Local: Museu da Imagem e do Som do Ceará (MIS-CE) – Av. Barão de Studart, 410, Meireles – Fortaleza

Urbmídia apoia Corrida Christus 75 anos, em Fortaleza

Evento celebrou a trajetória do Colégio Christus com esporte, saúde e integração entre

diferentes gerações

A Urbmídia apoiou a Corrida Christus 75 Anos, realizada neste domingo (27), no Shopping RioMar Fortaleza. Aberto a alunos, familiares, ex-alunos e à comunidade, o evento transformou a celebração do aniversário da instituição em uma manhã de esporte, saúde e confraternização.

Fundado em 1951, o Colégio Christus celebrou 75 anos de uma trajetória construída a partir da educação e de valores como família, alegria, união e responsabilidade. A corrida levou esses princípios para além do ambiente escolar ao reunir diferentes gerações em uma experiência marcada pelo movimento e pela convivência.

A programação contou com percursos de 5 km e 10 km, além da Corrida da Família, com trajeto de 1,75 km em referência aos 75 anos da instituição. Voltada a participantes de todas as idades, a modalidade permitiu que menores de 14 anos realizassem o percurso acompanhados por um responsável ou por um adulto autorizado.

As crianças também tiveram um momento dedicado a elas no Circuito Kids, com percursos de 150, 300 e 450 metros, definidos de acordo com a faixa escolar. De caráter participativo, a atividade foi exclusiva para alunos matriculados no Colégio Christus em 2026.

Além das provas, o evento contou com diferentes ativações voltadas à experiência dos participantes. Entre elas, um painel interativo exibiu, de forma personalizada, informações sobre o desempenho dos corredores após a conclusão do percurso.

Ao apoiar a Corrida Christus 75 Anos, a Urbmídia se somou a uma iniciativa que movimentou a cidade, incentivou hábitos saudáveis e criou espaços de encontro entre as pessoas. A participação reforçou a proximidade da marca com projetos que valorizam a convivência, as experiências compartilhadas e as diferentes formas de viver o ambiente urbano.

Tecer Terminais marca presença no Congresso Aço Brasil 2026

Carlos Maia, diretor acionista da Tecer Terminais e Carlos Alberto Nunes, diretor comercial da empresa, estão em São Paulo para acompanhar mais uma edição do Congresso Aço Brasil, um dos principais encontros da cadeia siderúrgica brasileira. O evento acontece nesta terça e quarta-feira, 29 e 30 de setembro, no Transamérica Expo Center, reunindo executivos, especialistas e lideranças do setor.

A participação já faz parte da agenda institucional da Tecer, que vem mantendo presença no congresso desde 2023, e acompanhando de perto as discussões que movimentam a indústria do aço e seus reflexos sobre a logística, a infraestrutura e o comércio exterior.

Com mais de duas décadas de atuação, a Tecer Terminais trabalha com operações de diferentes tipos de carga no Porto do Pecém e soluções integradas aos modais marítimo, rodoviário, ferroviário e dutoviário.

A programação do Congresso Aço Brasil 2026 inclui debates sobre geopolítica, indústria, crescimento econômico, inovação e os cenários político e econômico do país, além de momentos dedicados ao networking entre os participantes.

Pintura contribui para acessibilidade e organização dos espaços

A pintura pode ter um papel funcional na organização e na acessibilidade dos espaços. Quando há contraste entre superfícies e elementos como portas, pisos, corrimãos e sinalizações, a percepção visual pode ser favorecida por pessoas com baixa visão. Em estacionamentos, a aplicação de cores também ajuda na identificação e delimitação das vagas, mostrando como a escolha da pintura pode atender a diferentes necessidades de um ambiente. 

Para Jorge Holanda, Gerente de Relacionamento Técnico da Hidracor, considerar a acessibilidade na escolha das cores é uma forma de contribuir para que diferentes pessoas possam perceber e utilizar os espaços com mais autonomia. “A escolha das cores e dos contrastes pode contribuir para tornar os ambientes mais fáceis de utilizar. Quando elementos importantes conseguem ser identificados com maior clareza, a pintura participa da organização do espaço, favorecendo ambientes mais inclusivos e de melhor entendimento geral”, afirma.  

Contraste de cores ajuda na percepção 

As escolhas de pintura podem ser pensadas de acordo com a forma como cada área é utilizada. Em corredores, por exemplo, diferenciar visualmente paredes, pisos e portas pode facilitar a identificação dos limites do ambiente. Em escadas, faixas em cores contrastantes no início e no fim dos degraus ajudam a destacar essas áreas, enquanto rodapés em tonalidades diferentes do piso podem contribuir para a percepção da transição entre as superfícies. 

No entanto, é importante se atentar à distribuição da luz no espaço e evitar acabamentos que provoquem reflexos capazes de prejudicar a percepção visual, pois ambientes com áreas de sombra, reflexos excessivos ou diferenças bruscas de luminosidade podem dificultar a identificação de elementos arquitetônicos. 

Para paredes e tetos, a Hidracor oferece produtos das linhas de tintas acrílicas e opções de esmaltes e vernizes voltadas para portas, janelas e grades. A variedade de tonalidades permite trabalhar diferentes combinações de acordo com a função e as características de cada espaço.  

Pintura organiza estacionamentos 

Nos estacionamentos, a pintura está ligada à organização, delimitando vagas, indicando áreas de circulação, faixas e outras sinalizações. No entanto, a escolha do produto deve considerar as características de cada local. 

Um estacionamento residencial e um terminal logístico, por exemplo, podem apresentar condições bastante diferentes de uso. O volume de veículos, a frequência das manobras, a exposição ao sol e à chuva e o tipo de pavimento influenciam a definição do sistema de pintura. Antes da aplicação, é necessário observar se a superfície é nova, envelhecida, porosa ou possui reparos.  

A preparação do piso também interfere no resultado. Poeira, óleo, graxa e outros materiais podem prejudicar a aderência do produto. Além disso, quando já existe uma pintura no local, é importante verificar as condições da camada anterior antes de realizar uma nova aplicação. 

Para áreas como estacionamentos, garagens, calçadas, espaços de lazer, quadras poliesportivas e pisos de concreto, a Hidracor possui a tinta acrílica HPiso, indicada para ambientes internos e externos. O produto apresenta alta resistência às intempéries e ao tráfego de pessoas e veículos leves, além de alta aderência, rendimento e poder de cobertura.  

O catálogo da Hidracor oferece diversas opções de produtos e tonalidades para diferentes superfícies e necessidades de pintura, que podem ser consultadas no site  https://www.hidracor.com.br/.

Sobre a Hidracor e o Grupo Iquine

A Hidracor está presente há mais de 60 anos no mercado, oferecendo uma linha completa de produtos para pintura imobiliária, incluindo tintas acrílicas, esmaltes, texturas, solventes, corantes, tinta em pó e cal. O portfólio é completo e segmentado em diversas categorias, com ampla variedade de cores e texturas. A empresa faz parte do Grupo Iquine, o maior do Brasil com capital 100% nacional, que atua nos segmentos de tintas imobiliárias e industriais. 

Com cerca de 750 colaboradores, os produtos do Grupo estão presentes em mais de 15 mil pontos de venda em todo o país. Comprometido com a qualidade e a responsabilidade socioambiental, o Grupo Iquine investe continuamente em pesquisa e inovação, com foco na evolução constante de seus processos e no desenvolvimento de soluções que atendam às demandas do mercado nacional. 

Inadimplência em condomínios chega a 18,24% no Ceará

Índice do primeiro semestre de 2026 subiu 3,10 pontos percentuais em relação ao mesmo período do ano passado, segundo a uCondo

A inadimplência em condomínios chegou a 18,24% no Ceará no primeiro semestre de 2026, segundo levantamento da uCondo. O índice representa um crescimento de 3,10 pontos percentuais em relação ao mesmo período de 2025, quando a taxa era de 15,14%.

Os dados também mostram que o percentual registrado em 2026 é superior ao observado no primeiro semestre de 2024, quando a inadimplência ficou em 16,92%. Na comparação com aquele período, houve aumento de 1,32 ponto percentual.

O cenário amplia o desafio para síndicos e administradoras, que precisam lidar com os efeitos dos atrasos sobre o orçamento dos empreendimentos. As cotas condominiais são utilizadas para custear despesas como folha de funcionários, manutenção, segurança, limpeza, contratos e demais serviços necessários para o funcionamento dos condomínios.

Para Karol Freitas, CEO da Gestart Condomínios, o crescimento da inadimplência reforça a necessidade de uma gestão financeira cada vez mais organizada e do acompanhamento constante das contas do condomínio.

“A inadimplência não afeta apenas o morador que deixa de pagar. O condomínio continua tendo compromissos mensais e precisa manter sua estrutura funcionando. Quando o percentual de atrasos cresce, o impacto acaba sendo sentido por toda a comunidade, o que torna ainda mais importante uma gestão financeira organizada e um acompanhamento constante dos indicadores”, afirma a CEO.

Atenção contínua aos débitos

A evolução registrada no Ceará mostra que o problema merece atenção contínua. Depois de apresentar 16,92% de inadimplência no primeiro semestre de 2024, o Estado registrou uma redução para 15,14% em 2025, mas voltou a apresentar crescimento em 2026, atingindo o maior percentual da série apresentada pela uCondo.

Para os gestores condominiais, o aumento dos atrasos exige atenção não apenas à cobrança, mas também ao planejamento financeiro. A identificação rápida de mudanças no comportamento dos pagamentos pode ajudar a administração a avaliar o impacto da inadimplência sobre o fluxo de caixa e evitar que os débitos comprometam o cumprimento das obrigações do condomínio.

“É preciso entender que o condomínio tem uma dinâmica financeira própria. Existem despesas que não podem simplesmente ser adiadas porque parte dos moradores está inadimplente. Por isso, o trabalho do síndico passa também por acompanhar a arrecadação, identificar a evolução dos atrasos e estabelecer uma estratégia de cobrança que permita recuperar os valores sem comprometer a relação com os moradores”, explica Karol.

A cobrança dos débitos também deve fazer parte de uma estratégia de gestão. Quanto maior o período de atraso, maior tende a ser o impacto sobre as contas e a necessidade de medidas para recuperar os valores devidos.

Nesse processo, a comunicação com os moradores também ganha importância. A apresentação clara das contas, dos índices de inadimplência e dos impactos provocados pelos atrasos contribui para que os condôminos compreendam como o comportamento individual pode interferir no orçamento coletivo.

“O síndico precisa transformar os números em informação para os moradores. Quando a comunidade entende quanto existe de inadimplência, quais são os impactos no orçamento e quais medidas estão sendo tomadas, fica mais fácil construir uma gestão transparente e responsável”, afirma a especialista.

Ovos livres de gaiolas com alto teor de selênio ampliam opções para uma alimentação equilibrada

Nova linha da Avine incorpora os nutrientes do ovo, os benefícios associados ao selênio e práticas certificadas de bem-estar animal nas granjas da empresa

A presença do selênio em alimentos consumidos no dia a dia pode contribuir para uma dieta mais equilibrada e saudável. É com essa proposta que a Avine passa a produzir ovos brancos e vermelhos de galinhas livres de gaiolas (cage free) com alto teor do mineral, ampliando as opções disponíveis para consumidores que buscam nutrição e atenção à origem dos alimentos.

O selênio participa de funções importantes do organismo, auxiliando o funcionamento do sistema imunológico e da tireoide, além de atuar como antioxidante, contribuindo para a proteção das células contra os danos causados pelos radicais livres.

Segundo o nutricionista Charles Feijó, os ovos enriquecidos ajudam a aumentar a ingestão desse nutriente no dia a dia. “O selênio participa da produção de enzimas antioxidantes que ajudam a reduzir o estresse oxidativo. Quando combinado com uma alimentação equilibrada e hábitos saudáveis, pode contribuir para a saúde cardiovascular e para a proteção do organismo”.

Mais comum em alimentos como castanha-do-pará, peixes, frutos do mar, leite e derivados, o selênio presente nos ovos Avine é uma opção que dá mais praticidade para o consumidor. “Você continua consumindo um alimento prático e versátil, mas com um reforço no aporte de proteína e de selênio”, completa Feijó.

A estratégia combina a presença do mineral a um alimento já rico em proteínas e outros nutrientes, além de ser parte da rotina alimentar de pessoas de diferentes faixas etárias. Com a nova linha, o objetivo é incorporar o selênio a um produto presente na mesa dos brasileiros, sendo uma alternativa para diversificar a alimentação. No entanto, embora desempenhe funções importantes no organismo, o selênio deve ser consumido nas quantidades adequadas, dentro de uma alimentação equilibrada.

A linha cage free da Avine é proveniente de galinhas criadas no sistema livre de gaiolas, conhecido como cage-free, seguindo critérios auditados pela certificação Certified Humane Brasil. Nesse modelo, as aves permanecem soltas nos galpões e podem expressar comportamentos naturais, como ciscar, empoleirar-se, movimentar-se e tomar banho de areia.

SOBRE A AVINE

Fundada em 1992, no Ceará, a Avine é uma empresa do setor avícola especializada na produção e comercialização de ovos de galinha e de codorna. Com mais de três décadas de atuação, a companhia consolidou-se como uma das maiores produtoras do segmento na região, com produção diária superior a 2 milhões de ovos.

Presente em diversos estados das regiões Norte e Nordeste, atua na distribuição para redes varejistas, atacadistas e o segmento de food service. Seu portfólio inclui um dos maiores mixes de produtos especiais do mercado, com ovos tradicionais (de diferentes tamanhos e cores), caipiras, de galinhas livres de gaiolas (cage-free), enriquecidos com ômega-3 e vitamina E, além de ovos de codorna.

A Avine também atua com inovação no setor e oferece ovos pasteurizados voltados à indústria alimentícia e ao food service, além de desenvolver linhas específicas para o público infantil. Parte de seus produtos conta com certificações de bem-estar animal, como o selo Certified Humane e o selo AVAL (Certified Cage-Free e Caipira).

Os investimentos contínuos em tecnologia, automação e sustentabilidade são a marca da empresa, que adota práticas de biossegurança e gestão ambiental, incluindo manejo de resíduos, preservação de áreas verdes e plantio anual de mudas nativas.

Por que a reeducação alimentar continua sendo parte essencial do processo de emagrecimento?

Mesmo com canetas emagrecedoras, comer bem é um hábito importante para manter os resultados 

Dietas milagrosas com restrições severas e o uso de canetas emagrecedoras podem transmitir a ideia de que emagrecimento é sinônimo de saúde. No entanto, a busca por soluções rápidas tende a ser insuficiente sem os cuidados adequados com a alimentação. Isso porque a mudança de hábitos é fundamental para promover saúde e bem-estar, prevenir doenças e melhorar a disposição e a qualidade do sono. 

O processo de emagrecimento costuma ser o objetivo final de muitas pessoas. No entanto, após alcançarem a meta desejada, alguns indivíduos retornam aos hábitos anteriores, resultando no efeito rebote. Já a reeducação alimentar tem uma proposta gradual e sustentável, pois envolve a descoberta de novos hábitos e sabores. 

De acordo com Thais Melo, nutricionista e docente do curso de Nutrição do UNINASSAU – Centro Universitário Maurício de Nassau Juazeiro do Norte, um dos principais obstáculos para uma dieta saudável é a falta de planejamento. “O problema, muitas vezes, está mais na falta de tempo do paciente, mas não é necessário mudar radicalmente a rotina. Pequenas estratégias, como organizar as refeições com antecedência, deixar alguns alimentos já higienizados ou preparados e ter opções práticas e nutritivas disponíveis, podem fazer muita diferença”, afirma.

Segundo a especialista, o objetivo não é proibir o consumo de determinadas comidas, mas promover equilíbrio e construir uma relação mais saudável com a alimentação. Por isso, a recomendação é priorizar alimentos in natura ou minimamente processados, experimentar novas opções gradualmente, especialmente frutas e legumes, além de testar diferentes temperos e receitas. 

“O mais importante é buscar equilíbrio e aprender a fazer escolhas melhores no dia a dia. Com o tempo, o paladar também pode se adaptar a sabores menos intensos. Preparar refeições saborosas e utilizar diferentes temperos e ingredientes naturais costuma tornar a alimentação saudável muito mais prazerosa”, destaca a nutricionista.

Vai correr uma meia maratona ou maratona? Ortopedista dá dicas para cuidar do corpo após a prova

Especialista explica como lidar com as dores depois de percursos longos e quais sinais indicam que o desconforto pode ser mais do que uma resposta normal ao esforço

Completar uma meia maratona ou uma maratona é um desafio que exige preparação e coloca o corpo diante de uma demanda física elevada. Nas horas e nos dias seguintes à prova, é comum o corredor sentir dores musculares, cansaço e rigidez, especialmente nas pernas. Mas nem todo desconforto deve ser interpretado da mesma forma, e saber diferenciar uma resposta esperada do organismo de sinais que podem indicar uma lesão é importante para uma recuperação adequada.

Segundo o ortopedista e cirurgião do joelho Dr. Jonatas Brito, dores musculares mais difusas depois de uma corrida longa são esperadas, principalmente em regiões como coxas, panturrilhas e glúteos. O problema está em confundir esse tipo de dor com sintomas que apresentam características diferentes, como uma dor articular localizada, inchaço ou dificuldade para apoiar o membro.

“Dor muscular generalizada depois de 21 ou 42 quilômetros é esperada. Dor articular localizada, com inchaço ou dificuldade para apoiar, merece outra atenção”, explica.

Recuperação também é parte do treino

Depois de cruzar a linha de chegada, a recomendação do especialista é não transformar a recuperação em uma busca por soluções milagrosas. Caminhar um pouco, hidratar-se, alimentar-se normalmente e descansar são medidas simples que fazem parte desse processo. O sono, em especial, deve receber atenção.

“Terminou a prova, não precisa inventar muita coisa. Caminhe um pouco, hidrate-se, alimente-se normalmente e descanse. Principalmente, durma bem”, orienta.

Também não há, segundo o médico, necessidade de realizar um alongamento agressivo imediatamente após uma meia maratona ou maratona com a expectativa de impedir as dores do dia seguinte. A mesma lógica vale para a tentativa de acelerar a recuperação por meio de uma série de procedimentos sem indicação específica.

“Na maioria das vezes, o organismo precisa principalmente de tempo”, afirma Dr. Jonatas.

No dia seguinte, também não existe obrigação de correr novamente para “soltar as pernas”. Quando há apenas uma dor muscular difusa, uma caminhada ou atividade leve pode fazer parte da retomada, enquanto os treinos devem ser retomados progressivamente, respeitando a recuperação do corpo.

Dor localizada e inchaço merecem atenção

O médico chama atenção, entretanto, para situações em que o padrão da dor é diferente. Um ponto específico do joelho que dói bastante, um tornozelo muito inchado, uma dor no pé que dificulta apoiar ou um joelho que começa a inchar depois da prova são exemplos de sinais que merecem outra avaliação.

Nessas circunstâncias, a tentativa de mascarar o sintoma para voltar rapidamente aos treinos pode ser um erro. “Se a dor é importante, está piorando ou continua limitando a pessoa nos dias seguintes, vale investigar”, destaca.

A orientação ganha relevância em um momento de crescimento das corridas de rua e de popularização das provas de longa distância. Em Fortaleza, por exemplo, a Track&Field Run Series – Etapa Shopping Del Paseo II será realizada no próximo domingo (20), com percursos de 5 km, 10 km e 21 km.

Outro ponto que costuma gerar preocupação entre corredores é a relação entre corrida e desgaste da cartilagem. Especialmente entre pessoas acima dos 40 ou 50 anos, não é incomum que um desconforto depois de uma prova seja interpretado como sinal de que a atividade teria provocado um dano permanente ao joelho.

Para Dr. Jonatas Brito, porém, essa relação não deve ser feita de forma automática. A corrida recreativa, quando existe preparação adequada, não deve ser encarada como uma atividade que inevitavelmente desgasta o joelho. As evidências científicas disponíveis também não sustentam a ideia de que simplesmente correr necessariamente leve ao desenvolvimento de artrose.

“Terminar uma prova dessas com algum desconforto e pensar que correr acabou com a cartilagem do joelho não é assim que funciona”, afirma.

Para o especialista, o mais importante depois de uma prova longa é compreender que recuperação também faz parte do treinamento. O corredor não precisa se assustar com uma dor muscular esperada, mas também não deve ignorar sintomas persistentes, localizados ou acompanhados de inchaço e limitação.

“Eu resumiria o pós-prova de uma forma bem simples: dor muscular generalizada depois de 21 ou 42 quilômetros é esperada. Dor articular localizada, com inchaço ou dificuldade para apoiar, merece outra atenção”, finaliza.

Hapvida amplia agenda de transformação com foco em eficiência, experiência do cliente e crescimento sustentável

CEO Luccas Adib destaca disciplina na alocação de capital, uso de dados e evolução da experiência dos clientes como pilares para o próximo ciclo de crescimento da companhia_

A Hapvida vem avançando no aprimoramento contínuo de sua operação, com foco em eficiência, disciplina na alocação de capital, uso estratégico de dados e evolução da experiência dos clientes. À frente da companhia desde abril, o CEO Luccas Adib conduz esse processo dando continuidade a iniciativas estruturantes e aprofundando frentes que contribuem para a sustentabilidade e a eficiência do negócio.

Segundo Luccas Adib, a companhia tem clareza sobre os desafios e as oportunidades de sua operação e vem avançando em uma agenda estruturada de evolução. O objetivo é ampliar ganhos de eficiência, aprimorar processos e fortalecer a capacidade de crescimento da Hapvida de forma sustentável, respeitando o tempo necessário para a maturação das iniciativas.

Uma das frentes desse movimento é o aprofundamento da análise de dados para apoiar decisões sobre a operação e a evolução dos negócios. A companhia trabalha com uma visão cada vez mais granular das diferentes regiões em que atua, considerando características de mercado, perfil dos clientes, dinâmica de atendimento e oportunidades de aprimoramento. O uso dessas informações permite uma gestão mais precisa e alinhada às necessidades de cada localidade.

Outro eixo importante é a evolução da experiência do cliente. A Hapvida estruturou uma área dedicada ao tema, com a missão de olhar de forma integrada para toda a jornada do usuário e identificar oportunidades de simplificação e aprimoramento dos diferentes pontos de contato com a companhia. A iniciativa amplia a integração das áreas envolvidas na experiência do cliente e reforça esse tema como uma das prioridades da companhia.

Adib também reforça a importância do modelo integrado da Hapvida, que combina operação de planos de saúde e rede própria de atendimento. Construído ao longo de décadas, esse modelo permanece como uma das bases da companhia e reúne aprendizados acumulados ao longo de sua trajetória, que contribuem para a evolução da operação em diferentes regiões do país.

O aprimoramento, segundo o executivo, é um processo contínuo e estruturado. A companhia trabalha para ampliar a eficiência operacional, fortalecer a rentabilidade e criar as condições necessárias para uma trajetória de crescimento sustentável, com decisões orientadas por dados e uma visão de longo prazo.

Sobre o Grupo Hapvida

Com mais de 80 anos de experiência, o Grupo Hapvida é hoje o maior ecossistema de saúde da América Latina. A companhia possui mais de 75 mil colaboradores e atende quase 16 milhões de beneficiários de saúde e odontologia espalhados pelas cinco regiões do Brasil.

Todo o aparato foi construído a partir de uma visão voltada ao cuidado completo, com mais de 800 unidades espalhadas pelo Brasil, incluindo 84 hospitais, prontos atendimentos, clínicas médicas, centros de diagnóstico e coleta laboratorial além de espaços especificamente voltados ao cuidado preventivo e crônico.

Dessa combinação de negócios, apoiada em qualidade médica e inovação, resulta uma empresa com os melhores recursos humanos e tecnológicos para os seus clientes.

Foto: Hapvida / Divulgação